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Moradores de Feijó fecham BR-364 e condicionam liberação à presença do governador Gladson Cameli
Protesto contra atraso na conclusão do Hospital Geral reúne indígenas e comunidade; governo anuncia entrega do primeiro bloco para abril, mas manifestantes exigem solução imediata

No vídeo também é possível ver longas filas de carros nos dois sentidos. Com a interdição, veículos estão proibidos de passar por conta da barricada de pneus. Foto: captada
Os moradores do município de Feijó, no interior do Acre, interditaram a BR-364 na manhã desta sexta-feira (20) em um protesto que já dura horas e tem uma condição clara para acabar: a presença do governador Gladson Cameli no local.
A manifestação começou por volta das 7h, em frente à rodoviária da cidade, com barricadas de pneus bloqueando os dois sentidos da rodovia. Longas filas de veículos se formaram, e a Polícia Militar acompanha o ato para garantir a segurança.
A pauta do protesto
O motivo da mobilização é a demora na conclusão das obras do Hospital Geral de Feijó, que se arrastam há anos. Os manifestantes reivindicam melhorias urgentes na saúde pública e afirmam que a população não pode mais esperar pela entrega da unidade.
Em vídeos que circulam nas redes, é possível ver indígenas cantando embaixo de uma tenda montada na rodovia, enquanto a comunidade mantém o bloqueio e aguarda um posicionamento oficial do governo estadual.
Resposta do governo
No mesmo dia, o governo do Acre divulgou que a reforma e ampliação do Hospital Geral de Feijó entrou na fase final. Segundo a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), o primeiro bloco da unidade deve ser entregue até abril, com investimento superior a R$ 5 milhões.
A obra inclui modernização da estrutura física, novo sistema de climatização, cobertura revitalizada, adequações elétricas e instalação de equipamentos atualizados — a maior intervenção no prédio desde a década de 1980. A previsão é que mais de 30 mil moradores da região sejam beneficiados.

A reivindicação cobra agilidade ao Governo do Estado do Acre na conclusão das obras do Hospital Geral de Feijó que, segundo os manifestantes, estão há anos sem finalização. Foto: captada
O impasse
Apesar do anúncio, os manifestantes afirmam que só devem liberar a rodovia com a presença do governador Gladson Cameli no local do protesto, buscando uma resposta concreta e imediata das autoridades -1.
A comunidade alega que, enquanto faltam investimentos efetivos para concluir o hospital, o governo prioriza outras despesas em vez de solucionar a saúde básica da população. A reportagem segue acompanhando o caso.

A Polícia Militar do Acre acompanhou toda manifestação para garantir a segurança. Filas quilométricas de veículos se formaram ao longo da BR-364 nos dois sentidos. Foto: captada
Veja vídeo com Contilnet:
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Polícia Penal realiza operação integrada no Complexo Penitenciário de Rio Branco
A missão contou com apoio das forças especializadas: Divisão Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), (DOC), (DSOE) e (DME), bem como do Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer)

“Mais uma ação da Polícia Penal, no que diz respeito à revista no interior das celas, com a finalidade de realizar a verificação estrutural no sentido de evitar fugas”. Foto: Iapen
A Polícia Penal realizou uma operação integrada com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) no Complexo Penitenciário de Rio Branco, na manhã desta sexta-feira, 20.
A ação é mais uma das medidas do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) para garantir a segurança e o bom funcionamento do sistema prisional acreano. Além do efetivo do plantão da Polícia Penal, a missão contou com apoio das forças especializadas: Divisão Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), Divisão de Operações com Cães (DOC), Divisão de Serviço de Operações e Escoltas (DSOE) e Divisão de Monitoramento Eletrônico (DME), bem como do Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Secretário adjunto de Estado de Justiça e Segurança Pública, coronel Evandro Bezerra, reforçou a integração entre as forças durante a operação dentro do presídio, com objetivo de garantir a segurança do sistema prisional. Foto: Iapen
Durante a operação, o secretário adjunto de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), coronel Evandro Bezerra, falou sobre a importância de ações como essa: “Mais uma ação, que a gestão do Iapen, através do presidente Marcos Frank, com toda a Polícia Penal, faz intervenções rotineiras dentro do presídio, a fim de manter o sistema numa situação de total controle. A Secretaria entra aqui com o Gefron, com o nosso apoio aéreo do Ciopaer. São ações realmente integradas para intervenção no presídio”.

Presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, ressaltou a importância da operação. Foto: Iapen
O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, falou sobre o objetivo da missão: “Mais uma ação da Polícia Penal, no que diz respeito à revista no interior das celas, com a finalidade de realizar a verificação estrutural no sentido de evitar fugas”.
O diretor Operacional do Iapen, Maycon Mendonça, explicou como as operações impactam positivamente na segurança do presídio: “A gente acaba desarticulando alguns planos para fugas e também planejamentos relacionados à violência dos apenados. Isso faz com que a cadeia continue dentro da ordem, da segurança e dentro de uma disciplina de rotina”.

Diretor Operacional do Iapen, Maycon Mendonça, reiterou que as operações reforçam a segurança e a disciplina no presídio. Foto: Iapen
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Rio Juruá sobe novamente em Cruzeiro do Sul e se aproxima da cota de alerta
Manancial atingiu 11,52 metros nesta quinta-feira (19) e está a 28 cm do nível de atenção; Defesa Civil e Bombeiros monitoram tendência de alta após período de descida

Caso seja necessária a retirada de famílias de suas residências, as escolas Marcelino Champagnat (bairro João Alves), Padre Arnold (Cohab), Thaumaturgo de Azevedo (bairro do Alumínio) e Corazita Negreiros (bairro Telégrafo) serão utilizadas
O Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, voltou a apresentar elevação em seu nível e nesta quinta-feira, 19, marca 11,52 metros. O número preocupa autoridades e moradores, já que a cota de alerta no município é de 11,80 metros.
Na última sexta-feira, 13, o manancial registrava 9,35 metros e seguia em movimento de descida. No entanto, desde o sábado, 14, o rio voltou a subir de forma contínua até alcançar o patamar atual
O histórico recente reforça a atenção: no dia 2 de fevereiro, o Juruá atingiu 13,49 metros, ultrapassando a cota de transbordamento, que é de 13 metros. Na ocasião, mais de 6 mil pessoas foram afetadas em 11 bairros, além de 15 comunidades rurais e vilas. Apesar da enchente, não houve necessidade de retirada de famílias de suas casas.
O Governo Federal reconheceu a situação de emergência nível 2 no município em decorrência da cheia, medida que já havia sido decretada anteriormente pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul. O reconhecimento permite que o município solicite apoio humanitário caso a situação se agrave.

Mesmo com o baixo volume de chuvas em fevereiro, a Defesa Civil reforça que o risco de enchentes não está descartado. Foto: captada
Monitoramento
Dessa forma, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil seguem em monitoramento constante do nível do rio, avaliando possíveis riscos e preparando planos de contingência caso o manancial volte a se aproximar da marca crítica.
Situação Atual do Rio Juruá (Atualizado até 20/02/2026)
| Indicador | Medição | Data | |
|---|---|---|---|
| Nível do Rio Juruá | 11,52 metros | 19/02/2026 | |
| Cota de Alerta | 11,80 metros | – | |
| Cota de Transbordamento | 13,00 metros | – | |
| Distância da Cota de Alerta | 28 centímetros | 19/02/2026 |
Evolução Recente do Nível
O rio vinha em trajetória de descida, registrando 9,35 metros na última sexta-feira (13). No entanto, a tendência se inverteu no sábado (14), com uma elevação contínua que o trouxe ao patamar atual de 11,52 metros. Essa nova subida acendeu o sinal de alerta no município.
Histórico da Cheia em 2026
O Rio Juruá já havia atingido um pico significativo este ano. No último dia 2 de fevereiro, o manancial alcançou 13,49 metros, superando a cota de transbordamento (13 metros). Na ocasião, a enchente afetou mais de 6 mil pessoas em 11 bairros, além de 15 comunidades rurais e vilas. Apesar da gravidade, não houve necessidade de retirada de famílias de suas casas.
Ações das Autoridades
Diante desse cenário, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil municipal mantêm um monitoramento rigoroso e diário do nível do rio. As equipes avaliam constantemente os possíveis riscos e preparam planos de contingência para uma resposta rápida, caso o manancial volte a se aproximar da marca crítica de transbordamento.

Em Marechal Thaumaturgo, na região de fronteira com o Peru, próximos à cabeceira do rio Juruá, alguns bairros já começaram a ser atingidos pelas águas dos rios Juruá e Amônia. Foto: captada








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