Acre
Bolívia proíbe celulares em escolas e anuncia calendário de matrículas para 2026
Novos alunos se matriculam em 19 e 20 de janeiro; quem troca de escola tem prazo em 21 e 23 de janeiro. Portaria foi publicada pelo Ministério da Educação

As inscrições começam dia 19 de janeiro, ou seja, daqui a duas semanas, e há datas definidas dependendo se são alunos novos ou antigos que confirmam a continuidade no mesmo estabelecimento. Foto: captada
O Ministério da Educação da Bolívia publicou a Resolução Ministerial 01-2026, que estabelece as datas para as matrículas escolares do ano letivo de 2026. As inscrições começam na próxima segunda-feira (19) e seguem até 23 de janeiro, com prazos diferenciados para alunos novos e para aqueles que mudam de unidade educacional.
De acordo com a portaria, os novos alunos do primeiro ou segundo ano de inicial, fundamental e secundário, em escolas fiscais, privadas ou conveniadas, devem se matricular nos dias 19 e 20 de janeiro. Já os estudantes que trocam de escola têm prazo nos dias 21 e 23 de janeiro. A ministra da Educação, Beatriz García, confirmou que o retorno às aulas em todo o país está marcado para 2 de fevereiro.
A medida organiza o fluxo de matrículas em nível nacional e busca garantir o acesso e a continuidade dos estudos no ano letivo que se inicia.

As medidas buscam reduzir distrações, cortar custos e redirecionar o foco para atividades pedagógicas no ano letivo de 2026. Foto: captada
A grande novidade divulgada pelo Ministério da Educação da Bolívia foi a Resolução Ministerial 01/2026, que estabelece uma série de mudanças radicais no sistema escolar do país. Entre as principais medidas está a proibição total do uso de celulares por alunos e professores dentro das unidades educacionais, em todos os níveis, incentivando em seu lugar o uso de computadores para fins pedagógicos.
A normativa também proíbe a realização de cerimônias de formatura no nível inicial e primário, permitindo apenas atos de colação de grau para o sexto ano do ensino médio. Além disso, elimina a distribuição de livros didáticos, exigindo que os professores elaborem seus próprios materiais educativos com base no currículo oficial e em bibliografia externa.
As medidas começam a valer a partir do ano letivo de 2026, que terá início em 2 de fevereiro, conforme calendário já divulgado. A resolução busca redirecionar o foco para atividades pedagógicas e reduzir distrações e custos no ambiente escolar.

Bolívia proíbe uso de celulares em escolas e acaba com formaturas no ensino infantil e fundamental. Foto: captada
Comentários
Acre
Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco
Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

Comentários
Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
Comentários
Acre
Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco
Sem chuvas nas últimas 24 horas, nível do manancial recuou ao longo do dia, aponta Defesa Civil

Foto: Sérgio Vale

Você precisa fazer login para comentar.