Brasil
Anunciada vagas do concurso IBGE 2019 para 400 analistas
Está cada vez mais próxima a publicação do edital de abertura de inscrições do novo concurso público IBGE 2019 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), para o preenchimento de 400 vagas de analista censitário para o Censo Demográfico 2020, autorizadas em 30 de abril pelo ministro Paulo Guedes.
A assinatura do contrato com a banca organizadora, o Instituto AOCP, ocorreu no último dia 12. Com isto, nada mais impede o início do certame. O órgão já definiu, inclusive, a distribuição das vagas pelas áreas de atuação, por meio do projeto básico do certame. A distribuição dos postos pelos estados deve ser indicada no edital, no decorrer dos próximos dias.
Para concorrer ao cargo de analista censitário do concurso do IBGE, os interessados deverão possuir formação de nível superior completo, sendo considerados cursos de graduação em várias áreas de atuação.
Os contratos dos servidores terão duração de até dois anos. A remuneração inicial oferecida não foi revelada, mas dá para comparar com a da selação anterior, cujo valor ficou entre R$ 7.458,49 e R$ 9.192,88.
Conforme a portaria autorizativa, o IBGE poderá contratar a partir de dezembro de 2019 tais profissionais, enquanto o edital precisa ser divulgado em até seis meses, ou seja, até outubro . Porém, a expectativa é de que ele seja publicado bem antes do prazo limite.
Vagas de analista censitário do IBGE
De acordo com o projeto básico do concurso IBGE 2019 para analista censitário, a distribuição das vagas por áreas de atuação será a seguinte: analista de planejamento e gestão (1), antropologia ou sociologia ou ciências sociais (12), analista de geoprocessamento (24), analista de sistemas – desenvolvimento e aplicações web/mobile (18), analista de sistemas – suporte a comunicações e redes (6), analista de sistemas – suporte operacional e de tecnologia (4), análise socioeconômica (7), biblioteconomia e documentação (4), ciências contábeis (30), desenho instrucional (1), economia (28), estatística (2), gestão e infraestrutura (142), jornalismo (35), letras (1), logística (5), métodos quantitativos (55), produção gráfica/editorial (duas), programação visual/webdesign (11) e recursos humanos (7).
Como serão as provas:
Também de acordo com o projeto básico do concurso IBGE 2019, a prova objetiva será aplicada em todos os estados. Para a área de métodos quantitativos, a seleção deverá contar com 20 questões versando sobre língua portuguesa e 20 de conhecimentos específicos.
Para a área de letras serão 15 de raciocínio lógico e 25 de conhecimentos específicos. Por fim, para as demais áreas, 15 de língua portuguesa, 35 de conhecimentos específicos e dez de raciocínio lógico.
As atribuições:
Cabe ao analista censitário do concurso IBGE 2019, de forma geral, desenvolver atividades relativas às etapas de planejamento, desenvolvimento e apuração dos dados do Censo, desenvolver as atividades de infraestrutura e desenvolver as atividades de disseminação dos dados. Além disso, o cargo conta com funações específicas de acordo com cada área de atuação.
Baseado no último concurso do IBGE, realizado em 2016 e para Censo Agropecuário, a colocação apresentou opções nas áreas de: análise de sistemas/desenvolvimento de aplicações, análise de sistemas/desenvolvimento de aplicações web mobile, análise de sistemas/suporte à comunidade e à rede, análise de sistemas/suporte à produção, análise de sistemas/suporte operacional, análise socioeconômica,auditoria, biblioteconomia e documentação, ciências contábeis, design institucional, engenharia agronômica,gestão e infraestrutura, jornalismo,lógica, metodos quantitativos, produção gráficaa/editorial, recursos humanos, relações internacional, relações públicas e webdesign.
As principais atribuições para o cargo de analista do IBGE são voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do órgão.
Saiba como foi o último concurso
Em 2016, o órgão lançou um edital para o concurso IBGE com 223 vagas para analista temporário. A banca organizadora, na ocasião, foi a Fundação Cesgranrio.
Todos os concurseiros que pleiteram uma oportunidades no processo seletivo foram submetidos a uma prova objetiva com 60 questões de múltipla escolha, sendo:
- 15 perguntas de língua portuguesa;
- 35 de conhecimentos específicos;
- 10 de raciocínio lógico.
Para o analista com conhecimentos de métodos quantitativos, a avaliação foi um pouco diferente e contou com 20 itens de língua portuguesa e 40 de conhecimentos específicos.
Para auxiliar nos estudos, o JC Concursos liberou as provas anteriores do órgão, além do gabarito para consulta. É importante avaliar se a organizadora será a mesma, direcionando a preparação para o estilo da banca.
Fonte: jornaldebrasilia
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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 13 milhões. Veja números

A Mega-Sena acumulou mais uma vez. Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2987, sorteado na noite deste sábado (21/3), e o prêmio disparou para R$ 13 milhões.
O sorteio do concurso 2987 da Mega-Sena teve os seguintes números: 16 – 17 – 20 – 28 – 46 – 47.
Em todo país, 23 apostas acertaram cinco dezenas e vão faturar prêmios a partir de R$ 65 mil.
O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na terça-feira (24/3) e as apostas podem ser feitas em casas lotéricas e pela internet.
Como participar
Quanto maior o número de dezenas marcadas, maior o valor da aposta e também as chances de ganhar.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mais de 140 cidades do RS já limitam serviços por falta de diesel

A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) realizou um levantamento que aponta que 142 prefeituras gaúchas enfrentam falta de diesel em veículos funcionais.
O número representa 45% do estado e leva à limitação de serviços nas cidades.
Segundo a federação, 315 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul responderam ao questionamento.
A Famurs apontou que, no levantamento, prefeitos afirmaram priorizar serviços na área da saúde, como o transporte de pacientes.
Obras e atividades que dependem de maquinário foram suspensas em parte das cidades por causa da escassez de combustível. A federação também registrou preocupação com a manutenção do cenário nos próximos dias.
Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) indicam que o diesel foi vendido, em média, a R$ 7,26 por litro na semana iniciada em 15 de março.
Trata-se do maior patamar desde agosto de 2022, período marcado pela alta global do petróleo após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, que também pressionou os preços no Brasil.
Neste sábado (21/3), o preço médio por litro estava em R$ 6,89.
O principal fator por trás da alta do diesel hoje é a escalada do conflito no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo no mercado internacional.
O barril do tipo Brent, referência global, voltou a superar os US$ 100 em meio às tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
Com a alta do Brent, os custos de importação de combustíveis aumentam e pressionam os preços no Brasil, que depende parcialmente do diesel importado.
O movimento reflete temores de interrupção na oferta e no transporte de petróleo na região.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Defensoria Pública do Acre empossa novas defensoras públicas e reforça compromisso com acesso à justiça
Durante a cerimônia, a subdefensora pública-geral de Gestão Administrativa, Simone Santiago, realizou a leitura do termo de posse. Em seguida, as novas defensoras assinaram o documento e receberam a carteira funcional e o broche institucional

“A Defensoria Pública tem uma missão essencial de garantir que os direitos alcancem quem mais precisa. A chegada de novas defensoras fortalece esse compromisso e amplia nossa capacidade de atuação”. Foto: captada
A Defensoria Pública do Acre empossou, na manhã de sexta-feira, 20, as novas defensoras públicas Andréa Kessler Gonçalves Volcov e Vanessa Cristina Santiago Rivero, em cerimônia realizada na sede da instituição, em Rio Branco.
A solenidade, realizada no mês em que se destacam as lutas das mulheres e no ano em que a instituição completa 25 anos, foi marcada não apenas pelo ato formal de posse, mas pelas histórias que chegam com ele e pelo compromisso que se renova a partir de agora. Em uma instituição onde mulheres são maioria entre os membros e ocupam todos os cargos da Administração Superior, o momento reforça a presença feminina na construção do acesso à justiça no estado.
Durante a cerimônia, a subdefensora pública-geral de Gestão Administrativa, Simone Santiago, realizou a leitura do termo de posse. Em seguida, as novas defensoras assinaram o documento e receberam a carteira funcional e o broche institucional, em ato conduzido pela administração superior.
Ao falar sobre o significado da posse, a presidente da Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Acre, Bárbara Araújo de Abreu, destacou o impacto coletivo da chegada de novas mulheres à instituição.
“A posse de vocês representa não apenas uma conquista individual, mas um movimento coletivo. Cada mulher que ocupa um espaço como este amplia possibilidades e inspira outras tantas a acreditarem que também podem chegar lá”, afirmou.
Entre os discursos, a fala de Vanessa Cristina Santiago Rivero trouxe à tona a dimensão mais concreta do que representa o acesso à justiça. Ao relembrar sua trajetória, marcada por origem em situação de vulnerabilidade, ela destacou o sentido da função que passa a exercer.
“Para mim, que venho de uma família em situação de extrema vulnerabilidade, esse momento tem um significado ainda mais profundo. A partir de hoje, minha atuação está voltada às pessoas que chegam à Defensoria em momentos de fragilidade, e que precisam ser atendidas com respeito, escuta e dedicação”, disse.
A nova defensora também ressaltou que, por trás de cada demanda, há histórias que precisam ser reconhecidas.
“Por trás de cada processo existe uma vida. Por trás de cada decisão existe a possibilidade de restaurar a dignidade”, afirmou.
Já a defensora pública Andréa Kessler Gonçalves Volcov conduziu sua fala a partir de um conceito central da atuação da Defensoria: o acesso à justiça. Ao recordar sua aproximação com a instituição, destacou o papel da escuta e da atuação técnica na garantia de direitos.
“O acesso à justiça começa na escuta. É a partir dela que conseguimos compreender as demandas e garantir que cada pessoa seja tratada com dignidade, tendo seus direitos efetivamente reconhecidos”, afirmou.
Ao complementar, Andréa ressaltou que a atuação da Defensoria ultrapassa o aspecto formal do processo. “A diferença está em ouvir, compreender e agir com responsabilidade, para que as pessoas não apenas tenham resposta, mas tenham seus direitos reconhecidos com dignidade”, pontuou.
Encerrando os pronunciamentos, a defensora pública-geral do Acre, Juliana Marques Cordeiro, destacou o significado institucional da posse e o fortalecimento da atuação da Defensoria.“A Defensoria Pública tem uma missão essencial de garantir que os direitos alcancem quem mais precisa. A chegada de novas defensoras fortalece esse compromisso e amplia nossa capacidade de atuação”, afirmou.
Ao reunir histórias de origem, estudo, esforço e compromisso público, a posse das novas defensoras evidencia o papel da Defensoria Pública do Acre como instrumento de transformação social. Mais do que o início de uma trajetória na carreira, o momento marca a continuidade de uma missão que se constrói diariamente no atendimento à população em situação de vulnerabilidade.


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