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Andressa Jamylle, de Rio Branco, é eleita a Miss Universe Acre 2026

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Modelo vai defender estado na etapa nacional, que leva o Acre ao Miss Universe Brasil 2026 no ano que vem

A rio-branquense Andressa Jamylle foi eleita a grande vencedora do Miss Universe Acre 2026, evento que ocorreu na noite desta quarta-feira, 29, na capital acreana. A miss Nicole Araújo (Epitaciolândia), ficou na vice-liderança. Já a miss Paula Silva (Feijó) garantiu a terceira colocação. Jordana Castro (miss Plácido de Castro) levou o Miss Popularidade e Maria Feitosa (miss Tarauacá), garantiu a faixa de Miss Simpatia.

Andressa é conhecida e respeitada no mundo miss, já que em 2025 ela foi foi coroada Miss Universe Acre 2025 de Rio Branco durante o Festival da Mandioca e já foi eleita Miss Belezas do Acre.

A nova titular do estado disputou com outras sete candidatas e sua coroação aconteceu no palco da Usina de Arte João Donato.

“Quero trazer essa força da mulher acreana para o Brasil”

Andressa Jamylle é natural de Rio Branco, tem 38 anos, é psicóloga e digital influencer.

Para Andressa, que é mãe solo de duas meninas, o Miss, é muito mais do que beleza — é sobre propósito, superação e representatividade. “Meu sonho vai além da passarela. Amo cuidar de vidas, e ser miss é representar mulheres reais, que transformam desafios em poder”, disse emocionada.

Em sua fala, representa uma mulher comprometida com o cuidado, o conhecimento e quer ser a voz de muitas mulheres. “Aqui não tem quem perdeu. Temos umas apoiando as outras e quero ser essa mensagem de que nós, mulheres, quando nos unimos, nos tornamos muito mais fortes. Tenho duas filhas, sou trabalhadora e como milhares de mães acreanas, carregamos resiliência. Tenho um comprometimento com as causas sociais, o próximo, a vida das pessoas. Vou levar o legado da mulher acreana para todo o Brasil”.

A apresentação da noite final foi do cerimonialista Erivelto Ximenes. No grupo de oito jurados, algumas presenças ilustres, o empresário e presidente da Superliga de Futebol NSL, Nedson Mendes; o secretário de Estado de Habitação e Urbanismo, Egleuson Santiago; a presidente do Deracre, Sula Ximenes, empresárias e especialistas em imagem.

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Acre terá mais de 612 mil eleitores nas eleições gerais de 2026

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Estado escolherá presidente, governador, dois senadores e parlamentares; mais de 46 mil ainda não fizeram biometria

O Acre chega às eleições gerais de 2026 com 612.448 eleitores aptos a votar, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC). O número integra o universo de mais de 155 milhões de brasileiros que irão às urnas em todo o país para escolher os novos representantes políticos para o período de 2027 a 2030.

No pleito, os acreanos irão eleger o presidente da República, o governador do Estado, dois senadores, dez deputados federais e 30 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O primeiro turno da votação está marcado para o dia 4 de outubro de 2026. Caso nenhuma candidatura alcance a maioria absoluta, o segundo turno será realizado em 25 de outubro. A propaganda eleitoral estará liberada a partir de 16 de agosto.

Apesar do crescimento do eleitorado e dos avanços tecnológicos no processo eleitoral, o estado ainda registra pendências na coleta biométrica. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que cerca de 7,59% dos eleitores acreanos — o equivalente a 46.496 pessoas — ainda não realizaram o cadastro biométrico.

A biometria é considerada fundamental para garantir mais segurança, agilidade e transparência ao processo de votação, reduzindo riscos de fraude e impedindo que uma pessoa vote no lugar de outra.

Rio Branco concentra o maior colégio eleitoral do estado, com 271.518 eleitores. Em seguida aparecem Cruzeiro do Sul (62.645), Sena Madureira (30.666), Tarauacá (28.427) e Feijó (23.221). Já os menores números estão em Santa Rosa do Purus, com 3.918 eleitores, e Manoel Urbano, com 5.892.

O voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos. Jovens de 16 e 17 anos, pessoas acima de 70 anos e eleitores analfabetos têm participação facultativa.

Quem ainda não possui biometria cadastrada deve procurar um cartório eleitoral ou posto do TRE-AC, munido de documento oficial com foto e comprovante de residência. O agendamento pode ser feito previamente pelo site do tribunal. A Justiça Eleitoral também disponibiliza diversos serviços online por meio do sistema Título Net, como emissão de título, transferência de domicílio eleitoral e regularização de pendências.

A recomendação é que os eleitores regularizem sua situação com antecedência, evitando transtornos e garantindo tranquilidade no dia da votação.

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“Fuck you, Lula”, diz conselheiro de Trump após crítica à ação dos EUA

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Jason Miller atacou o presidente Lula em publicação no X depois que o brasileiros condenou os ataques dos EUA na Venezuela

Jason Miller, um dos conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mandou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “se foder” depois que o brasileiro criticou a ação militar dos norte-americanos contra a Venezuela, realizada no sábado (3/1).

Em publicação no X, Miller compartilhou uma reportagem noticiando a declaração crítica de Lula sobre os ataques dos EUA, que resultaram na captura do ditador Nicolás Maduro e da esposa, Cilia Flores.

“Vai se foder, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição”, afirmou o conselheiro de Trump, em tradução livre.

Horas depois do ataques dos EUA à Venezuela, Lula se pronunciou dizendo que a ação ultrapassava uma “linha inaceitável”.

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou Lula.

Ele acrescentou ainda que, “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, destacou Lula.

Recentemente, Lula tem tentado se aproximar dos EUA depois das sanções impostas pelo país norte-americano ao Brasil. A missão, até certo ponto, tem dado certo, tendo em vista o recuo de Trump quanto às sobretaxas e também em relação a sanção contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A Venezuela, no entanto, segue sendo um flanco para o Brasil, visto que o tema é usado para atacar Lula por sua proximidade com Maduro – algo que vem sendo explorado também pela direita brasileira desde sábado.

Ataque na Venezuela

Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela e o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

Segundo Trump, ambos foram dirigidos de navio para Nova York, onde Maduro será julgado por narcoterrorismo.

Horas depois da captura, Trump chegou a publicar uma foto do líder chavista com os olhos vendados, algemado, e usando abafadores nos ouvidos. Na publicação, também é possível ver que ele está segurando uma garrafa d´água. De acordo com o presidente norte-americano, a fotografia foi registrada a bordo do USS Iwo Jima, navio que transporta Maduro para os EUA.

Depois, em declaração pública na Flórida, Trump disse que sua ofensiva contra a Venezuela foi por causa do petróleo na região e que, depois da captura de Maduro, os Estados Unidos irão administrar o país até haver uma transição de poder.

Com a saída de Maduro, quem assumiu o comendo da Venezuela foi a vice-presidente, Delcy Rodriguez. Durante uma reunião do Conselho de Defesa do País nesta sábado (3), ela afirmou que a Venezuela não irá se render aos EUA.

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Prefeito Tião Bocalom classifica prisão de Nicolás Maduro como “vitória do povo venezuelano” em postagem nas redes sociais

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Autoridades municipais e declaração polêmica repercutem após anúncio de captura do presidente da Venezuela em cenário relatado pelos Estados Unidos

Após o anúncio, feito pelo governo dos Estados Unidos, da prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, comentou o episódio em suas redes sociais, classificando a captura do líder venezuelano como uma “vitória do povo venezuelano”.

Em publicação oficial, o prefeito afirmou que Maduro seria um dos principais símbolos da chamada “esquerda autoritária” no mundo e atribuiu a queda do regime à ofensiva liderada pelo presidente norte-americano Donald Trump. Na postagem, Bocalom escreveu que um “regime que esmagou seu próprio povo chega ao fim” e agradeceu a Trump “por liderar a ofensiva que acelerou a queda de um ditador e devolveu esperança à Venezuela”.

Trecho da mensagem publicada por Bocalom nas redes sociais:

“VITÓRIA DO POVO VENEZUELANO!
O maior símbolo da esquerda autoritária no mundo, sustentado pelo narcotráfico e pela opressão, CAI.
Um regime que esmagou seu próprio povo chega ao fim.
Obrigado, Trump, por liderar a ofensiva que acelerou a queda de um ditador e devolveu esperança à Venezuela.”

Segundo a versão divulgada pelas autoridades norte-americanas, a prisão de Maduro teria ocorrido após uma ofensiva militar de grande escala lançada na madrugada deste sábado (3). De acordo com Washington, ataques teriam atingido Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Fontes oficiais dos Estados Unidos teriam informado que o casal foi retirado da Venezuela por via aérea e está sob custódia em território norte-americano, em local mantido em sigilo por razões de segurança. As mesmas autoridades confirmaram que Maduro será apresentado à Justiça no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York, onde ele e Cilia Flores teriam sido formalmente denunciados pela Procuradoria-Geral dos Estados Unidos.

No lado venezuelano, conforme divulgado nesse cenário, o governo declarou estado de emergência e afirmou desconhecer o paradeiro do presidente e da primeira-dama. A vice-presidente venezuelana também teria afirmado não ter informações sobre o casal e pedido uma prova de vida.

 

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