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Acre

Acre terá ligações intermunicipais como chamadas locais a partir de maio de 2026

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Mudança definida pela Anatel unifica todo o estado em uma única área local no DDD 68 e deve reduzir custos da telefonia fixa

Brasília – Ligação de telefone fixo para celular ficará 13% mais barata em março. A Anatel publicou hoje (24), no Diário Oficial, as novas tarifas de remuneração de redes móveis (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A partir de 31 de maio de 2026, o Acre passará a integrar a nova configuração das Áreas Locais da telefonia fixa, conforme cronograma estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A mudança ocorre com a implementação da Resolução nº 768/2024, que reduz o número de áreas locais no país de 4.118 para 67, alinhando-as aos códigos de Discagem Direta à Distância (DDDs).

Com a nova regra, todo o território acreano será contemplado por uma única área local, correspondente ao DDD 68. Na prática, isso significa que ligações entre municípios do estado deixarão de ser tarifadas como chamadas de longa distância e passarão a ser cobradas como ligações locais.

A medida deve beneficiar diretamente os usuários do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), especialmente moradores do interior, que atualmente enfrentam custos mais elevados para chamadas intermunicipais. Cidades como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Brasiléia e Feijó, por exemplo, poderão se comunicar por telefone fixo como se estivessem na mesma localidade, desde que utilizem o DDD 68.

Além da redução de custos, a mudança também simplifica a forma de discagem. Para chamadas entre telefones fixos dentro do Acre, não será mais necessário discar o código da operadora nem o DDD, bastando informar o número do destinatário.

A Anatel esclarece que, inicialmente, não haverá alteração nos números telefônicos dos usuários. Qualquer eventual mudança deverá ser devidamente justificada pelas operadoras e comunicada previamente aos clientes.

A implantação da nova configuração no Acre ocorre juntamente com outros estados das regiões Norte e Centro-Oeste, como Rondônia, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, conforme fase aprovada pelo Acórdão nº 202, publicado em agosto de 2025.

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Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco

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Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

O nível do Rio Acre apresentou nova redução nesta quarta-feira (7), conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. As medições realizadas ao longo do dia confirmam a tendência de vazante e indicam um cenário de estabilidade na capital acreana.

De acordo com os dados oficiais, às 5h20 o manancial marcou 10,37 metros. Na medição seguinte, realizada às 9h, o nível caiu para 10,29 metros, mantendo a trajetória de queda ao meio-dia, quando atingiu 10,23 metros.

A Defesa Civil informou que, nas últimas 24 horas, não houve registro de chuva em Rio Branco, com índice pluviométrico de 0,00 milímetro, fator que contribuiu diretamente para a redução gradual do volume do rio.

Mesmo com as variações observadas, o Rio Acre permanece bem abaixo da cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, e da cota de transbordo, fixada em 14,00 metros, afastando, neste momento, riscos de alagamentos na capital.

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Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil

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Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.

De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.

Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.

Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.

“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.

Com informações de AC24horas

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Acre

Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco

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Sem chuvas nas últimas 24 horas, nível do manancial recuou ao longo do dia, aponta Defesa Civil

Foto: Sérgio Vale

A Defesa Civil Municipal de Rio Branco divulgou, nesta quarta-feira (7), novo boletim com a atualização do nível do Rio Acre, que confirmou a tendência de queda do manancial ao longo do dia, mantendo-se bem abaixo da cota de alerta estabelecida para a capital.

De acordo com os dados, às 5h20 o rio marcou 10,37 metros. Já às 9h, o nível baixou para 10,29 metros. Ao meio-dia, a medição apontou 10,23 metros e, às 15h, o nível chegou a 10,15 metros, consolidando o recuo gradual das águas.

A Defesa Civil informou ainda que não houve registro de chuvas nas últimas 24 horas em Rio Branco, com volume acumulado de 0,00 milímetro, fator que contribui para a estabilidade e diminuição do nível do rio neste período.

A cota de alerta do Rio Acre na capital é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros. As informações foram repassadas pelo coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão.

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