Cotidiano
Acessibilidade e urbanização da Cidade da Justiça de Rio Branco é melhorada
Construção do terceiro prédio, Portal de Acolhimento e melhoria no calçamento da região são exemplos de medidas executadas com objetivo de ampliar o acesso da população à Justiça

Considerando as necessidades das cidadãs e dos cidadãos que precisam ir até a Cidade da Justiça, em Rio Branco, medidas que garantem a acessibilidade e urbanização foram implantadas. Entre as inciativas estão: a finalização da calçada de pedestre ao longo da Avenida Paulo Lemos de Moura Leite, que liga a BR-364 até as unidades da Justiça; e a construção do terceiro prédio na Cidade da Justiça, que deve receber as varas cíveis da capital.
Para verificar o andamento dessas inovações, o presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, acompanhado da vice-presidente Regina Ferrari, do juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, e do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, visitaram a Cidade da Justiça nessa segunda-feira, 13.

O presidente do TJAC ressaltou que as obras e investimentos visam promover acesso e, principalmente, colocar o jurisdicionado em primeiro lugar. “As pessoas que se deslocam até a Cidade da Justiça precisavam de segurança no deslocamento. Essas iniciativas visam colocam o jurisdicionado em primeiro lugar. É um instrumento de acessibilidade”.
A obra da calçada foi de responsabilidade da Prefeitura, realizada a partir da solicitação do Poder Judiciário, na gestão da desembargadora Regina Ferrari. Uma ação fruto de parceria institucional, para atender melhor a população.
Já o terceiro prédio abrigará o Fórum Cível e tem como objetivo fortalecer a infraestrutura do Judiciário, ampliando a qualidade da prestação jurisdicional e a garantia de direitos à população acreana. O investimento, totalmente custeado com recursos próprios, é de R$ 34,9 milhões.
A vice-presidente do TJAC, Regina Ferrari, lembrou que o novo Fórum visa colocar as unidades da Justiça em um mesmo local, para facilitar que a população chegue ao Judiciário. “A partir do momento que o Judiciário decidiu colocar as unidades da Justiça de Rio Branco em um só lugar, nós verificarmos essa possiblidade para construção dessa calçada, para melhorar a efetividade no acesso aos serviços da Justiça”.

O prefeito de Rio Branco destacou a importância da obra: “O atendimento ao cidadão é importante. Essa calçada visa trazer humanização. Humanização que precisamos em todos os sentidos, na saúde, na Justiça, nas ruas e praças. Nós queremos que nossa cidade seja modelo de desenvolvimento verdadeiramente sustentável, tanto economicamente, quanto socialmente. Essa obra agrega esses três desenvolvimentos, esse tripé”.
Portal de Acolhimento
Durante a visita, as autoridades da Justiça ainda passaram no Portal de Acolhimento. O local é a porta de entrada da Justiça para os cidadãos. Inaugurado em julho de 2024, o Portal traz inovações que fortalecem a prestação de serviços de forma eficaz e célere, ampliando a confiança e a proximidade com a comunidade.
O setor oferece uma recepção acolhedora, com foco em entender as necessidades individuais de cada pessoa que busca o Judiciário acreano em busca de soluções para seus problemas. Além disso, o Portal unifica atendimentos iniciais, agilizando o tempo dos cidadãos e facilitando o acesso aos serviços.
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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador
Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada
Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.
A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.
A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.
Reação imediata:
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Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;
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Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;
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O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.
Análise do discurso:
A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.
O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.
A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.
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União eleva para 91,9% sua participação no Banco da Amazônia após compra de ações do FGEDUC
Operação concluída nesta sexta (9) transferiu mais de 10 milhões de ações ordinárias do fundo vinculado à Caixa para o Ministério da Fazenda

O total de ações ordinárias do banco permanece sem alteração no capital social, apenas com redistribuição da titularidade. Banco da Amazônia financia projetos de empresas nos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Foto: Divulgação
O Banco da Amazônia informou na sexta-feira (9) que a União ampliou sua participação acionária na instituição para 91,9% do capital social. A mudança ocorreu após a transferência de 10.427.301 ações ordinárias do Fundo de Investimento FI Caixa FGEDUC Multimercado para o Ministério da Fazenda.
Com a operação, a União elevou sua posição de 73,3% para 91,9% do total de ações ordinárias do banco. O FGEDUC, que detinha 18,6% do capital, deixou de figurar na composição acionária da instituição.
Permanecem inalteradas as participações do BB FGO – Fundo de Investimento em Ações (5,1%) e dos demais acionistas minoritários (3,0%). O total de ações ordinárias do banco segue em 56.058.315 papéis, sem alteração no valor do capital social, apenas com redistribuição da titularidade.
A operação foi comunicada ao mercado e concluída nesta última sexta-feira, reforçando o controle da União sobre o banco de desenvolvimento regional.
Detalhes da operação:
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Ações transferidas: 10.427.301 ações ordinárias;
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Participação anterior da União: 73,3%;
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Nova participação: 91,9% do capital social;
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Capital total: Permanecem 56.058.315 ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social.
Mudança no quadro acionário:
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FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) deixou de ser acionista (antes detinha 18,6%);
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BB FGO – Fundo de Investimento em Ações mantém 5,1%;
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Demais minoritários seguem com 3,0%.
Contexto e implicações:
O Banco da Amazônia é um dos principais agentes de financiamento ao desenvolvimento regional nos estados da Amazônia Legal. O aumento do controle estatal pode sinalizar uma estratégia do governo federal para direcionar crédito a setores prioritários, como agronegócio, infraestrutura e bioeconomia.
A instituição deverá submeter a nova composição acionária à aprovação do Banco Central e comunicar eventuais mudanças na governança e políticas de crédito.
A saída do FGEDUC encerra uma participação histórica do fundo educacional no banco, enquanto a União fortalece seu poder de decisão sobre os rumos do principal agente financeiro de fomento na região Norte.
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Rio Branco e Adesg empatam no último amistoso antes da estreia

Foto Sueli Rodrigues: O argentino Dylan(bola) marcou o gol do Rio Branco no amistoso
Rio Branco e Adesg empataram por 1 a 1 neste sábado, 10, no José de Melo, no último amistoso antes da estreia no Campeonato Estadual. Jailson abriu o placar para a Adesg e o argentino Dylan marcou o gol do Estrelão.
Futebol abaixo
Rio Branco e Adesg realizaram um jogo treino muito abaixo do esperado. As duas equipes marcaram forte, mas apresentaram pouco poder de criação com 90 minutos sem muitas oportunidades.
Rio Branco
“A equipe vem em uma crescente, mas precisamos de reforços para elevar o nível técnico. O Rio Branco precisa ter uma equipe com capacidade de lutar pelo título”, declarou o treinador do Rio Branco, Ulisses Torres.
O Estrelão enfrenta o Vasco no sábado, 17, às 15 horas, no Tonicão, na estreia do Estadual
Adesg
“Não gostei do futebol da minha equipe. Existe a necessidade de produzir mais e na última semana de trabalho, vamos fazer esses ajustes”, afirmou o técnico da Adesg, Rodrigo Deião.
O Leão vai jogar contra o Humaitá no sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão, no primeiro jogo do Estadual.







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