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Xapuri tem a pior qualidade do ar no Acre, nesta quinta-feira

Entre os 10 municípios com mais focos de queimadas no país nas últimas 24 horas, Xapuri tem fumaceiro nesta quinta-feira, 24, e o pior registro de qualidade do ar no Acre no começo da manhã, de acordo com o sensor de monitoramento instalado na sede do 8º Batalhão do Corpo de Bombeiros.
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foram 17 focos de calor detectados no município nesse período pelo satélite de referência AQUA Tarde. Brasiléia, com 31 focos, Sena Madureira, 24, e Rio Branco, 19, também figuram entre os que mais tiveram ocorrências registradas pelo órgão.
No Acre, há mais de 30 sensores que monitoram a qualidade do ar. Os equipamentos são parte de um projeto entre o Ministério Público do Acre (MP-AC), a Universidade Federal do Acre (Ufac) e órgãos de saúde e do meio ambiente do estado acreano.
Por volta das 6h30 desta quinta-feira, o monitoramento registrou uma máxima concentração de material particulado de 280 (US EPA PM2.5 AQI), representa que todos podem sofrer efeitos mais graves na saúde se forem expostos a essas condições por 24 horas.
Em 2020, o Acre já registra 6.8397 mil focos de queimadas, o maior índice desde 2003.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.



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