Em sessão solene marcada por emoção e lições de vida, crianças, jovens e adultos com Síndrome de Down foram homenageados na manhã desta quinta-feira (22), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O autor do requerimento e também presidente da Mesa Diretora, deputado Ney Amorim (PT), destacou a importância de políticas públicas que incentivem a educação, combatam o preconceito e promovam a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho.
A sessão solene, que aconteceu em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado dia 21 de março, contou com a presença de jovens e crianças com Down e familiares, representantes da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do Acre, Tocantins, Roraima, Amazonas e da Família Down no Acre e também da ex-deputada federal Perpétua Almeida.
O presidente da Aleac, deputado Ney Amorim (PT), falou emocionado sobre a vivência diária, lutas e vitórias das pessoas com Síndrome de Down. Ele, que é pai de um Down, Junior, destacou a importância da luta contra o preconceito e também para que o mercado de trabalho seja receptivo à classe. Ney Amorim é autor da Resolução 208/2015, que disponibilizou vagas no quadro de servidores do Poder Legislativo a pessoas com Down.
“O Poder Legislativo é uma casa de muitos debates, para mim hoje é um dia muito especial, pois tenho a felicidade de ser pai de um Down, que é minha vida e alegria. Só nós, pais e familiares, conhecemos de perto as dificuldades e vitórias alcançadas em cada etapa da vida desses anjos. Eles nos ensinam o amor mais sublime, puro e verdadeiro que uma pessoa pode ter na vida. Esse momento é para celebrar, mas, sobretudo, para conscientizar. E que mais seja feito por essas pessoas que tanto precisam de nós”, salientou.
Cecília Maria, presidente da Apae de Rio Branco, agradeceu ao presidente da Aleac e demais parlamentares, pela iniciativa da sessão. Disse ainda que a Instituição trabalha para oferecer ensino e dignidade às pessoas com Síndrome de Down.
“Todos que fazem parte desse movimento se emocionam com essa homenagem, por isso quero agradecer ao deputado Ney Amorim por essa bela e tão importante iniciativa. Este ano conquistamos nossa quadra na Apae, uma instituição presente em todos os estados brasileiros, que realiza um trabalho importante na educação de crianças e jovens com Down. O Francisco, que hoje faz parte do quadro de servidores da Aleac, vivia triste, doente, agora, com essa nova função, ele é uma pessoa feliz”, destacou.
Rafaela Monteiro da Silva, representante da Família Down no Acre, agradeceu a iniciativa do deputado Ney Amorim. “Obrigada deputado Ney Amorim por essa solenidade, são momentos como estes que nos possibilitam quebrar um pouco do preconceito. São nessas ocasiões que temos a oportunidade de mostrar o quanto os nossos filhos são capazes de levar uma vida normal”, disse.
Rafaela destacou ainda a importância do projeto ‘Família Down no Estado’, que atualmente conta com a participação de 62 famílias. “A criação desse projeto foi uma forma que encontramos de ajudar outras mães que passavam pela mesma situação. Atualmente nós realizamos encontros mensais e sempre nos falamos por telefone, trocamos experiências do dia a dia dos nossos filhos, sobre quais exames são necessários. A gente troca dicas sobre médicos, sobre especialistas, porque a gente tem que ter um acompanhamento com eles muito detalhado. Realizamos ainda encontros importantes e seminários para discutir o futuro dos nossos filhos”, complementou.
Em pronunciamento, a ex-deputada federal Perpétua Almeida destacou a importância da atuação das Apaes na prestação de serviços especializados para o desenvolvimento da pessoa com Síndrome de Down. Ela parabenizou o presidente da Aleac, deputado Ney Amorim, pela realização da solenidade.
“O meu envolvimento com a Apae se deu no momento em que o Congresso Nacional, não compreendendo a importância do movimento, idealizou uma proposta de mudança de inclusão, mas cometeu o pecado de achar que para se ter uma boa inclusão as Apaes deveriam desaparecer. Não concordei e participei de vários manifestos para comprovar que inclusão não é diminuir e sim somar”, enfatizou.
Ela destacou ainda o apoio do deputado Ney Amorim à causa. “Ney Amorim nos emociona pelo olhar especial que ele tem dado às pessoas com Síndrome de Down no Acre. Ele, como pai de um adolescente com Down e como presidente de uma instituição importante, tem ajudado muito no processo de conscientização”, salientou.
O que disseram os parlamentares:
Eliane Sinhasique (MDB)
“Neste dia só quero reafirmar o meu apoio e dizer que tudo que eu puder fazer enquanto parlamentar para trazer melhorias para as pessoas com Down eu farei. Sabemos que existem algumas limitações, muitas vezes apresentamos projetos e fazemos solicitações que não são atendidas pelo governo do Estado e isso dificulta muito o processo. A falta de sensibilidade por parte do governo atrapalha demais o nosso trabalho. Eu mesma estou há quatro anos esperando a liberação das minhas emendas que eu solicitei para o Colégio Dom Bosco. Isso me deixa muito triste e frustrada. Peço que o governador dê celeridade à liberação dessas emendas, existem projetos importantes que precisam ser colocados em prática, essa é uma causa que merece uma atenção especial”.
Jenilson Leite (PCdoB)
“Esta sessão foge à regra dos debates diários que temos no Poder Legislativo. Hoje o sentimento mais exaltado aqui foi o amor. Esta sessão tem um papel fundamental para chamar atenção deste poder para os enfrentamentos diários de pessoas com Síndrome de Down. Acompanho o comprometimento do deputado Ney Amorim com esta causa, sempre com muita determinação, por isso receba também meus parabéns. ”
Reconhecimento
Ao final da sessão, Ney Amorim recebeu homenagens dos pais da Família Down e também de seu filho, Juninho, que entregou uma medalha e um certificado ao mesmo. Os representantes da Família Down, Rafaela Monteiro e Maykel Biachini, pais de Luiz Henrique, entregaram ao parlamentar uma lembrança em nome do grupo.
“Temos feito um trabalho à sociedade de forma que levemos mais conhecimento sobre a Síndrome de Down. Isso é importante, saber o que é a síndrome, que quem a possui tem plena capacidade, necessita apenas de mais incentivo e cuidados. Me espelho no Ney, pois ele tem nos ajudado demais, trazendo, inclusive, profissionais especializados para contribuir com as famílias”, destacou Rafaela.
Júnior Amorim, filho do deputado Ney Amorim, entregou um certificado e uma medalha ao pai e agradeceu pela dedicação e amor que o mesmo lhe oferece.
“Hoje usarei o microfone como meu pai. Quero dizer aqui, na frente de todos, que te amo muito pai! Quero agradecer por me sentir tão importante na sua vida. Obrigado por me inserir nas suas agendas e ainda ter tempo de torcer por mim no futebol. Te amo muito, meu pai! ” Disse emocionado.
Suely Sampaio, uma das fundadoras da Família Down no Acre, prestou uma homenagem ao presidente Ney Amorim. Ela agradeceu o apoio que ele tem dado à causa por meio de projetos importantes que, segundo ela, contribuem para que as pessoas com Down sejam vistas como seres humanos capazes.
“Encontramos no deputado Ney a pessoa capaz de nos ajudar a montar todo esse quebra-cabeça. Ele nos trouxe grandes oportunidades por meio de projetos e ações que fortaleceram significativamente esse processo que enfrentamos. Minha filha Seleny hoje faz parte do quadro de servidores desta casa graças a um projeto de sua autoria. Ney tem contribuído de forma especial para que os nossos filhos sejam vistos como pessoas capazes, somos imensamente gratos por isso”, salientou.
Emocionado, Ney Amorim agradeceu a surpresa e disse que não esperava ser surpreendido, que a sessão foi realizada com o intuito de promover não apenas uma homenagem às pessoas com Síndrome de Down, mas também para conscientizar a sociedade e combater o preconceito.
“Agradeço a presença de todos os representantes das Apaes de vários estados brasileiros. Tivemos um dia muito especial, nada melhor do que uma sessão carregada de amor e bons sentimentos, como foi essa. Vendo os pais de Down, os depoimentos, é um momento realmente especial. Já passei por vários momentos importantes aqui, recebi algumas homenagens, mas não esperava por isso hoje e jamais irei esquecer. Espero ter contribuído com essa causa e continuar fazendo mais. Nós devemos unir nossas forças, pois assim faremos muito mais. A estrela são vocês que possuem Down”, finalizou.
Andressa Oliveira e Mircléia Magalhães
Agência Aleac
A ansiedade afeta mais de 19 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Diante desse cenário, a campanha Janeiro Branco chama a atenção para a importância do cuidado com a saúde mental de crianças, adolescentes e adultos, tornando-se fundamental no enfrentamento dos sofrimentos psíquicos.
Além de promover o diálogo sobre o tema, a campanha contribui para o reconhecimento de sinais que muitas vezes passam despercebidos, como mudanças de comportamento, isolamento social e sintomas físicos sem causa aparente.
Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) Damião Nunes da Costa tem a missão de oferecer acompanhamento psicológico a crianças e adolescentes de até 17 anos e 6 meses que enfrentam transtornos mentais graves e persistentes (Foto: Secom)
Recentemente inaugurado, o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) Damião Nunes da Costa tem a missão de oferecer acompanhamento psicológico a crianças e adolescentes de até 17 anos e 6 meses que enfrentam transtornos mentais graves e persistentes, como depressão grave, crises de agressividade intensa e outros sofrimentos psíquicos.
A unidade se destaca pelo acolhimento qualificado, realizado por uma equipe multiprofissional, e está localizada ao lado da UBS Maria Barroso, na Avenida Sobral, no bairro Ayrton Senna.
Com encerramento do Janeiro Branco, é preciso reforçar que o cuidado com a saúde mental não se limita apenas ao mês alusivo. (Foto: Secom)
À frente do serviço, a coordenadora do CAPSi, Kelly Albuquerque, destaca que o cuidado com a saúde mental vai além das campanhas pontuais.
“Embora campanhas como o Janeiro Branco ampliem a visibilidade sobre a saúde mental, o cuidado e as ações de orientação e prevenção realizadas pelo município e pelas instituições ocorrem de forma contínua, ao longo de todo o ano. Por isso, é fundamental buscar apoio e identificar precocemente sinais de sofrimento, como mudanças de comportamento, isolamento social, sensação de coração acelerado, perda de produtividade entre adultos trabalhadores e baixo rendimento escolar entre crianças”, explicou.
A psicóloga do CAPSi, Kátia Freitas, reforça a importância de compreender as emoções como parte do processo de cuidado. (Foto: Secom)
Entre as famílias já atendidas está a de Marly de Carvalho, cuidadora e mãe de R.C., que percebeu mudanças no comportamento da filha, consideradas um sinal de alerta para a busca por acompanhamento especializado.
“Tudo começou quando minha filha passou a ficar muito ansiosa, nervosa e trêmula. Cheguei a levá-la para uma consulta médica. O doutor prescreveu a medicação, citalopram, e explicou que o ideal seria procurar um psicólogo. Agora, minha expectativa é que, a cada vinda aqui, ela saia melhor, que seja um atendimento proveitoso. É isso que eu espero”, relatou.
Integrado às atividades do CAPSi, o Grupo Classificando Emoções, formado por 10 adolescentes, desempenha um papel estratégico no cuidado em saúde mental, especialmente para jovens que enfrentam dificuldades para compreender os próprios sentimentos nessa fase do desenvolvimento.
A psicóloga do CAPSi, Kátia Freitas, reforça a importância de compreender as emoções como parte do processo de cuidado.
“Nosso objetivo é ajudar crianças e adolescentes a compreender que irão conviver com diversas emoções ao longo de toda a vida e que elas nem sempre são apenas negativas. Muitas vezes, as emoções nos preparam para situações que vivenciamos ao longo do nosso percurso. Além disso, trabalhamos estratégias para que consigam se regular e se estabilizar emocionalmente, já que, quando não se entende o que se sente, esses sentimentos acabam sendo potencializados, desorganizados e gerando sofrimento”, explicou.
Com cerca de 400 atendimentos mensais, o CAPS Samaúma II é referência na Rede de Atenção Psicossocial do município para o público adulto. (Foto: Secom)
Com cerca de 400 atendimentos mensais, o CAPS Samaúma II é referência na Rede de Atenção Psicossocial do município para o público adulto. Vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, a unidade desenvolve grupos terapêuticos e ações de cuidado integral que impactam diretamente a vida dos assistidos.
Moradora do bairro Vitória, Marinês Gomes participa dos grupos terapêuticos e relata como o acompanhamento dos profissionais contribuiu para sua trajetória de cuidado e bem-estar.
Em 2025, o CAPS Samaúma II atendeu, em média, 5 mil pessoas, realizando mais de 17 mil procedimentos. (Foto: Secom)
“Faço tratamento para depressão e ansiedade, e o que a gente mais precisa nesses momentos é acolhimento. No grupo ‘50 Mais’, participo de palestras, rodas de conversa e oficinas de costura e bordado, o que para mim é muito gratificante. Sou acompanhada por uma psicóloga e um psiquiatra há dois anos. O CAPS é vida, amor e família”, afirmou.
Entre os grupos terapêuticos desenvolvidos na unidade está o Grupo Essência, coordenado pela terapeuta sistêmica Camila Fonseca.
Em 2025, o CAPS Samaúma II atendeu, em média, 5 mil pessoas, realizando mais de 17 mil procedimentos, entre atendimentos em psicoterapia de grupo, sessões de auriculoterapia, atendimento domiciliar na atenção primária, entre outros serviços.
As ações realizadas diariamente reforçam o cuidado integral oferecido aos assistidos, consolidando a unidade como espaço de referência para pessoas que enfrentam depressão, ansiedade e outros transtornos mentais.
Com o encerramento do Janeiro Branco, é preciso reforçar que o cuidado com a saúde mental não se limita apenas ao mês alusivo. Os espaços de acolhimento, escuta qualificada e acompanhamento psicológico ofertados na rede municipal seguem disponíveis durante todo o ano, garantindo atendimento contínuo e humanizado à população de Rio Branco.
Retorno ocorre em ano eleitoral, com orçamento de R$ 67 milhões e expectativa de mudanças no cenário político local
Os trabalhos da Câmara Municipal de Rio Branco serão retomados na próxima terça-feira, 3 de fevereiro, após mais de um mês de recesso parlamentar. A informação foi confirmada pelo vice-presidente do Poder Legislativo, vereador Leôncio Castro (PSDB).
De acordo com dados divulgados pela Prefeitura de Rio Branco no Diário Oficial do Estado, em 15 de janeiro, o orçamento da Câmara para 2026 está estimado em R$ 67 milhões. Para Castro, as perspectivas para o novo ano legislativo são positivas, especialmente diante do desempenho recente da Casa.
“A expectativa é das melhores. A Câmara quebrou o número de indicações e projetos, sendo a legislatura mais produtiva dos últimos anos”, avaliou o parlamentar.
O reinício das atividades ocorre em um ano eleitoral, o que deve impor desafios adicionais aos vereadores que pretendem disputar o pleito, exigindo a conciliação entre a atuação legislativa e as agendas de campanha.
O cenário político municipal também deve ser impactado pela possibilidade de renúncia do prefeito Tião Bocalom, prevista para abril, caso ele confirme a intenção de disputar o Governo do Estado. A eventual saída do chefe do Executivo pode provocar mudanças na dinâmica da base governista dentro da Câmara ao longo do ano.
Com as constantes chuvas que vêm atingindo o estado durante o inverno amazônico, diversos rios apresentam elevação significativa no nível da água. Na capital, Rio Branco, o Rio Acre atingiu a cota de 15,14 metros na medição das 15h deste sábado, 31, representando um aumento de quatro centímetros em relação à última aferição. Diante da elevação contínua, a Defesa Civil estadual intensifica as ações em todas as regiões e mantém a população em alerta.
Na capital do estado, o Rio Acre já mede 15,14 metros em nível de água. Foto: Alefson Domingos/Secom
Nos municípios do interior, a elevação do nível das águas também preocupa o governo do Estado. Em Xapuri, o Rio Acre está a cerca de 30 centímetros de atingir a cota de transbordamento. No momento, o manancial registra 13,20 metros, com redução de 11 cm em um intervalo de três horas.
A população de Porto Walter também deve ficar atenta. Neste sábado, o Rio Juruá atingiu 10,16 metros, ultrapassando a cota de alerta. Com a elevação registrada nas últimas horas, os agentes estaduais reforçaram o acompanhamento da situação, e os trabalhos estão sendo conduzidos de forma estratégica para garantir apoio à população.
Na cidade de Sena Madureira, o Rio Iaco registra nível de 15,48 metros e apresenta estabilidade. Em razão da cheia, 303 pessoas estão desabrigadas, 1.363 desalojadas e 15.150 moradores foram afetados no município.
Governo do Estado tem intensificado o trabalho e garantido apoio aos atingidos. Foto: Alefson Domingos/Secom
Segundo o coordenador da Defesa Civil do Estado, coronel Carlos Batista, a tendência é o Rio Acre continuar subindo na capital até este domingo, 1º, enquanto, nas regiões de cabeceira, o nível não começar a se estabilizar nem apresentar sinais de vazante.
“Em Xapuri e Capixaba, o nível está subindo lentamente, mas com possibilidade de estabilização. Já em Rio Branco, até amanhã, a tendência é de aumento, ainda que de forma gradual. Por isso, todo o Estado está dando apoio às defesas civis municipais e às prefeituras”, afirma.
Coronel Carlos Batista é coordenador da Defesa Civil Estadual. Foto: Jean Lopes/Defesa Civil
O Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) também atua neste momento de crise ambiental. Em colaboração com os demais órgãos, as equipes prestam todo o suporte necessário às famílias já afetadas pelas cheias dos rios e enxurradas dos igarapés em todo o estado.
Defesa Civil e Corpo de Bombeiros já atuam no resgate às famílias. Foto: Alefson Domingos/Secom
O gestor ressalta que moradores que se sentirem em situação de risco, especialmente quando as águas se aproximarem das residências, podem acionar o número 193, para que equipes sejam deslocadas ao local e prestem o atendimento necessário.
“Entre em contato imediatamente. As equipes de plantão, tanto do Corpo de Bombeiros quanto das defesas civis, irão até o local e farão a remoção dessas pessoas para um abrigo público ou para outro local que elas desejarem”, completa Batista.
Boletim 31/01 (às 15h)
Níveis de outros rios:
Santa Rosa do Purus (Rio Purus): 9,26 m (-0,12 cm)
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