Na manhã desta segunda-feira, 24, trabalhadores dos Correios fecharam parcialmente a entrada da Agência, localizada na Avenida Ceará, nos arredores do bairro Abrahão Alab, em Rio Branco.

Desde o último dia 18 de agosto, os funcionários estão de greve alegando que tiveram 70 direitos revogados, dentre eles: 30% do adicional de risco, vale-alimentação e auxílio-creche.

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), os trabalhadores ainda lutam contra a privatização alardeada pelo governo Bolsonaro e a cúpula dos Correios.

“A partir dessa meta, o governo vem promovendo o sucateamento e fechamento das agências, promovendo demissões para facilitar a privatização”, afirmou a Federação.

Na segunda-feira, 24, a presidente do Sindicato dos servidores dos Correios no Acre, Suzy Cristiny, afirmou que a direção dos Correios recorreu de decisão do Tribunal Superior do Trabalho e suspendeu os direitos previstos na sentença para os empregados dos Correios.

“Sindicatos e Federação têm travado uma luta judicial para garantir equipamentos, sabonete, álcool em gel, desinfecção de agências, testagem de trabalhadores e afastamento de grupos de risco, que coabitam com grupos de risco ou que possuem filhos em idade escolar”, pontuou Suzy.

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