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TJAC realiza doação de fraldas para instituições de acolhimento de idosos e crianças
As parcerias entre o judiciário e as entidades beneficiadas reforçam o comprometimento e importância da responsabilidade social com pessoas em situação de vulnerabilidade
A presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Regina Ferrari, e a coordenadora da Infância e Juventude (CIJ), desembargadora Waldirene Cordeiro, entregaram as doações de fraldas ao Educandário Santa Margarida e Lar dos Vicentinos nesta quinta-feira, 18. A arrecadação ocorreu durante a inscrição das candidatas e candidatos nos processos seletivos institucionais, realizados no ano de 2023.

A iniciativa destaca o papel ativo que as lideranças públicas desempenham em apoiar instituições beneficentes e reforça a importância da responsabilidade social do Judiciário acreano. Foram destinadas mais de 500 fraldas entre os tipos infantis e geriátricas para o Educandário e para a entidade que atende os idosos.
A desembargadora-presidente, Regina Ferrari, evidencia as ações sociais do TJAC. “É fundamental as parcerias com as entidades, colocando em funcionamento os projetos que planejamos e realizamos durante o ano. Nosso plano é continuar com as entregas em outros municípios do Estado”.
Ana Maria Sobreira, presidente do Lar Vicentino, agradeceu a visita e a parceria da entidade com o Judiciário acreano. “Destaco que a ação do TJAC é muito bem-vinda e agradeço o carinho que o judiciário e a desembargadora-presidente, Regina Ferrari têm pela casa. Atualmente temos 41 idosos, por isso, peço também que a sociedade tenha um olhar mais carinhoso para com as pessoas que vivem aqui e necessitam de doações e carinho”.

A coordenadora-geral do Educandário Santa Margarida, Edenilse Dantas, enfatiza a parceria ativa do TJAC. “Mensalmente recebemos a visita de representantes do Judiciário acreano apoiando nossas ações e trazendo carinhos para as crianças. Estamos com o novo projeto “Jardim das Margaridas” essencial para a qualidade dos serviços que prestamos para as 25 crianças que atualmente aqui residem”.
A entrega das fraldas foi realizada durante uma visita da presidente do TJAC às entidades, que se dedicam a acolher e cuidar do público em situação de vulnerabilidade. Nesse sentido, a doação é um recurso essencial para o atendimento das necessidades diárias.
As entregas foram acompanhadas ainda pela secretária de Programas Sociais do TJAC, Regiane Verçoza, pela assessora da CIJ, Jhennyfer Andrade e pela assessora-chefe Militar tenente-coronel Alexsandra Rocha.
Texto: Claudio Angelim – estagiário sob supervisão / Fotos: Elisson Magalhães | Comunicação TJAC
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No AC, justiça mantém salários de policial preso acusado de matar homem
A Justiça do Acre decidiu manter o pagamento dos salários do policial civil Elves Gomes de Lima, preso preventivamente e acusado de envolvimento na morte do jovem Antônio Luan Menezes Viana, de 21 anos, em Feijó, no interior do estado. A decisão, publicada na última terça-feira (24), foi tomada por unanimidade pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que negou recurso do Estado e confirmou sentença favorável ao servidor.
O governo estadual tentava suspender a remuneração sob o argumento de que o policial está preso e afastado das funções. No entanto, o colegiado acompanhou o voto da relatora, desembargadora Waldirene Cordeiro, e entendeu que a medida não encontra respaldo legal antes de uma condenação definitiva ou da conclusão de processo administrativo disciplinar.
Segundo o acórdão, a prisão preventiva tem natureza cautelar e não pode ser tratada como punição antecipada. A Corte destacou que a suspensão de vencimentos nessas condições afronta princípios constitucionais como a presunção de inocência, a dignidade da pessoa humana e a irredutibilidade salarial.
Os desembargadores também ressaltaram que o fato de o servidor estar preso e impossibilitado de exercer suas funções não autoriza automaticamente o corte da remuneração. Outro argumento rejeitado foi o de que o auxílio-reclusão poderia substituir o salário, já que o benefício possui caráter assistencial e não se confunde com a remuneração de servidor ativo.
O caso que originou a decisão remonta a setembro de 2024, quando Antônio Luan Menezes Viana foi morto a tiros e um adolescente de 16 anos ficou ferido durante um ataque em via pública no município de Feijó. De acordo com as investigações, as vítimas estavam com amigos quando um carro se aproximou e os ocupantes efetuaram disparos. Antônio Luan foi atingido pelas costas, chegou a ser socorrido e transferido para outra unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.
Dias após o crime, Elves Gomes de Lima foi preso em Rio Branco, suspeito de participação no ataque, junto com outro investigado. A prisão preventiva foi autorizada pela Justiça a partir de investigação conduzida pela Polícia Civil, por meio da Corregedoria-Geral.
O Ministério Público do Acre denunciou os dois acusados em novembro de 2024. Segundo a acusação, eles teriam agido em conjunto, por motivo considerado fútil e com recurso que dificultou a defesa das vítimas. Além do homicídio qualificado, o policial também responde por tentativa de homicídio, fraude processual e por dirigir sob efeito de álcool.
Em 2025, o processo avançou com a realização de audiência de instrução e julgamento, fase em que foram ouvidas testemunhas e produzidas provas. O caso ainda pode ser submetido ao Tribunal do Júri.
Com a decisão do TJAC, o policial seguirá recebendo salários enquanto não houver condenação penal definitiva, com trânsito em julgado, ou a conclusão de eventual processo administrativo que determine a aplicação de sanção.
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Foragido do presídio Manoel Neri é recapturado em Cruzeiro do Sul
Polícia Penal e Gefron localizaram detento durante buscas na região do Moa; um dos fugitivos segue foragido
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