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TJAC abre inscrições para cadastro eletrônico de peritos, tradutores e órgãos técnicos

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Foto: TJAC/assessoria

Estão abertas as inscrições para profissionais que desejam integrar o Cadastro Eletrônico de Peritos, Tradutores, Intérpretes e Órgãos Técnicos ou Científicos (CPTEC/TJAC), sistema utilizado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) para organizar a escolha, nomeação e remuneração dos especialistas que auxiliam em processos judiciais e administrativos. O credenciamento é regulamentado pelo Edital de Credenciamento nº 01/2023.

Segundo o TJAC, a iniciativa atende ao que prevê o Código de Processo Civil, as normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e regulamentações internas do Judiciário acreano. O cadastro é obrigatório para quem pretende atuar tanto no primeiro quanto no segundo grau de jurisdição, incluindo demandas que envolvam assistência judiciária gratuita.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema CPTEC/TJAC, disponível no site do Tribunal. Pessoas físicas ou jurídicas devem preencher o formulário eletrônico e enviar a documentação digitalizada. Após o envio, os dados são analisados e validados pelas Diretorias de Foro, no primeiro grau, e pela Gerência de Feitos, no segundo grau. A validação é requisito para o recebimento de honorários, porém não garante nomeações

Podem se credenciar peritos judiciais, tradutores, intérpretes, inclusive de Libras, e profissionais de áreas técnicas diversas. Para pessoas físicas, são exigidos documentos como RG, CPF, certidão eleitoral, currículo atualizado e comprovação de regularidade junto ao órgão de classe. Já para pessoas jurídicas, o edital requer CNPJ, contrato social, certidões fiscais e indicação de responsável técnico

A nomeação dos profissionais credenciados ocorrerá preferencialmente por sorteio eletrônico no próprio sistema. Quando não for possível realizar o sorteio, o magistrado poderá indicar diretamente o especialista, respeitando as regras de vedação e impedimentos previstos no edital.

Os honorários serão estabelecidos pelo magistrado responsável, levando em conta critérios como complexidade, especialização e tempo necessário para execução do trabalho.

Nos casos de assistência judiciária gratuita, o pagamento será feito com recursos do orçamento do Judiciário, conforme limites fixados pela Portaria nº 2.987/2023. A solicitação de pagamento é lançada no sistema após a entrega do trabalho e o encerramento do prazo para manifestação das partes.

Apenas profissionais devidamente cadastrados podem ser nomeados e remunerados. Em situações excepcionais, quando não houver especialista disponível no sistema, o magistrado poderá nomear profissional externo, que deverá realizar seu cadastro em até 30 dias.

Com informações do TJAC

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Câmara aprova autorização para que comércios divulguem imagens de crimes

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Plenário da Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (17/3), um projeto de lei que autoriza estabelecimentos comerciais a divulgar imagens e áudios de pessoas flagradas cometendo crimes dentro de suas lojas. O texto, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), segue agora para análise do Senado.

De acordo com a proposta, a exposição das imagens deverá ter finalidade clara, como identificar o infrator, alertar a população ou colaborar com autoridades públicas. A medida também estabelece limites: terceiros que não tenham relação com o crime não poderão ser expostos e respeitar, quando possível, os princípios da necessidade e proporcionalidade.

O projeto determina, ainda, que o estabelecimento registre boletim de ocorrência antes de divulgar o material. Caso haja divulgação indevida, especialmente de imagens falsas ou distorcidas, o responsável poderá ser penalizado.

De autoria da deputada Bia Kicis (PL-DF), o Projeto de Lei 3630/25 foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Sanderson (PL-RS). Durante a votação, o parlamentar argumentou que os direitos à privacidade, à imagem e à proteção de dados não são absolutos e precisam ser equilibrados com outros valores constitucionais, como a segurança pública e o interesse coletivo.

Segundo Sanderson, a proposta tem como objetivo dar segurança jurídica a comerciantes e evitar o uso indevido da legislação de proteção de dados como “escudo” para práticas criminosas. “A autorização restrita e condicionada contribui para a identificação de infratores e para a proteção da coletividade”, afirmou.

Bia Kicis defendeu que a iniciativa pode ajudar a coibir crimes, inclusive contra mulheres, em locais como academias. Segundo ela, a regra se aplica a qualquer tipo de estabelecimento comercial.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

DHPP prende “Fala Fina” por envolvimento em homicídio no bairro Cidade do Povo. Foto: cedida

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.

O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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MPAC recebe visita institucional do Imac e discute acordo de cooperação técnica

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), recebeu, nesta terça-feira, 17, a visita institucional de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

A agenda teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento do NAT e da Coordenação Técnico-Científica do MPAC, além de discutir a possibilidade de celebração de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as instituições.

O coordenador-geral do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou que a iniciativa busca fortalecer a atuação conjunta na área ambiental.

“Tratamos de uma minuta de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai trazer mais eficiência nos relatórios do NAT, maior segurança jurídica, unir forças de forma colaborativa para que possamos desenvolver um trabalho mais eficiente em prol do meio ambiente”, disse.

O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos.

“Esse acordo é muito importante, não somente para a sociedade quanto, por ter a segurança jurídica, é também a união dos técnicos do Imac e do NAT para que possamos fazer em conjunto as vistorias e relatórios técnicos. Esse ACT será um trabalho em conjunto”, afirmou.

Texto: Marcelina Freire
Fotos: William Crespo
Agência de Notícias do MPAC

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