Cotidiano
Supercopa Rei 2026: Flamengo x Corinthians em Brasília
Supercopa Rei 2026: Data, Local e Importância
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou a data e o local da Supercopa Rei de 2026, marcando o início da temporada futebolística com um grande confronto. O embate está agendado para o dia 1º de fevereiro, um domingo, tendo como palco a capital federal, Brasília. A escolha da Arena BRB Mané Garrincha reitera a tradição de sediar grandes decisões em campo neutro, buscando imparcialidade e facilitando a logística para as torcidas que se deslocam de diferentes regiões do país. Inicialmente prevista para 24 de janeiro, a data foi ajustada, proporcionando um cronograma mais adequado para a preparação das equipes.
A Arena BRB Mané Garrincha, um estádio de padrão internacional, se prepara para receber os torcedores de Flamengo e Corinthians em uma divisão equitativa de 50% para cada clube, prometendo um espetáculo vibrante nas arquibancadas. A capital federal tem se consolidado como um palco frequente para a Supercopa, garantindo infraestrutura e acessibilidade para este evento de grande porte, que serve como a primeira grande decisão do calendário nacional de futebol de 2026.
A Importância da Supercopa Rei no Calendário
A Supercopa Rei não é apenas uma partida de futebol; ela simboliza a coroação do futebol nacional, colocando frente a frente os campeões das duas principais competições da temporada anterior: o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Para 2026, teremos o Flamengo, campeão do Brasileirão de 2025, contra o Corinthians, vencedor da Copa do Brasil de 2025. Este confronto inaugural estabelece o tom para o ano, com os dois clubes mais vitoriosos do Brasil brigando pelo primeiro troféu do calendário e demonstrando a força de seus elencos desde o primeiro apito.
Além de abrir a temporada com um duelo de gigantes, a competição assume um papel ainda mais significativo a partir de 2024, quando foi rebatizada como Supercopa Rei. Esta mudança é uma emocionante homenagem a Pelé, o ‘Rei do Futebol’, falecido em dezembro de 2022. O novo nome eleva o status do torneio, transformando-o em um tributo perene à maior lenda do esporte, com o troféu representando a coroa do futebol nacional. A Supercopa, que esteve inativa entre 1992 e 2019, foi reativada pela CBF em 2020, consolidando-se rapidamente como um evento indispensável no calendário, celebrando a excelência e a história do futebol brasileiro.
Flamengo x Corinthians: O Duelo de Campeões
A Supercopa Rei 2026 promete um confronto eletrizante entre dois dos maiores clubes do futebol brasileiro: Flamengo e Corinthians. Esta decisão, marcada para 1º de fevereiro em Brasília, coloca frente a frente o campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, o Flamengo, e o vencedor da Copa do Brasil do mesmo ano, o Corinthians. É um embate direto entre as duas equipes que mais brilharam e conquistaram os títulos nacionais mais cobiçados da temporada anterior, estabelecendo um cenário perfeito para a abertura oficial do calendário futebolístico de 2026. A partida não é apenas um jogo, mas a consagração do domínio de cada clube em sua respectiva competição, garantindo um duelo de alto nível técnico e estratégico.
Este ‘Duelo de Campeões’ ganha ainda mais peso pelo formato da Supercopa Rei. A competição, que homenageia Pelé, foi idealizada para que o troféu represente a ‘coroa do futebol nacional’, sendo disputado pelos dois clubes que se destacaram e dominaram o cenário futebolístico no ano anterior. Assim, ter Flamengo e Corinthians se enfrentando é a materialização dessa proposta. Ambos os clubes trazem consigo uma história rica em títulos, torcidas apaixonadas e elencos repletos de estrelas, elevando as expectativas para um espetáculo grandioso na Arena BRB Mané Garrincha. A rivalidade histórica entre cariocas e paulistas adiciona uma camada extra de emoção a essa final única.
O confronto também serve como um termômetro para a temporada que se inicia. Para o Flamengo, defender o título do Brasileirão 2025 começa com a afirmação de sua força neste clássico nacional. Para o Corinthians, a vitória na Copa do Brasil 2025 culmina na chance de erguer mais uma taça e iniciar o ano com um grande triunfo. A CBF, buscando a imparcialidade e uma atmosfera de festa, já confirmou a divisão de 50% dos ingressos para cada torcida, garantindo um palco vibrante e equilibrado para esta batalha de gigantes. É mais do que uma taça; é a supremacia inicial do ano em jogo.
Arena Mané Garrincha: Palco e Divisão da Torcida
A Arena BRB Mané Garrincha, situada no coração de Brasília, foi novamente confirmada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como o palco escolhido para a Supercopa Rei de 2026. A capital federal sediará a primeira grande decisão da temporada, marcando a importância da cidade como epicentro para eventos esportivos de relevância nacional. O estádio, reconhecido por sua arquitetura moderna e infraestrutura de ponta, receberá o aguardado confronto em jogo único entre Flamengo e Corinthians, prometendo um espetáculo memorável no centro-oeste brasileiro e consolidando Brasília como destino frequente para grandes partidas.
Um dos pontos cruciais na organização deste clássico nacional é a estratégica divisão da torcida, visando equilíbrio e segurança. A CBF assegurou que as arquibancadas da Arena Mané Garrincha serão divididas de forma equitativa: 50% dos ingressos destinados aos fervorosos torcedores do Flamengo e 50% para a apaixonada massa corintiana. Essa medida busca garantir que ambos os clubes, protagonistas do futebol brasileiro, recebam apoio massivo e balanceado. A escolha por um campo neutro e a divisão igualitária de torcidas são práticas padrão para a Supercopa Rei, garantindo a imparcialidade e realçando o caráter de decisão nacional sem vantagens de mando de campo.
A Trajetória da Supercopa Rei: Da Reativação à Homenagem
A Supercopa Rei, competição que anualmente abre o calendário do futebol brasileiro, possui uma trajetória rica, marcada por interrupções e um renascimento triunfal. Criada inicialmente no início da década de 90, a disputa entre o campeão do Campeonato Brasileiro e o da Copa do Brasil teve uma existência breve, sendo descontinuada após 1991 e permanecendo inativa por quase três décadas. Este hiato deixou uma lacuna no cenário nacional, que só seria preenchida anos depois, com a visão de fortalecer o calendário e celebrar os grandes vitoriosos do futebol brasileiro.
Reativação da Supercopa
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tomou a decisão estratégica de reativar a Supercopa do Brasil em 2020. A medida visava não apenas preencher uma lacuna no calendário, mas também criar um novo ponto alto no início da temporada, colocando frente a frente os dois clubes de maior sucesso no ano anterior. A partida em campo neutro rapidamente se estabeleceu como um evento de grande apelo, consolidando-se como a primeira grande decisão anual e um termômetro para as ambições das equipes no ano que se iniciava.
A Homenagem ao Rei Pelé
Em 2024, a competição ganhou um novo e significativo nome: Supercopa Rei. Esta mudança foi uma emocionante homenagem da CBF ao maior futebolista de todos os tempos, Pelé, que faleceu em dezembro de 2022. Ao rebatizar o torneio, a entidade imortalizou o ‘Rei do Futebol’ no nome de uma das mais importantes disputas nacionais. A intenção é que o troféu represente a coroa do futebol brasileiro, simbolizando a supremacia e a excelência, conceitos intrinsecamente ligados ao legado de Pelé. A Supercopa Rei, portanto, não é apenas um título, mas um tributo perene ao eterno camisa 10 da seleção brasileira e seu impacto inestimável no esporte mundial.
Histórico da Competição: Os Donos da Coroa
A Supercopa Rei, em sua atual formatação, renasceu das cinzas em 2020, reativada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com o objetivo de abrir a temporada nacional com um confronto de peso. A competição reúne os grandes vencedores do ano anterior: o campeão do Campeonato Brasileiro e o detentor da Copa do Brasil. Esse formato visa coroar o clube que mais se destacou nas duas principais competições domésticas, estabelecendo um verdadeiro “supercampeão” antes mesmo do início dos estaduais e das novas edições dos torneios nacionais e continentais. Tradicionalmente disputada em campo neutro para garantir a imparcialidade, a Supercopa se consolidou como a primeira grande decisão anual.
A história da Supercopa, contudo, possui raízes mais antigas, embora com um longo hiato. Após edições pontuais no início dos anos 90, o torneio ficou dormente entre 1992 e 2019. Sua reintrodução em 2020 marcou um novo capítulo, que foi ainda mais significativo em 2024. Neste ano, a CBF decidiu rebatizar a disputa para “Supercopa Rei” em uma emocionante homenagem a Pelé, o Eterno Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022. Essa mudança não apenas honra o maior ícone do esporte, mas também solidifica a ideia de que o troféu representa a coroa máxima do futebol brasileiro, sendo disputado pelos clubes que dominaram o cenário na temporada anterior.
Desde sua reativação, alguns clubes têm se estabelecido como os “donos da coroa”, com o Flamengo se destacando como o maior campeão do novo formato. O Rubro-Negro carioca conquistou o título em 2020 e 2021, além de ser o atual campeão de 2025, conforme o contexto deste artigo que se refere à edição de 2026, onde venceu o Botafogo por 3 a 1. Outros gigantes também gravaram seus nomes na galeria de vencedores recentes: o Atlético Mineiro levantou a taça em 2022, seguido pelo Palmeiras em 2023 e o São Paulo em 2024. Essa lista de campeões reflete a constante disputa pela supremacia no futebol brasileiro, transformando a Supercopa Rei em um palco de grandes embates e celebrações.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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Mailza Assis cobra apoio de Bocalom à sua candidatura e reclama de falta de reciprocidade política
Vice-governadora afirma que prefeito foi “beneficiário direto” da base atual, mas mantém discurso cauteloso; clima de desgaste silencioso avança na base governista

Vice-governadora considera que respaldou prefeito em eleições anteriores e esperava gesto público em retorno; clima político entre Palácio Rio Branco e prefeitura aquece. Foto: captada
A relação política entre a vice-governadora Mailza Assis (PP) e o prefeito Tião Bocalom (PL) passou por tensões nos bastidores após manifestações de descontentamento da aliada histórica do gestor municipal. Mailza tem dito a interlocutores próximos que se sente frustrada pela falta de reciprocidade do prefeito no atual cenário pré-eleitoral.
Segundo a vice-governadora, seu apoio foi decisivo para as vitórias de Bocalom em 2020 e 2024, quando ela ainda era senadora. Agora, na fase de composição da chapa para a eleição estadual de 2026, Mailza esperava um gesto público de apoio à sua pré-candidatura ao governo do estado — o que, até o momento, não aconteceu.
O clima entre o Palácio Rio Branco (sede do governo) e a prefeitura da capital segue em análise, enquanto Bocalom preparou oficialmente sua própria candidatura ao governo do Acre anunciada na última segunda-feira, dia 19, e a ausência de declarações de apoio à vice-governadora pode indicar um afastamento estratégico às vésperas da disputa.

Para aliados, a ausência de respaldo público reflete um desgaste silencioso dentro da base governista, que ainda tenta fechar uma chapa unificada para a sucessão estadual. Foto: captada
A vice-governadora também tem ressaltado que sua pré-candidatura não se trata de um projeto pessoal, mas da continuidade do grupo político que atualmente governa o Acre, do qual o prefeito da capital foi beneficiário direto, tanto em termos eleitorais quanto institucionais.
Apesar das críticas, Mailza adota um discurso cauteloso ao tratar do tema. Ela afirma respeitar o direito de Tião Bocalom de fazer suas próprias escolhas políticas e de conduzir sua estratégia eleitoral. No entanto, não esconde a mágoa pela ausência de um apoio claro e consolidado à sua postulação, o que, para aliados, evidencia um desgaste silencioso dentro da base governista.

Mailza diz que sua pré-candidatura representa continuidade do grupo no poder e aguarda apoio de Bocalom. Foto: captada
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Acre fortalece protagonismo ambiental e assume vice-presidência do Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), participou nesta terça-feira, 21, de reuniões estratégicas promovidas pelo Consórcio Amazônia Legal, em Brasília, com foco no fortalecimento da agenda ambiental, no avanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e no planejamento das ações para 2026.

Participaram da reunião secretários dos estados da Amazônia Legal, além de representantes da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e as Florestas (GCF Task Force) e da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), bem como de instituições do governo federal ligadas à agenda ambiental.
Representando o Acre, estiveram presentes o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, e o diretor de Meio Ambiente, Erisson Cameli.

Pela manhã, os gestores participaram da reunião da Câmara Setorial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que teve como principal objetivo a consolidação e aprovação do Plano de Ação para 2026, com o objetivo de alinhar diretrizes, prioridades e estratégias conjuntas voltadas à sustentabilidade e à regularização ambiental.
Durante o encontro, foi realizada a eleição da nova composição do Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal, do GCF e da Câmara de Meio Ambiente. Na ocasião, o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio Romão, foi eleito presidente do colegiado, enquanto o secretário do Meio Ambiente do Acre, Leonardo Carvalho, assumiu a vice-presidência, reforçando o protagonismo do Acre e sua atuação estratégica nos espaços de governança ambiental interestadual.

“Esses encontros fortalecem a cooperação entre os estados da Amazônia Legal e permitem a construção de soluções conjuntas para desafios comuns, como a regularização ambiental, a segurança jurídica e a implementação efetiva do Código Florestal. A eleição da nova composição do Fórum, com o Acre assumindo a vice-presidência, reforça o reconhecimento do trabalho que o estado vem desenvolvendo e amplia nossa responsabilidade e contribuição nos espaços de governança ambiental interestadual”, enfatizou o secretário Leonardo Carvalho.
No período da tarde, a delegação acreana participou de agendas técnicas voltadas ao alinhamento e ao fortalecimento das políticas ambientais. Entre os compromissos, esteve a reunião sobre a ADPF 743, com foco no acompanhamento do Plano de Ação dos estados relacionado ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), avaliando avanços, desafios e encaminhamentos conjuntos.

A programação contou ainda com reunião com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para alinhar a participação dos estados nas ações previstas para 2026.
Encerrando a agenda, os representantes participaram de um encontro sobre o Programa de Cooperação Regional para a Prevenção e o Controle do Desmatamento e das Queimadas na Amazônia Legal, conduzido pelo Funbio, com apoio do Green Climate Fund, voltada ao fortalecimento de ações integradas de enfrentamento desmatamento e queimadas na Amazônia Legal.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Deracre entra na fase final da obra da Casa do Produtor

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), avança na fase final da obra da Casa do Produtor, em Sena Madureira. A construção está na etapa de acabamentos e se aproxima da entrega, após meses de execução no local.
A obra foi pensada a partir da rotina de produtores rurais que saem das comunidades ainda de madrugada e passam o dia na cidade para vender o que produzem. Segundo a presidente do Deracre, Sula Ximenes, essa realidade foi determinante para o formato do projeto.
“Tem produtor que chega cedo, fica horas esperando, muitas vezes sem ter onde descansar ou organizar a carga. A Casa do Produtor nasce dessa necessidade simples: oferecer um lugar de apoio para quem passa o dia inteiro na cidade trabalhando”, afirmou.
Executada com recursos de parceria entre o governo do Estado e o governo federal, a construção atende determinação do governador Gladson Camelí e integra o conjunto de obras voltadas ao apoio direto à produção rural no interior.

“Não é uma obra para ficar fechada ou sem uso. É para funcionar no dia a dia, para quem realmente precisa. Agora estamos na fase final, cuidando dos detalhes, para entregar uma estrutura que seja útil desde o primeiro dia”, completou Sula Ximenes.
A construção já conta com as instalações elétrica, hidráulica e hidrossanitária concluídas, além do piso e do forro finalizados. No momento, os serviços estão concentrados no revestimento cerâmico das áreas molhadas e na pintura interna. Na parte externa, seguem os trabalhos de adequação do entorno, acabamento do muro, execução das calçadas e implantação da área de convivência.

A Casa do Produtor contará com dormitórios coletivos, área de convivência, copa, depósito e banheiros adaptados para pessoas com deficiência, com capacidade para atender produtores de Sena Madureira e de comunidades vizinhas que utilizam a cidade como ponto de comercialização da produção agrícola.

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