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Sinteac diz que governo não poderá corta pontos e que Codepe não tem autorização para negociar greve

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SINTEACROSANANASCIMENTO

Do ac24horas.com

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) falou sobre os últimos acontecimentos em torno da greve de professores e servidores da educação, que entrou no 45º dia.

De acordo com a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, que concedeu entrevista coletiva, o ponto dos grevistas não será cortado, pois a atitude é ilegal, já que a ameaça de corte de pontos é uma tentativa de intimidação aos trabalhadores da educação. As alegações da sindicalista tem embasamento por meio de consultas jurídicas, realizadas pelo corpo de advogados da instituição.

“Essa história de querer corta o ponto dos trabalhadores não tem amparo legal, é uma ameaça de quem quer intimidar a categoria e assim desmobilizar o movimento grevista. O Supremo Tribunal Federal já se manifestou quanto à garantia do pagamento dos salários. Exemplo disso é o caso da greve da educação no Estado de São Paulo. Nossa assessoria jurídica está trabalhando e continuará a tomando as medidas judiciais necessárias para assegurar o direito de greve, pagamento dos salários de todos, e responsabilizará os gestores que praticar assédio moral contra a categoria”, enfatizou Nascimento.

Quanto à falta de negociação do governo com a categoria, o advogado do Sinteac, Junior Medeiros disse que o governo confunde negociação com conversa ressaltando que até o momento o Executivo não apresentou nenhuma proposta à categoria.

“O governo está equivocado quando diz que negociou com a categoria, ele não negociou como os grevistas, ele está confundindo negociação com conversa. O que o Executivo apresentou até o momento foi uma data para possível negociação, isso é uma conversa, um dialogo, mas não apresentou nenhuma proposta concreta, não fez uma contraproposta às reivindicações da categoria e muito menos apresentou algo que pudesse ser levado para a apreciação dos professores e isso não é e nem nunca foi negociação”, disse o advogado.

Quanto a coletiva realizada na última quinta-feira (30), na sede da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em que representantes do Conselho de Diretores de Escolas Públicas do Acre (Codep) afirmaram que gostariam de participar das negociações com o governo, Rosana Nascimento afirmou que apenas o Sinteac tem amparo legal para representar a categoria, sendo que o Codep é um conselho eleito para cuidar de assuntos referentes a problemas estruturais e administrativos das escolas e não do sindicato e muito menos da categoria.

O Sinteac chegou e emitir uma nota de repudio por conta da atitude tomada pelos membros do Codep. Na nota o sindicato afirma que o “Codepe não tem autorização constitucional para negociar a greve” e só quem pode negociarem nome da categoria é o Sinteac.

“A Secretaria de Educação podem conversar com quem bem entender, mas, somente podem negociar com o representante constitucional da categoria, o Sinteac”.

O sinteac está programando uma série de atividade para os próximos dias, entre elas ações sociais voltadas para a área da educação e da saúde. Os manifestantes afirmaram também que estarão na próxima terça-feira (4) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) quando retornam os trabalhos legislativos, a intenção do comando de greve é voltar a se reunir com os deputados que compõem a Comissão de Educação para cobrar uma resposta e resultados da última reunião, que aconteceu antes do recesso parlamentar.

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Governador Gladson Camelí acompanha subida do Rio Acre e reforça ações de apoio às famílias

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O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, informou que já está em funcionamento o posto de comando integrado, reunindo Defesa Civil municipal e estadual, Corpo de Bombeiros e demais secretarias

O governador Gladson Camelí acompanhou neste sábado, 17, a elevação do nível do Rio Acre, em Rio Branco, e destacou as ações dos órgãos de Comando e Controle para reduzir os impactos da cheia sobre a população. Ele também fez um apelo à colaboração e empatia dos moradores diante do momento crítico, reforçando que a união é essencial para evitar danos maiores.

Na Gameleira, o major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, apresentou ao governador as medidas adotadas para atender a população atingida na capital e confirmou que, às 16h, o nível do manancial já havia alcançado 14,40 metros. As cotas de alerta e de transbordo do Rio Acre são de 13,50 metros e 14 metros, respectivamente.

No fim de dezembro, o governo do Acre decretou situação de emergência em seis municípios atingidos pela elevação do nível dos rios. Desde então, o Estado vem apoiando as Defesas Civis municipais de Tarauacá, Feijó, Santa Rosa do Purus, Rio Branco, Plácido de Castro e Porto Acre, por meio de ações integradas de monitoramento e assistência humanitária.

Prioridade tem sido amenizar impactos e garantir segurança das pessoas, destacou o governador. Foto: Diego Gurgel/Secom

“Estamos trabalhando para evitar que mais pessoas precisem deixar suas casas e sofram prejuízos. A tendência é de baixa, mas, diante do volume de chuvas, precisamos manter ações de governo para reduzir os impactos”, afirmou o governador.

Ele também fez um alerta à população sobre os riscos de acidentes às margens do rio. “Muita gente vem pescar ou observar a enchente, mas é fundamental ter cuidado e consciência. Há casas alagadas e situações que exigem sensibilidade e responsabilidade. Nossa prioridade é a prevenção”, disse.

Governador garantiu que o Estado seguirá atuando em todos os municípios atingidos. Foto: Diego Gurgel/Secom

O governador garantiu que o Estado seguirá atuando em todos os municípios atingidos. “Não apenas em Rio Branco, mas em qualquer cidade que esteja sofrendo com a elevação das águas, estaremos juntos para amenizar a dor das famílias. Já determinei às equipes que não deixem para amanhã o que precisa ser feito hoje”, concluiu.

O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, informou que já está em funcionamento o posto de comando integrado, reunindo Defesa Civil municipal e estadual, Corpo de Bombeiros e demais secretarias.

Rio Acre chegou a 14,40 metros na tarde deste sábado, 17. Foto: Diego Gurgel/Secom

Segundo ele, o atendimento às famílias atingidas ocorre de forma coordenada. “O Rio Acre apresenta elevação lenta e progressiva, o que até agora afetou poucas pessoas. Com a cota de 14,40 metros, já atendemos 13 famílias, cerca de 30 pessoas, que foram alojadas no Parque de Exposições. Além disso, sete famílias indígenas foram direcionadas para a Escola Leôncio de Carvalho, em respeito às suas tradições”, explicou

O comandante destacou que a expectativa é de estabilização do nível do rio nos próximos dias. “Imaginamos que amanhã o ritmo de subida diminua e, se tudo der certo, na segunda-feira [19] o rio comece a estabilizar e depois a baixar. Permaneceremos de prontidão durante todo o período para garantir o melhor atendimento à população”, afirmou.

Atualmente, dois locais de abrigo estão em funcionamento: o Parque de Exposições, com capacidade para 70 famílias, oito já ocupadas, e a Escola Leôncio de Carvalho, destinada ao grupo indígena.

Santos também ressaltou o papel da tecnologia no enfrentamento da cheia. “O aplicativo Família Segura e a plataforma Climate têm sido fundamentais para agilizar a comunicação e o planejamento das ações. Essas ferramentas permitem acompanhar em tempo real o número de famílias atingidas e facilitam a tomada de decisões”, finalizou.

O major Roger Santos, comandante da operação de desastre hidrológico em Rio Branco, apresentou ao governador as medidas adotadas para atender a população atingida. Foto: Diego Gurgel/Secom

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Vestibular de Medicina da Ufac tem 2º e decisivo dia neste domingo com mudanças na logística

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Provas de Ciências da Natureza e Matemática serão aplicadas; portões abrem às 11h para evitar transtornos em Cruzeiro do Sul, como também em Rio Branco

Os candidatos inscritos testarão seus conhecimentos em Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias (P3 e P4). Foto: captada 

O segundo e último dia do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) acontece neste domingo (18), com as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. Após problemas de logística no primeiro dia, a universidade antecipou a abertura dos portões para as 11h, garantindo quase duas horas de intervalo antes do fechamento, para facilitar o acesso e evitar congestionamentos.

A expectativa é de maior fluidez na organização, depois de transtornos ocorridos no domingo passado, quando candidatos enfrentaram dificuldades para chegar a tempo aos locais de prova. Mais de 5,4 mil inscritos concorrem às 80 vagas oferecidas, sendo a primeira edição do processo seletivo próprio da Ufac para o curso, após a saída do Sisu.

As provas começam às 13h, após o fechamento dos portões às 12h30. A recomendação é que os candidatos cheguem com antecedência, levando documento de identidade original, caneta preta transparente e comprovante de inscrição.

Segundo dia

Diferente da primeira fase, que focou em Linguagens e Humanas, este domingo exige fôlego para cálculos e raciocínio científico.

  • Conteúdo: Provas de Biologia, Química, Física e Matemática.

  • Horário de Abertura: 11h (Horário local).

  • Fechamento dos Portões:12h45 (Impreterivelmente).

  • Início dos Exames: 13h.

A organização reforça que o candidato deve portar apenas caneta esferográfica de tinta preta e corpo transparente, além do documento de identidade original com foto. O uso de aparelhos eletrônicos é estritamente proibido e pode causar a eliminação imediata.

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Rio Tarauacá volta a subir levemente, mas permanece abaixo da cota de transbordamento

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O rio Tarauacá registrou uma nova e ligeira elevação ao meio-dia deste sábado (17), mas segue dentro do leito e abaixo da cota de transbordamento. Conforme boletim divulgado pela Diretoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a medição das 12h apontou 8,86 metros, um acréscimo de 1 centímetro em relação aos 8,85 metros registrados às 9h.

Apesar da pequena subida, o nível do manancial permanece abaixo da cota de transbordamento, fixada em 9,50 metros. No entanto, segue acima da cota de alerta, que é de 8,50 metros, mantendo o município em estado de atenção.

A oscilação indica que, após a queda mais acentuada registrada na sexta-feira, quando o rio deixou a cota de transbordamento, o Tarauacá atravessa um período de estabilidade relativa, com variações pontuais em um patamar considerado mais seguro do que o observado nos dias mais críticos da cheia.

O cenário recente ajuda a dimensionar o alívio parcial da população e das equipes de emergência. Há poucos dias, a enchente atingiu milhares de moradores e centenas de residências, exigindo a distribuição de alimentos, água potável e atendimentos médicos em larga escala. Balanço oficial divulgado no dia 15 apontou mais de 5,2 mil residências afetadas e cerca de 12 mil pessoas impactadas, além de desalojados e desabrigados, o que mobilizou bombeiros, policiais e servidores municipais em uma operação emergencial.

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