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Servidora de maternidade no AC está com Covid-19 após ter contato com passageiros de taxista que morreu com a doença

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Mulher teve contato com uma pessoa que chegou em Cruzeiro do Sul de táxi. Taxista morreu em Porto Velho com coronavírus.

Servidora de maternidade no AC está com Covid-19 após ter contato com passageiros de taxista que morreu com a doença em RO — Foto: Adelcimar Carvalho/G1

Por Aline Nascimento

Uma servidora da maternidade de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, testou positivo para Covid-19 nesta quinta-feira (30). A mulher não estava afastada do trabalho e não era monitorada pelas equipes de saúde da cidade. Segundo a prefeitura, ela teve contato com passageiros de um taxista que morreu com a doença em Porto Velho no começo deste mês.

Em Cruzeiro do Sul, embora a prefeitura afirme ter oito casos. O boletim da Secretaria de Saúde (Sesacre), desta quinta-feira (30), oficializou apenas cinco. O desta servidora não consta no boletim, mas a informação foi confirmada pelo prefeito da cidade, Ilderlei Cordeiro.

O sétima caso, que também não aparece no boletim da Sesacre, é de uma senhora de 50 anos que chegou recentemente de Manaus. Após apresentar sintomas, a filha a levou para fazer exames.

Sem isolamento

O prefeito da cidade explicou que a servidora da maternidade teve contato com uma pessoa que chegou na cidade recentemente em um táxi que saiu de Rio Branco. O motorista desse táxi era de Porto Velho e morreu vítima de Covid-19. A preocupação agora é porque a mulher não estava em isolamento.

“Estava trabalhando na maternidade, não estava em isolamento, estamos avisando toda maternidade e a equipe. Temos que fazer urgente testes nos servidores. Peço ao governo que faça teste na maternidade para bloquear o vírus. Pode ter passado para os demais servidores e pacientes também. Não sabia, não teve culpa, não sabia da situação”, lamentou Cordeiro.

A reportagem tentou contato com a direção da maternidade, mas não obteve sucesso até a última atualização desta matéria.

Ainda segundo o prefeito, o taxista levou um grupo de pessoas para Cruzeiro do Sul. Essas pessoas são dos estados do Amazonas e Rondônia. Há três dias, a servidora da maternidade sentiu sintomas do coronavírus e foi fazer o exame médico.

“Ela, infelizmente, não passou para nós com quem teve contato. Não percebeu essa situação que teve contato com a pessoa que veio de fora. Pra mim, foi o caso mais grave, não estávamos monitorando e estava trabalhando na maternidade. A preocupação agora com o tanto de servidores que tem ali dentro”, frisou.

Ilderlei Cordeiro diz que servidora estava trabalhando normalmente e essa é a preocupação agora — Foto: Reprodução

Morte de idoso de 103 anos

O prefeito acrescentou que a servidora pública mora em uma casa com cinco pessoas, sendo uma delas, a mãe que tem 98 anos. Além disso, um idoso de 103 anos, que também morava na casa, faleceu de insuficiência respiratória semana passada.

“Nossa equipe está lá cuidando disso e o que nos deixa também de orelha em pé é que no dia 13 de abril dentro dessa casa faleceu um senhor de 103 anos de insuficiência respiratória. Não podemos confirmar se morreu de coronavírus, mas tudo indica [que sim]”, contou.

Uso de máscara

Cordeiro falou que estava organizando a volta do comércio para semana que vem. Porém, com a confirmação de mais dois casos de Covid-19 na cidade, vai prorrogar o decreto que suspende as atividades comerciais e determinar o uso de máscaras.

“Estamos monitorando com quem teve contato no trabalho. Não vamos flexibilizar o decreto com essa situação, agora é prorrogar por mais 14 dias, a contar de segunda-feira [4], e ainda vamos colocar que seja obrigatório o uso da máscara e aplicar multa para quem não usar máscara e não ajudar”, determinou.

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Vigilante dorme com cigarro aceso e provoca incêndio de prejuízo milionário. Vídeo

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Divulgação/PCGO
Imagem colorida mostra caminhões queimados em inc~endio causado por vigilante que deixou prejuizo milionário - Metrópoles

Um vigilante que trabalhava em um pátio às margens da BR-153, em Uruaçu, no norte de Goiás, foi apontado pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (5/2), como responsável por um incêndio de grandes proporções que destruiu caminhões e máquinas pesadas e causou prejuízo milionário no último dia 13 de janeiro. A investigação concluiu que o fogo começou após o funcionário adormecer com um cigarro aceso dentro da cabine de um dos veículos.

Assista:

No início das apurações, o vigilante afirmou ter sido vítima de um assalto e disse que criminosos teriam provocado o incêndio antes de fugirem do local. A versão, porém, foi contestada ao longo da investigação conduzida pela Delegacia de Uruaçu.

Com apoio da Superintendência de Inteligência da Polícia Civil de Goiás (PCGO) e da Polícia Científica, foram realizados exames periciais e análises técnicas que descartaram a hipótese de incêndio provocado intencionalmente por terceiros. Os laudos indicaram que o foco inicial do fogo teve origem na cabine de um dos caminhões.

imagem colorida de máquinas queimados após incêndio provocado por cigarro aceso em goiás
Veículos destruídos pelo incêndio

Diante das provas reunidas, o vigilante confessou que o incêndio foi causado de forma culposa. Ele admitiu que estava fumando dentro do veículo, acabou adormecendo e deixou o cigarro aceso, o que deu início às chamas. O funcionário também reconheceu que inventou o relato de assalto para tentar se eximir da responsabilidade.

Com os fatos esclarecidos, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário. O vigilante foi indiciado pelo crime de incêndio culposo, quando não há intenção de provocar o incidente.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acre tem 3º maior potencial de mercado do Norte, aponta ranking nacional de competitividade

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Estado aparece à frente de Pará e Amazonas em pilar que mede capacidade de crescimento econômico e expansão do mercado; ranking foi divulgado pelo Centro de Lideranças Públicas

Com peso de 8,2% na composição geral do Ranking de Competitividade, o pilar reforça que o potencial de mercado não depende exclusivamente do tamanho da economia. Foto: captada 

O Acre conquistou o 3º lugar no pilar Potencial de Mercado entre os estados da região Norte, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, divulgado pelo Centro de Lideranças Públicas (CLP). Nacionalmente, o estado aparece em 6º lugar nesse indicador, à frente de unidades federativas com PIB maior, como Pará e Amazonas.

O pilar Potencial de Mercado avalia não apenas o tamanho atual da economia, mas também a capacidade de expansão nos próximos anos, considerando crescimento recente do PIB, perspectiva de ampliação da força de trabalho e condições do mercado de crédito. Com peso de 8,2% no índice geral de competitividade, o indicador reflete a capacidade de crescimento sustentável e geração de oportunidades em médio e longo prazo.

Na região Norte, o Acre ficou atrás apenas de Roraima e Tocantins, e à frente de Amapá, Rondônia, Pará e Amazonas. O resultado destaca a posição relativa do estado no cenário econômico regional, ainda que o Acre ocupe a 26ª posição no ranking nacional geral de competitividade.

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RJ: Justiça decreta prisão preventiva de argentina acusada de racismo

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Reproduçaõ/Redes sociais
Imagem colorida

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) aceitou, nesta quinta-feira (5/2), a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e decretou a prisão preventiva da turista argentina Agostina Páez, de 29 anos, por ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro. O caso ocorreu em 14 de janeiro.

Ao Metrópoles, o MPRJ confirmou que a Justiça aceitou a denúncia.

Agostina Páez foi flagrada em vídeo (veja abaixo) fazendo os gestos e sendo repreendida pelas amigas.

Por determinação da Justiça, a turista está impedida de deixar o Brasil. Ela teve o passaporte apreendido e está usando tornozeleira eletrônica. A denúncia do MPRJ foi oferecida na segunda-feira (2/2) ao Poder Judiciário.

De acordo com a ação penal, Agostina estava com duas amigas em um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, quando discordou dos valores da conta e chamou um funcionário do estabelecimento de “negro”, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo em razão de sua raça e cor.

Mesmo após ser advertida pela vítima de que a conduta configurava crime no Brasil, a influencer dirigiu-se à caixa do bar e a chamou de “mono” (“macaco”, em espanhol), além de fazer gestos simulando o animal.

Ainda segundo a denúncia, Agostina voltou a praticar novas ofensas racistas após sair do bar. Na calçada em frente ao estabelecimento, proferiu outras expressões, emitindo ruídos e fazendo novamente gestos imitando macaco contra três funcionários do bar.

O MP rejeitou a versão apresentada pela argentina de que os gestos teriam sido meras brincadeiras dirigidas às amigas, “especialmente diante do fato de que uma das turistas tentou impedir Agostina de continuar com as ofensas, o que evidencia a consciência da acompanhante quanto à reprovabilidade da conduta”, diz o MPRJ.

Influencer argentina

Agostina Páez é advogada, influencer filha de um empresário do ramo de transportes na Argentina.

A argentina é filha de Mariano Páez, que responde por violência de gênero no país. De acordo com a mídia local, Mariano foi preso em novembro, acusado de agredir e ameaçar a ex-companheira, a advogada Estefanía Budan.

Em dezembro, a Justiça argentina concedeu liberdade provisória ao empresário, impondo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de contato com a vítima e monitoramento constante. O caso segue sob investigação.

Agostina Páez tem conflito com a ex-companheira do pai. Segundo o La Nación, Páez apresentou uma queixa contra Estefanía Budan, acusando-a de assédio, difamação e violência digital.

No TikTok, Páez conta com mais de 80 mil seguidores, mas o perfil está desativado no momento. No Instagram, a conta encontra-se suspensa. A advogada é natural de Santiago del Estero, no norte da Argentina.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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