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Brasil

Rondônia é o 3º Estado da região Norte com mais pessoas desaparecidas, diz MJSP

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O Estado de Rondônia ocupa a segunda posição na Região Norte como um dos Estados com o maior número de pessoas desaparecidas, entre janeiro e agosto de 2025. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Nesse período, o primeiro lugar ficou com o Estado do Pará (700 pessoas); seguido por Rondônia (696) e Amazonas (640).

No último mês de agosto foi lançado, pelo Governo Federal, o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD), com o objetivo de unificar e cruzar informações das diferentes unidades federativas e, assim, fortalecer a investigação e aumentar as chances de resolução dos casos em todo o País.

Cadastro

O CNPD disponibiliza um painel público com fotos e informações básicas sobre pessoas desaparecidas. As informações são georreferenciadas e podem ser compartilhadas facilmente nas redes sociais. Além disso, qualquer cidadão pode enviar dados diretamente às autoridades responsáveis pelo caso, por e-mail ou Whatsapp.

Atualmente, o cadastro possui dados de pessoas desaparecidas nos Estados de Sergipe, Amazonas, Rio Grande do Norte, Piauí, Amapá, Tocantins e Bahia. Rondônia ainda não aparece neste banco de dados com fotos e informações sobre casos de desaparecidos.

Em 2024, o Brasil registrou 81 mil desaparecimentos. Desses, 55 mil foram solucionados – uma taxa de 68% de localização. A expectativa é de que o CNPD ajude a elevar esse índice nos próximos anos.

Estrutura do sistema

O sistema lançado tem duas principais interfaces. Uma delas é voltada aos profissionais a segurança pública, com informações detalhadas dos boletins de ocorrência, e correlaciona desaparecimentos e localizações entre as diferentes unidades federativas. Já a interface para acesso da sociedade civil, trata-se de um painel público no qual as publicações são feitas pelos policiais, depois de uma análise do caso e da autorização da família.

Os registros de desaparecimentos e localizações, feitos mediante boletim de ocorrência, serão automaticamente inseridos no CNPD, conforme forem enviados ao MJSP, por meio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública – Integração (Sinesp – Integração). No entanto, informações sobre desaparecimentos em Rondônia parecem que não estão chegando ao ministério.

Campanha Não Espere 24h

O MJSP anunciou a parceria com o Grupo Piracanjuba na campanha Não Espere 24h. A ação, em andamento desde outubro e 2024, utiliza inteligência artificial para atualizar imagens de desaparecidos, mostrando como estariam atualmente. As fotos são divulgadas nas embalagens de leite das marcas Piracanjuba e LeitBom.

Desde setembro, as caixas também trarão a frase #Não Espere 24h, reforçando que o registro da ocorrência deve ser feito imediatamente, sem aguardar um dia inteiro após o desaparecimento, além de link para a página do MJSP, com informações sobre como proceder em casos de desaparecimentos. A medida busca ampliar a visibilidade do tema e aumentar as chances de localização de pessoas desaparecidas.

Estado de RO contesta

Em contato com a Redação do Rondoniaovivo, o Setor de Estatística da Polícia Civil de Rondônia contesta os dados nacionais, alegando que os números devem ser interpretados como ausências temporárias e não definitivas.

Conforme esclareceu, 96% desses registros são de ausências temporárias, já contabilizadas pelo Núcleo de Pessoas desaparecidas. Nos casos de desaparecimentos vinculados a homicídios, praticamente todos já foram elucidados.

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas entrou em contato com 322 pessoas, deste universo apenas 4 continuam não localizadas.

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Governo Lula: 44,3% veem piora na segurança pública, diz pesquisa

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Pesquisa também mostra visão da situação financeira e saúde
Ricardo Stuckert / PR

Área da saúde, financeiro e situação dos mais vulneráveis também foi avaliada pelo instituto

Um levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas, neste sábado (31), mostrou que 44,3% dos entrevistados acreditam que a situação da segurança pública no Brasil piorou durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 32,4% dizem ter permanecido igual e 20% afirmam ter melhorado.

O Paraná Pesquisas ouviu 2.080 pessoas, entre os dias 25 e 28 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e a pesquisa tem nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08254/2026.

Situação da segurança pública

• Melhorou: 20%

• Permaneceu igual: 32,4%

• Piorou: 44,3%

• Não sabe/ não opinou: 3,3%

Por região, o sudeste registrou o maior número de entrevistados que acreditam ter percebido uma piora na segurança público, com 48,7%. Na sequência, aparece o sul (48,2%), norte e centro-oeste (39,3%) e nordeste (38,2%).

Comparado com a pesquisa de outubro de 2025 o índice teve uma queda de 1,5 ponto percentual, quando chegou a 45,8%.

Além da situação na segurança, o levantamento mostra as avaliações do público nas áreas financeiras, saúde pública e situação dos mais vulneráveis.

Na economia, a maior parte dos entrevistados (37,2%) diz ter permanecido igual a situação financeira e da sua família. Já na saúde, há um empate entre aqueles que consideram ter permanecido igual (34,3%) e piorou (33,8%).

Situação financeira

• Melhorou: 30,1%

• Permaneceu igual: 37,2%

• Piorou: 31,1%

• Não sabe/ não opinou: 1,6%

Saúde

• Melhorou: 28,6%

• Permaneceu igual: 34,3%

• Piorou: 33,8%

• Não sabe/ não opinou: 3,4%

Em relação aos mais vulneráveis, a maior parcela acredita ter melhorado a situação desse grupo (37,6%).

Situação dos mais pobres

• Melhorou: 37,6%

• Permaneceu igual: 27,6%

• Piorou: 31,5%

• Não sabe/ não opinou: 3,3%

Comparação com Bolsonaro

O levantamento também mediu a comparação entre a atual gestão e o período comandado por Jair Bolsonaro (PL), entre 2019 e 2022.

Segundo os números, o governo Lula registra 50,6% de rejeição, enquanto 46,4% dos entrevistados manifestaram apoio à administração. Outros 2,9% não apresentaram opinião ou preferiram não responder.

A sondagem utilizou o formato estimulado, no qual os participantes escolhem entre alternativas apresentadas pelos entrevistadores.

Na avaliação qualitativa:

  • 41,7% atribuíram conceitos negativos à gestão petista
  • 7,4% classificaram como ruim
  • 34,3% como péssima
  • 33,4% deram avaliações positivas, divididas entre boa (21,2%) e ótima (12,2%)
  • 23,4% consideraram o desempenho regular
  • 1,4% não soube ou optou por não opinar

Na percepção comparativa entre os dois governos:

  • Para 42,6% dos entrevistados, a atual administração apresenta desempenho superior ao período Bolsonaro
  • 39,3% enxergam piora em relação ao governo anterior
  • 15,1% avaliam os dois mandatos como equivalentes
  • 2,9% não manifestaram posicionamento

 

 

 

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Carlos diz que Bolsonaro está “abatido” na cadeia e culpa Mauro Cid

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsaki
Carlos Bolsonaro - Metrópoles

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (31/1), e o encontrou “abatido e apático”. A visita desde sábado é a primeira depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou visitas de familiares aos fins de semana.

Em publicação nas redes sociais, o filho 02 ainda culpou o ex-aliado Mauro Cid pela situação do pai.

“Não relato isso como demonstração emotiva, mas como registro estritamente factual. Parabéns, coronel Mauro Cid. Você é um dos principais responsáveis pelo esfacelamento de pessoas de bem e pela destruição de milhares de famílias que não cometeram qualquer crime que justificasse tamanha crueldade“, escreveu.

Carlos detalhou momentos ao lado do pai na visita, disse que eles comemoram “algumas cascas de pão” e que conseguiu “arrancar uma risada” de Bolsonaro.

“Saí há pouco da Papuda acompanhado de meu amigo, o advogado João Henrique de Freitas. Encontrei o presidente Jair Bolsonaro abatido, apático e soluçando. Comemos algumas cascas de pão de forma. Lavei seus talheres de plástico e ainda consegui arrancar uma risada do meu pai. Objetivo alcançado”, escreveu.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, em Brasília, conhecido como “Papudinha”. Ele foi transferido da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, no início deste ano, após uma decisão do STF.

Além de familiares, Bolsonaro está autorizado a receber médicos, advogados e outros nomes autorizados pela Suprema Corte.

Bolsonaro foi condenado no fim de 2025 por envolvimento na trama golpista que planejava dar um golpe de Estado e interferir no resultado das eleições de 2022.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Pagamento do PIS/Pasep 2026 começa em fevereiro. Veja calendário

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Marcello Casal JRAGÊNCIA BRASIL
Imagem colorida de cinquenta reais

O pagamento do abono salarial do PIS/Pasep em 2026 terá início em fevereiro e deve beneficiar cerca de 26,9 milhões de trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público. As datas foram definidas pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O benefício é destinado a trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e que tenham recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.766, por no mínimo 30 dias. Em 2026, o valor do abono corresponde a um salário mínimo, fixado em R$ 1.621.

De acordo com o calendário oficial, os depósitos começam no dia 15 de fevereiro para os trabalhadores nascidos em janeiro. Como a data cai em um domingo, o crédito será feito no primeiro dia útil seguinte, em 16 de fevereiro. A partir daí, os pagamentos seguem de forma escalonada, conforme o mês de nascimento do beneficiário.

Quem nasceu em fevereiro, por exemplo, recebe em 16 de março. Já os trabalhadores nascidos nos meses seguintes terão o benefício liberado gradualmente até agosto, quando ocorre o último pagamento do ano.

No entanto, os valores permanecerão disponíveis para saque até o último dia útil do calendário bancário de 2026, em 29 de dezembro. Caso o trabalhador não realize o saque até essa data, os recursos retornam aos cofres públicos, mas ainda poderão ser solicitados dentro do prazo de até cinco anos.

A consulta ao abono salarial pode ser feita pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Para isso, o trabalhador deve estar com o aplicativo atualizado, acessar a aba “benefícios”, selecionar “abono salarial” e, em seguida, clicar em “pagamentos”. No local, é possível conferir se há direito ao benefício, além do valor, da data prevista e do banco responsável pelo depósito. A consulta também pode ser realizada pelo Portal Gov.br.

O abono salarial é uma das principais políticas de complementação de renda para trabalhadores de baixa remuneração e segue regras definidas em lei, com pagamento anual conforme o calendário aprovado pelo Codefat.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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