Cotidiano
Rondônia avança na produção de milho e colhe 954 mil toneladas na safra 2020
Os municípios de Corumbiara, Vilhena, Cerejeiras e Chupinguaia são os maiores produtores do grão, com destaque para o município de Vilhena, maior produtor de milho do Estado.

Com Secom/RO
O Estado de Rondônia colheu 954,2 mil toneladas de milho na safra 2019/2020, sendo o segundo maior produtor da região Norte.
O cereal para Rondônia é o segundo produto agrícola com maior Valor Bruto de Produção (VBP), estimado em R$ 855 milhões. A safra foi colhida no primeiro bimestre de 2020. De 2018 para 2019 Rondônia teve um crescimento de 25% na produção de milho.

Um dos fatores favoráveis para o crescimento da produção é o clima que perpetua durante todo o ciclo da cultura.
A colheita do milho 2ª safra ocupa uma área de 186 mil hectares, sendo 4% superior à área da safra passada, com igual aumento para a produção. Um dos fatores favoráveis para o crescimento da produção é o clima que perpetua durante todo o ciclo da cultura. Os municípios de Corumbiara, Vilhena, Cerejeiras e Chupinguaia são os maiores produtores do grão, com destaque para o município de Vilhena, maior produtor de milho do Estado.
De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o milho exerce participação significativa na economia de Rondônia. “A produção de milho no Estado está com bom histórico de crescimento em nossa região e tem como seu principal destino, as exportações. Porém, há prospecção para potenciais investimentos para usina de processamento de milho, para produção de etanol e ampliação de plantio, para atender as cadeias produtivas na parte de nutrição animal”, disse.
A linha histórica de produção mundial de milho mostrou que entre os anos de 2017 e 2018 ocorreu uma queda de 18%, acompanhada de uma queda de preço no mercado internacional na ordem de 6% o que, promovendo o mesmo efeito no mercado interno. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a produção de milho no período acima foi de 18% menor que o ciclo de 2016/2017, com produção de 25 milhões de toneladas.
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A análise dos dados de produção de milho em Rondônia e o seu Valor Bruto da Produção percebe-se o mesmo movimento de queda no período de 17/18, perfazendo um total de 18% de queda na produção bruta de milho no Estado.
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Os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que, “além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área na safra 2017/18 está atrelada ao atraso na colheita da soja em algumas regiões brasileiras. Apesar disso, o alto estoque de passagem deve manter elevada a disponibilidade interna do cereal. Em termos mundiais, a menor produtividade deve reduzir a oferta do cereal, enquanto as transações internacionais devem crescer, o que pode favorecer as exportações brasileiras”. A explicação para esta queda é a valorização de fertilizantes e sementes em 2017.
A cotação do milho no mercado externo e interno é muito incerta, demonstrando que a cada safra há uma instabilidade na produção e no interesse dos agricultores pelo produto. Os dados revelam que uma alteração nos insumos, nos preços ou em outro item da cadeia produtiva do milho, levam o mercado a mudanças profundas.
A tendência para a safra 2019/2020 é de atraso no plantio do milho nos Estados Unidos da América (EUA) e clima seco no meio oeste estadunidense, como fatores de alta do preço. Já os fatores de baixa são a safra plantada em atraso, favorecida por chuvas tardias, além da conflito comercial entre Estados Unidos e China.
Para o mercado nacional, os fatores de alta são variação das cotações em Chicago e a variação cambial. Os fatores de baixa são a expectativa de alto volume de estoque de passagem e demanda doméstica com pouco ímpeto nas compras, segundo o engenheiro agrônomo Thomé Luiz Freire Guth, analista de mercado. O analista Guth define com expectativa que a diminuição da produção nos EUA, por atraso no plantio, pode favorecer a paridade de exportação.
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Alunos do IFAC de Sena Madureira se destacam no Enem 2025 com altas notas na redação
Resultados divulgados pelo instituto mostram desempenho entre 760 e 900 pontos; direção comemora e reforça papel da educação pública no interior

Entre os destaques estão estudantes que ultrapassaram a marca dos 800 pontos, chegando a 900 na redação, uma das provas mais decisivas. Foto: captada
Estudantes do Instituto Federal do Acre (IFAC), campus Sena Madureira, alcançaram notas expressivas na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, variando de 760 a 900 pontos. Os resultados foram divulgados nas redes sociais oficiais da instituição e destacam alunos que superaram os 800 pontos, com casos de 880 e 900.
A direção do IFAC parabenizou os estudantes e ressaltou que os resultados refletem o trabalho pedagógico desenvolvido pelos professores e o empenho dos jovens. A redação é uma das etapas mais decisivas do exame, avaliando competências como argumentação, coesão e domínio da norma culta.
A conquista é celebrada como um fortalecimento da educação pública no interior do Acre, evidenciando a capacidade das escolas técnicas estaduais de preparar os alunos para processos seletivos de alto nível.
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Barco naufraga em igarapé de Feijó e vídeo do acidente circula nas redes sociais
Embarcação conhecida como “batelão” afundou no Igarapé Diabinho nesta sexta (16); não houve vítimas, apenas danos materiais

Segundo informações preliminares, o barco pertence a um morador do município de Envira, no Amazonas. Apesar do susto, não houve vítimas e os prejuízos foram apenas materiais. Foto: captada
Um barco conhecido como “batelão” naufragou no Igarapé Diabinho, em Feijó, no interior do Acre, nesta sexta-feira (16). O vídeo do acidente, que circula nas redes sociais, mostra populares tentando recuperar pertences enquanto a embarcação permanece parcialmente submersa.
Segundo informações preliminares, o barco pertence a um morador de Envira, no Amazonas. Não houve vítimas — apenas prejuízos materiais. O incidente ocorreu próximo à ponte que liga Feijó ao projeto Envira e reforça o alerta sobre a segurança da navegação durante o período de cheia dos rios na Amazônia.
A causa do naufrágio ainda não foi esclarecida. O proprietário da embarcação ficou bastante abalado, conforme relatos locais. O caso ganhou repercussão nas redes e reacende discussões sobre condições de navegação em rios e igarapés do estado.

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