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Réu é condenado por morte de jovem em roleta russa
Homicídio ocorreu em dezembro de 2017 e um tiro no peito foi suficiente para causar a morte da vítima.
O Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco condenou A.M.B.O., autor do disparo de arma de fogo, que matou um jovem em uma lanchonete de Rio Branco. Ele responde por homicídio simples e deve cumprir uma pena de sete anos, seis meses e 12 dias, em regime inicial fechado.
Segundo os autos, houve dolo eventual, já que o agente aceitou o risco provocado pelo disparo contra a vítima, na mesma medida, a vítima contribuiu para a ocorrência do delito, pois aceitou fazer parte da “roleta russa”.
A brincadeira de roleta russa foi confirmada por todas as testemunhas do Processo n° 0002593-68.2018.8.01.0001, que estavam na lanchonete localizada no Ramal Garapeira, onde ocorreu o crime.
O réu confessou o delito e é possuidor de maus antecedentes. Em 2017, foi preso em flagrante por receptação, quando conduzia camionete roubada com destino à cidade boliviana. Ele está preso cautelarmente pelo homicídio desde maio de 2018, por isso não terá direito de recorrer em liberdade.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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