Acre
Promotor de Justiça apura denuncia sobre caso de despejo do IML em Epitaciolândia

Promotor Ildon Maximiano P. Neto, pede explicações sobre denuncia do despejo do IML em Epitaciolândia – Foto: Captura
Alexandre Lima
O promotor de Justiça, Ildon Maximiano Peres Neto, do Ministério Público do Acre em Brasiléia, após saber da denuncia do despejo da Polícia Técnica (IML) de uma casa na cidade de Epitaciolândia por falta de pagamento do aluguel, se manifestou para que os setores competentes deem uma satisfação sobre o caso.
A denuncia foi feita através do sitio oaltoacre.com, com vídeo-reportagem de Marcus José e Marquinho Filho, onde constataram que a polícia técnica estava sendo despejada da casa onde mantinha o escritório, localizada no Bairro Aeroporto.
Foi denunciado o descaso por parte do Estado que já tem dinheiro em caixa e não ergueu o prédio para instalar definitivamente no terreno já doado, os equipamentos que podem chegar a cerca de R$ 1 milhão de reais e guardar todo o material já apreendido e de casos que estão sob investigação.
Para que os equipamentos não voltem, ou fiquem jogados ao relento, o prédio do CONDIAC cedeu duas salas enquanto o Estado resolva a situação. Segundo o Promotor, estará acompanhando de perto e irá cobrar providencias para que se mantenha os serviços na fronteira.
Foi dito que, por determinação do Tribunal de Contas do Estado, fica impedido que o Município continue pagando aluguel, sendo que a responsabilidade é do Estado. Caso não se resolva, a regional do Alto Acre poderá voltar aos tempos onde corpos tinham que esperar por até 10 horas no local do acidente ou assassinato, até a chegada do perito criminal da Capital.
O jornal oaltoacre.com cedeu todo o material pedido pelo promotor Ildon Maximiano. Veja vídeo-reportagem com Marcus José e Marquinho Filho abaixo.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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