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Presidiário acusado de executar comerciante no Taquari enfrentará júri popular

Rafhael Gomes, o “Play Boy”, responderá por homicídio qualificado e participação em organização criminosa; crime ocorreu em julho de 2023
O juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar, pronunciou Rafhael Gomes da Silva, conhecido como “Play Boy”, a júri popular pela execução do comerciante Vicente Lima de Aguiar, de 60 anos. O crime aconteceu na manhã de 10 de julho do ano passado, no bairro Taquari, em Rio Branco (AC).
Na decisão, o magistrado destacou que a materialidade do homicídio está comprovada por laudo pericial de local de morte violenta, e que os indícios de autoria são evidenciados por depoimentos de testemunhas, reconhecimento pessoal e relatório de investigação policial.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Rafhael chegou ao local do crime, uma lanchonete localizada na Rua Baquari, montado em uma bicicleta. Após pedir um lanche, aproveitou o momento em que a vítima virou de costas para sacar uma arma e efetuar ao menos três disparos. Ele fugiu em seguida, mas foi preso em flagrante por investigadores da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.
Rafhael responderá por homicídio qualificado por motivo fútil, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, e dissimulação. Também foi denunciado por integrar organização criminosa. Caso condenado, a pena pode ser aumentada por se tratar de um crime contra pessoa idosa. A data do julgamento ainda será definida, mas está prevista para ocorrer ainda este ano.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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