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Prefeitura e Acisa preparam estrutura especial para a 2ª edição do Festival da Macaxeira em Rio Branco

Com o foco em promover e fomentar a agricultura familiar e o agronegócio, além de aquecer ainda mais a economia na capital acreana é que a Prefeitura de Rio Branco, em parceria com a Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa) realizará nos próximos dias 3, 4 e 5 de outubro, no Horto Florestal, a segunda edição do Festival da Macaxeira.
A organização do evento promete uma experiência única e acolhedora para o público presente, primando pela segurança em um ambiente cercado pela natureza e com infraestrutura digna de grandes eventos. Prova disso são as áreas de estacionamento preparadas para a feira, buscando sempre garantir conforto e mobilidade para os visitantes.
Uma dessas áreas que está sendo preparada fica localizada atrás do Horto Florestal, pela rua José Magalhães, onde será construído um amplo estacionamento com um acesso para pedestres que ligará o estacionamento à trilha do parque.

“A gestão quer entregar um espaço de qualidade, com iluminação, segurança e acessibilidade”, destacou Eracides. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Segundo o secretário municipal de Agropecuária, Eracides Caetano, a expectativa é que o evento chame atenção de muitas pessoas. Com isso, a gestão quer entregar um espaço de qualidade, com iluminação, segurança e acessibilidade.
“Precisamos incentivar os produtores. Hoje, a maior produção no município de Rio Branco é a macaxeira. Esse festival veio para incentivar mais a produçã. Temos regiões como o Catuaba que possuem quase 20 casas de farinha produzindo goma e outros derivados da mandioca. Temos que divulgar e ajudar o produtor a ter esse conceito que temos que ter a produção bem aqui e o consumo dela”, disse o secretário Eracides.
Em todo percurso da trilha serão instaladas barracas para a comercialização de produtos da agricultura familiar, transformando o caminho em uma verdadeira prévia da programação. O trajeto segue até a ponte, que dá acesso ao espaço mais movimentado do evento.

“Buscamos trazer sempre o melhor para o festival com esse benefício a população”, destacou Tony. (Foto: Val Fernandes/Secom)
O secretário municipal de Cuidados com a Cidade, Tony Roque, destacou o pedido do prefeito da capital, Tião Bocalom, em proporcionar um festival acolhedor, mas também seguro à população.
“Está em nosso planejamento, por determinação do prefeito, trazermos limpeza, iluminação pública e segurança. Buscamos trazer sempre o melhor para o festival com esse benefício a população”, destacou Tony Roque.
A meta é de transformar o evento em uma feira tecnologia, em que os produtores de segmentos como arroz, café, cacau e outros tenham um espaço para vendas, mas também de aprendizado, a partir de palestras. Ailton Oliveira, secretário Especial de Comunicação, explicou que a grande atração da última edição que foi a Casa de Farinha, retorna com ainda mais novidades.

“Vamos fazer um estacionamento especial, a trilha vai estar aberta com produtos para as pessoas passarem e comprarem”, asseverou Ailton. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“Vamos ter a Casa de Farinha, com a produção de derivados da macaxeira, shows com artistas locais. Vamos realizar o concurso da Canção Gospel em que as igrejas também vão estar aqui. Vai ser um evento para chamar a atenção. Estamos mudando da Praça da Revolução, devido a obra do Complexo Viário, e fazendo aqui no Horto Florestal, espaço que já foi realizado muitos eventos. Vamos fazer um estacionamento especial. A trilha vai estar aberta com produtos para as pessoas já passarem e comprarem, tanto na ida, quanto na volta. Vai ser uma festa muito bonita e o prefeito Tião Bocalom já deu a ordem: eu quero a melhor festa de Rio Branco desse período.”, asseverou Ailton Oliveira.
A ideia é que, desde a chegada, o público sinta o clima alegre e acolhedor do Festival da Macaxeira, que celebra um dos ingredientes mais queridos da culinária acreana e valoriza a produção local. Serão três dias de cultura, gastronomia, música e diversão para toda a família.
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Fevereiro seguirá com bandeira tarifária verde na conta de luz
Chuvas de janeiro foram garantiram a recuperação dos reservatórios
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (30) a manutenção da bandeira tarifária no mês de fevereiro. Com isso, não haverá cobrança de custos adicionais na fatura de energia do consumidor.

“De um modo geral, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena desse mês, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras”, disse a Aneel.
Pelo calendário divulgado pela agência reguladora, no dia 27 de fevereiro sairá a definição sobre a bandeira a ser aplicada em março,
Custos extras
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas Bandeiras.
Portanto, as cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
Anualmente, ao final do período úmido, em abril, a Aneel define o valor das Bandeiras Tarifárias para o ciclo seguinte.
Os valores cobrados são os seguintes: na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido.
Já na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas. Com isso, a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
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Áreas de Livre Comércio do Acre voltam a ter incentivo fiscal sobre mercadorias vindas de São Paulo
As Áreas de Livre Comércio (ALCs) do Acre começam o ano com uma boa notícia. A partir de agora, mais de 5,6 mil empresas acreanas instaladas nas áreas fronteiriças de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul voltam a ter o benefício fiscal de 7% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas remessas de mercadorias nacionais vindas do estado de São Paulo.
O governo do Estado de São Paulo publicou nesta sexta-feira, 30, o Decreto nº 70.348, que restabelece o benefício fiscal do ICMS às ALCs. A nova decisão revoga os efeitos do Decreto nº 67.383/2022, que a partir de janeiro de 2025 suprimiu o incentivo fiscal, provocando prejuízos às relações comerciais interestaduais e reduzindo a competitividade das empresas acreanas.
À época, para assegurar o cumprimento da legislação fiscal, o governo do Acre ajuizou, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa teve como objetivo coibir infrações ao pacto federativo firmado por meio de convênios celebrados no Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda (Comsefaz). O STF declarou inconstitucional o decreto anterior, por violar princípios constitucionais e comprometer o equilíbrio federativo.
Com a nova norma, o Estado de São Paulo reconhece a importância econômica e federativa das Áreas de Livre Comércio, restabelecendo as condições de igualdade nas operações comerciais e retroagindo os efeitos do decreto a 31 de dezembro de 2025.
“A decisão representa uma vitória importante para o Acre e um importante avanço para o fortalecimento do desenvolvimento regional, ao garantir maior segurança jurídica e competitividade às empresas locais”, destacou o secretário da Fazenda, Amarísio Freitas.
Além do Acre, o benefício também se aplica às Áreas de Livre Comércio de Macapá e Santana (AP), Bonfim e Boa Vista (RR), Guajará-Mirim (RO) e Tabatinga (AM).
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Justiça Federal suspende cobrança de pedágio na BR-364 em Rondônia
A Justiça Federal da 1ª Região determinou a suspensão da cobrança de pedágio na BR-364, em Rondônia, no trecho concedido à Concessionária de Rodovia Nova 364 S.A. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (29) pelo juiz federal Shamyl Cipriano, da 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Rondônia, no âmbito de ações civis públicas que questionam a legalidade do início da tarifação.
As ações foram propostas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Rondônia (Aprosoja/RO), pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pelo partido União Brasil, tendo como rés a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a concessionária responsável pela rodovia. O Ministério Público Federal atua como fiscal da lei.
De acordo com a decisão, a cobrança de pedágio teve início sem o cumprimento integral das exigências contratuais previstas no Contrato de Concessão nº 06/2024. Entre os pontos analisados pelo juízo estão os trabalhos iniciais de recuperação e adequação da rodovia, que deveriam ser concluídos antes da implantação da tarifa.
O magistrado destacou que, conforme o Programa de Exploração da Rodovia (PER), os trabalhos iniciais deveriam abranger toda a extensão do trecho concedido, de aproximadamente 686 quilômetros entre Porto Velho e Vilhena, com avaliações técnicas contínuas. No entanto, os relatórios apresentados indicam que a vistoria realizada pela ANTT ocorreu de forma amostral, abrangendo cerca de 2% da extensão total da rodovia.
A decisão também abordou a implantação do sistema de cobrança por livre passagem, conhecido como Free Flow. Segundo o entendimento do juízo, não foram apresentados estudos suficientes sobre os impactos da adoção do sistema nas condições locais de infraestrutura, especialmente em relação ao acesso limitado à internet em diversas regiões do estado, requisito essencial para o funcionamento da modalidade de pagamento.
Outro ponto considerado foi o descumprimento do prazo contratual mínimo de três meses para comunicação prévia aos usuários sobre o início da cobrança. Conforme o termo aditivo ao contrato de concessão, a concessionária deveria disponibilizar esse período para cadastro e orientação dos motoristas, o que, segundo a decisão, não foi observado.
Com base nesses elementos, a Justiça Federal entendeu estarem presentes os requisitos para a concessão de tutela de urgência, determinando a suspensão imediata da cobrança de pedágio na BR-364 até que sejam cumpridas as exigências legais e contratuais. A decisão tem efeito imediato, e as rés foram intimadas a cumprir a ordem judicial com urgência.
O processo seguirá em tramitação para análise do mérito, quando as partes envolvidas poderão apresentar novas manifestações e provas.





























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