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Acre

Prefeitura de Brasiléia abre oficialmente campanha de vacinação contra o HPV

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A campanha tem como foco principal as meninas de 11 a 13 anos. O trabalho de vacinação será feito prioritariamente nas escolas

Assessoria PMB

A secretaria de Saúde de Brasileia abriu oficialmente a campanha de vacinação contra o Papilomavírus Humano – HPV. O evento foi realizado no Instituto Odilo Pratagi – IOP, e contou com a presença dos alunos e secretários de Educação, Cultura, Ação Social e Administração da Prefeitura de Brasiléia.

A vacina contra o HPV será ofertada as meninas de 11 a 13 anos. A campanha começou pela escola IOP e tem o objetivo de atingir as metas estipuladas pelo Ministério da Saúde. Todas as escolas terão equipes da Secretaria Municipal de Saúde disponibilizando as vacinas.

As unidades de saúde de referencia, também estarão de prontidão para oferecer à vacina as meninas dentro da faixa etária de idade estipulada pela campanha. A ida de equipes as escolas é fundamental para o alcance das metas estipuladas pelo Governo Federal.

A secretaria de Saúde não vem medindo esforços para garantir a vacinação das meninas, tendo em vista que a vacina tem o valor alto no mercado e muitas famílias não tem as condições financeiras para comprar.

Segundo dados da saúde do Acre, cerca de 15% de morte de mulheres é por conta de doenças no colo do útero.

A secretária de Educação Goreth Bibiano os servidores da secretaria de saúde pelo empenho e disse que por ser uma vacina com valor elevado as meninas devem aproveitar.

“Pedimos principalmente aos pais e responsáveis que conscientizem suas filhas a tomarem a vacina. Temos uma oportunidade de diminuir cada vez mais os índices de mortes pelo HPV. Mas as nossas meninas devem tomar a vacina direitinho. Essa é a primeira dose mais tem mais duas depois”, disse Goreth.

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A secretaria de Ação Social, Marrisanta Rodrigues destacou a oportunidade que as meninas estão tendo e incentivou a vacinação em todas as meninas de 11 a 13 anos.

Todas as meninas do nosso município estão tendo a oportunidade que nos quando mais novas não tivemos. É hora de aproveitar que descobriram a vacina que previne e se imunizar do vírus do HPV.

O represente do Prefeito no evento, Wiliandro Derze, secretário de Comunicação disse que campanhas levadas às escolas são mais assimiladas pelas crianças e adolescentes.

“Quando militava no movimento estudantil e fazia parte da casa do estudante acreano o que mais gostava de fazer era solicitar apoio das secretárias de saúde para levar palestras e campanhas de vacinação. Por que sabia que nas escolas as informações sobre proteção de doenças eram mais assimiladas. Por muitos anos tentaram descobrir uma vacina que combatesse esse vírus do HPV, e finalmente conseguiram. Agora, é as meninas aproveitarem a vacina para crescerem sadias e sem qualquer tipo de problema. Este é o objetivo da gestão do prefeito Everaldo Gomes, levar a saúde mais perto de todos”, destacou.

A Jovem Janaina disse que é uma oportunidade que todas as meninas devem aproveitar para ficarem de bem com a saúde sem problemas de doenças no futuro.

O que é o HPV

O HPV um vírus que pode ficar no organismo durante anos, sem você perceber. Pode evoluir para um câncer como o do colo do útero, uma doença grave. No Brasil, é a quarta principal causa de morte por câncer em mulheres.

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Acre

Secretário de Obras de Brasiléia vistoria ponte destruída por chuva no Ramal Santa Helena e promete reparo urgente

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Estrutura no ramal Santa Helena (km 60 da BR-317), cedeu com volume de água; equipe técnica faz levantamento para resposta rápida e garantir tráfego rural

A expectativa é que os trabalhos de reconstrução ou substituição da ponte comecem assim que as condições do tempo permitirem, minimizando o isolamento das comunidades que dependem da passagem. Foto: captada 

O secretário municipal de Obras, Transporte e Urbanismo de Brasiléia, Josué de Oliveira Elias, esteve na tarde desta terça-feira (27) no km 60 da BR-317, Ramal Santa Helena, para vistoriar uma ponte de madeira que desabou devido ao enorme volume de água das chuvas que atingiram a região de fronteira. Acompanhado de equipe técnica, ele realizou um levantamento dos danos e prometeu agir rapidamente para restabelecer o tráfego de moradores da zona rural.

A estrutura, que dá acesso a comunidades rurais, não resistiu à força da correnteza. A prefeitura afirmou que casos como esse são comuns no período chuvoso, mas destacou que está preparada para responder a emergências e garantir o direito de ir e vir da população.

O secretário municipal Josué Elias, vistoriou o local acompanhado de uma equipe técnica para planejar o reparo emergencial da estrutura, essencial para o tráfego de moradores rurais e extrativistas. Foto: captada 

A região do Alto Acre tem registrado chuvas intensas nas últimas semanas, afetando estradas e pontes em vários municípios. A previsão é de que os trabalhos de reparo sejam iniciados assim que as condições do tempo permitirem.

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Acre

Produtores de castanha do Acre enfrentam barreiras para exportar para Bolívia e Peru por exigências fitossanitárias

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Legislação federal sobre certificação travou envio do produto; estoques acumulam e prejuízos atingem toda a cadeia extrativista no estado

Uma reunião está prevista para esta sexta-feira (30), quando devem ser discutidas alternativas para definir a situação e tentar destravar a exportação. Foto: captada 

Produtores de castanha-do-brasil (ou castanha-da-amazônia) no Acre estão com dificuldades para exportar o produto para países vizinhos, como Bolívia e Peru, devido a exigências de certificação fitossanitária previstas na legislação federal. A situação tem gerado acúmulo de estoques, redução na comercialização e prejuízos financeiros para comunidades extrativistas e cooperativas que dependem da venda internacional.

A falta de alinhamento entre os protocolos brasileiros e os requisitos dos países compradores tem sido apontada como principal entrave. Enquanto não há solução, produtores veem o produto perder valor de mercado e a safra ficar retida. O problema afeta especialmente a região do Alto Acre e regiões produtoras próximas à fronteira, onde a exportação para a Bolívia e o Peru e uma das principais rotas de escoamento.

Autoridades estaduais e representantes do setor buscam diálogo com o Ministério da Agricultura para flexibilizar ou adequar os trâmites, mas ainda não há previsão de normalização. A castanha é um dos produtos extrativistas mais importantes da economia acreana, gerando renda para milhares de famílias.

Diante do impasse, as comunidades extrativistas, os produtores foram recebidos pelo superintendente do MAPA no Acre, Paulo Felipe Teixeira Santos Trindade, em busca de diálogo e esclarecimentos. Uma reunião está prevista para esta sexta-feira (30), quando devem ser discutidas alternativas para definir a situação e tentar destravar a exportação.

A situação tem provocado acúmulo de estoques e prejuízos financeiros, impactando diretamente toda a cadeia produtiva ligada ao extrativismo no estado. Foto: captada 

O extrativista e produtor Said Fahrat, em entrevista à jornalista Anne Nascimento, explicou que, apenas em sua propriedade, há aproximadamente 15 mil latas de castanha estocadas, sem possibilidade de comercialização na fronteira do acre com Bolívia e Peru. O entrave está relacionado às exigências para emissão do Certificado Fitossanitário (CF), documento obrigatório para exportação de produtos de origem vegetal, conforme estabelece a Portaria nº 177/2021, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A norma define procedimentos rigorosos para garantir a segurança fitossanitária dos produtos exportados, incluindo inspeções visuais e o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo país importador. Na prática, porém, produtores afirmam que essas exigências têm dificultado o envio da castanha, que é um produto in natura e possui casca de origem vegetal.

“Já faz cerca de dois anos que estão exigindo que não tenha nem uma formiga. Castanha é madeira, a casca é madeira, e sempre aparece formiga. Isso acaba travando tudo”, relata o produtor, que atua no setor há mais de 40 anos.

Segundo ele, os países compradores não demonstram a mesma preocupação. “A Bolívia e o Peru aceitam o produto. Eles fazem a limpeza lá, tiram a sujeira, e isso não causa problema nenhum. Mesmo assim, a gente não consegue exportar”, afirma.

Disse mais.“A gente precisa vender. Tem muita gente com castanha parada, e toda a cadeia produtiva do Acre está sendo afetada”, destaca Farhat. Ele também alerta para os riscos econômicos da manutenção do cenário atual. “Se não for legalmente, há o risco de contrabando, e ninguém quer isso”, finaliza Said.

O entrave está relacionado às exigências para emissão do Certificado Fitossanitário (CF), documento obrigatório para exportação de produtos de origem vegetal. Foto: captada 

A produção de castanha-do-brasil é um dos destaques do extrativismo do Acre.

Os cinco principais municípios produtores de castanha são:
  • Xapuri (21%);
  • Brasiléia (17%);
  • Rio Branco (17%);
  • Sena Madureira (15%);
  • Epitaciolândia (11%).

A região do Alto Acre é responsável por 50% da castanha coletada no Acre, Baixo Acre vem com 34% e Purus, 15%.

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Acre

Polícia Civil prende em Rio Branco acusado de ser “executor” de facção criminosa que se escondia em obra de influenciadora digital

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Homem atuava como operário em construção no bairro Bom Sucesso; é suspeito de tortura por encomenda e violência a mando de organização criminosa
    O Disfarce no Canteiro de Obras, foi descoberto após investigação da Polícia Civil. A prisão ocorreu no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Foto: captada

Um homem identificado pelas iniciais G. S. S., apontado como executor de alta periculosidade de uma organização criminosa que atua no Acre, foi preso na tarde desta terça-feira (27) no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Ele estava trabalhando como operário na construção da casa de uma influenciadora digital local, tentando se esconder sob a identidade de trabalhador comum.

A operação foi realizada pela Delegacia-Geral de Manoel Urbano com apoio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a investigação, G. S. S. é suspeito de cometer tortura por encomenda e atos violentos a mando da facção, além de integrar esquemas de execução e intimidação em Rio Branco e no interior.

A influenciadora, cujo nome não foi divulgado, não teria conhecimento do histórico do operário. Após a prisão, ele foi encaminhado à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para os procedimentos legais.

O criminoso se passava por um trabalhador comum sob a supervisão de um mestre de obras, tentando evitar qualquer comportamento que levantasse suspeitas entre os colegas de trabalho. Foto: captada 

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