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Polícia Civil recupera 36 celulares roubados e furtados em Rio Branco nos primeiros três meses de 2025

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DCORE recupera dezenas de celulares roubados na capital. Aparelhos foram devolvidos aos legítimos proprietários. Foto: cedida.

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), recuperou 36 aparelhos celulares provenientes de furtos e roubos ocorridos na capital Rio Branco durante os três primeiros meses de 2025. Os dispositivos, avaliados em mais de R$ 100 mil no total, foram devolvidos aos respectivos proprietários após identificação e comprovação da origem.

A ação é resultado de um trabalho contínuo de investigação realizado pela equipe da DCORE, que monitora redes de comercialização ilegal, rastreia os aparelhos por meio de sistemas especializados e apura as ocorrências registradas. Os celulares são, em sua maioria, smartphones de diversas marcas, visados por criminosos devido ao alto valor agregado e facilidade de revenda no mercado informal.

O delegado Leonardo Santa Bárbara, titular da DCORE, destacou que a receptação é um crime grave e alertou a população sobre os riscos de adquirir produtos de origem duvidosa.

“Quem compra um celular roubado está contribuindo diretamente com a cadeia do crime. Receptação é crime, e quem for flagrado pode responder criminalmente. Além disso, esses aparelhos são facilmente rastreáveis, o que facilita nossa identificação e responsabilização dos envolvidos. O barato pode sair muito caro”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil reforça que o combate à receptação é uma das formas mais eficazes de enfraquecer os crimes patrimoniais, como furtos e roubos, e pede à população que desconfie de preços muito abaixo do mercado, sempre solicite nota fiscal e verifique a procedência do produto.

Denúncias anônimas podem ser feitas por meio do número 181. A identidade do denunciante é preservada.

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Nove membros do B13 são presos na Cidade do Povo suspeitos de planejar ataques contra rivais

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Os detidos seriam integrantes do Bonde dos 13 (B13), facção que rompeu recentemente alianças com grupos rivais, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

A polícia segue investigando a ligação entre o grupo e recentes episódios de violência registrados na capital acreana. Foto: cedida 

Na Hora da Notícias

Uma força-tarefa das forças de segurança prendeu nove homens suspeitos de integrar a facção criminosa Bonde dos 13 (B13) na noite de sábado, 5, em Rio Branco. A ação ocorreu na quadra 8 do Conjunto Habitacional Cidade do Povo, durante patrulhamento policial, e teve como objetivo desarticular planos de ataques contra membros das facções rivais Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).

A megaoperação reuniu diversas unidades, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), a Força Tática do 2º BPM, a Força Nacional, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que disponibilizou um helicóptero para suporte aéreo.

A coordenação entre as equipes possibilitou a captura dos suspeitos no momento em que estariam reunidos para organizar as ações criminosas.

Os detidos seriam integrantes do Bonde dos 13 (B13), facção que rompeu recentemente alianças com grupos rivais, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Foto: cedida

Entre os presos está Francisco Gleidson de Souza Nunes, de 32 anos, identificado pela polícia como um dos líderes do Bonde dos 13. Os detidos na operação foram:

  • Alan da Silva Cruz, 23 anos
  • Alexsandro Cavalcante da Silva, 32 anos
  • Douglas Costa de Carvalho, 29 anos
  • Francisco Gleidson de Souza Nunes, 32 anos
  • Gleidson Francisco de Souza, 27 anos
  • José Pedro do Nascimento Apurinã Filho, 24 anos
  • Kennis Alves Lustosa Lopes, 45 anos
  • Marcos Bruno Braga da Silva, 30 anos
  • Marlon Kelvy Cruz Dantas, 20 anos

Na ação, as autoridades apreenderam um revólver calibre .38 com 17 munições intactas e dois veículos utilizados pelo grupo. Três dos suspeitos — José Pedro do Nascimento Apurinã Filho, Marcos Bruno Braga da Silva e Francisco Gleidson de Souza Nunes — estavam sob monitoramento por tornozeleiras eletrônicas.

Já Marlon Kelvy Cruz Dantas possuía mandado de prisão em aberto, após romper seu equipamento de monitoramento, indicando possível intenção de cometer novos crimes.

As prisões ocorreram durante uma ação da força-tarefa policial na Quadra 8 do conjunto habitacional Cidade do Povo. Foto: cedida

Informações da polícia apontam que o Bonde dos 13 rompeu alianças com outras organizações criminosas nos últimos dias, desencadeando confrontos na região. A operação foi planejada para impedir uma escalada de violência, com foco em ataques direcionados a integrantes do PCC e do CV, que disputam o controle do crime organizado no Acre.

Os nove suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para esclarecer o papel de cada integrante e identificar possíveis conexões com os recentes episódios de violência em Rio Branco. Durante a operação, armas, celulares e dois veículos, de modelos Siena e Saveiro, foram apreendidos.

A polícia continua apurando os desdobramentos do caso, e novas informações podem surgir com o avanço das investigações.

Informações levantadas pelo serviço de inteligência indicavam que o grupo estava reunido para planejar atentados contra membros de organizações rivais. Foto: cedida 

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Polícia Militar prende homem e recupera notebooks furtados em ação rápida no centro de Cruzeiro do Sul

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Suspeito em situação de rua foi capturado após cerco tático no bairro da Lagoa; todos os itens roubados foram recuperados e serão devolvidos às vítimas

O caso foi registrado após o furto ser comunicado às autoridades. equipes da Rádio Patrulha, Policiamento Ambiental e Policiamento de Trânsito iniciaram buscas na área. Foto: cedida 

Uma ação rápida e coordenada da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de furtar mochilas com notebooks de um carro estacionado na região central da cidade na manhã deste sábado (5).

O caso foi registrado após o furto ser comunicado às autoridades. Imediatamente, equipes da Rádio Patrulha, Policiamento Ambiental e Policiamento de Trânsito iniciaram buscas na área. Com um cerco tático no bairro da Lagoa, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que estava em situação de rua.

Todos os objetos furtados foram recuperados e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde será feita a restituição dos bens às vítimas. A eficiência no atendimento garantiu o retorno dos itens em pouco tempo e a prisão do autor do crime.

A Polícia Militar reforça a importância de denúncias rápidas para o sucesso das operações e lembra à população sobre os cuidados com objetos de valor dentro de veículos estacionados.

Com um cerco tático no bairro da Lagoa, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que estava em situação de rua. Foto: cedida 

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IML identifica corpo localizado pelos Bombeiros de ex-presidiário resgatado no Rio Acre

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Corpo de ex-presidiário foi encontrado morto no Rio Acre; polícia investiga circunstâncias

Maciel Ferreira, 40, tinha passagem por tráfico e ameaças; causas da morte ainda são investigadas

O Instituto Médico Legal (IML) confirmou na tarde deste sábado (5) a identidade do corpo resgatado nas águas do Rio Acre na manhã de sexta-feira (4). A vítima foi identificada como Maciel Ferreira de Carvalho, 40 anos, que possuía histórico criminal por tráfico de drogas, furtos e ameaças.

O corpo foi localizado boiando próximo à margem e retirado por equipes do Corpo de Bombeiros. As causas da morte ainda não foram divulgadas, e as autoridades investigam se houve crime ou se trata de um afogamento acidental.

A Polícia Civil deve colher depoimentos de testemunhas e aguardar os laudos periciais para determinar o que levou à morte. Enquanto isso, o caso segue sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.

Maciel era ex-presidiário e tinha envolvimento anterior com a justiça, o que pode ampliar as linhas de investigação. O DPTC (Departamento de Polícia Técnico-Científica) segue analisando evidências para esclarecer o ocorrido.

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