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Polícia Civil participa de audiência pública sobre crimes cibernéticos praticados em nome de advogados

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A audiência pública reforçou a necessidade de um trabalho integrado entre os órgãos de segurança, a justiça e a sociedade civil para enfrentar os desafios impostos pela criminalidade digital

Delegado Roberth Alencar destaca o compromisso da Polícia Civil no combate aos crimes cibernéticos durante audiência pública na Aleac. Foto: cedida.

Nesta sexta-feira, 28, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participou de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para discutir a crescente ocorrência de crimes cibernéticos cometidos em nome de advogados. O evento foi proposto pelo deputado Eduardo Ribeiro (PSD) e contou com a presença de advogados, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), de instituições judiciais, da Polícia Federal e demais autoridades.

Representando a PCAC, esteve presente o delegado e diretor do Departamento de Polícia da Capital e Interior, Dr. Roberth Alencar. Durante o debate, foram abordadas as fraudes digitais em que criminosos utilizam o nome de advogados em redes sociais e aplicativos de mensagens para aplicar golpes financeiros contra cidadãos.

O deputado Eduardo Ribeiro ressaltou a gravidade do problema e a necessidade de medidas mais eficazes para coibir esse tipo de crime. “Estamos diante de um problema que afeta tanto os profissionais do direito quanto a população em geral. Precisamos unir esforços para fortalecer a legislação e garantir maior segurança digital”, afirmou.

O delegado Roberth Alencar destacou o compromisso da Polícia Civil no combate aos crimes cibernéticos e enfatizou a importância de denunciar esses delitos. “Os golpes virtuais estão cada vez mais sofisticados, exigindo das forças de segurança um constante aprimoramento das técnicas investigativas. A Polícia Civil do Acre está atenta a essas novas modalidades criminosas e segue trabalhando para responsabilizar os autores dessas fraudes. É essencial que as vítimas denunciem para que possamos agir de forma rápida e eficiente”, declarou.

A audiência pública reforçou a necessidade de um trabalho integrado entre os órgãos de segurança, a justiça e a sociedade civil para enfrentar os desafios impostos pela criminalidade digital. A Polícia Civil segue comprometida com a investigação e repressão desse tipo de crime, garantindo maior segurança para os cidadãos acreanos.

OAB/AC reforça a importância de medidas para proteger advogados e cidadãos contra fraudes digitais. Foto: cedida.

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Polícia Civil do Acre passa a enviar intimações oficiais por WhatsApp

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Medida busca modernizar procedimentos, agilizar comunicações e ampliar o acesso da população às informações processuais

A Polícia Civil do Acre passou a contar com um canal exclusivo pelo WhatsApp para o envio de intimações oficiais à população. A iniciativa tem como objetivo modernizar os procedimentos, dar mais agilidade às comunicações e facilitar o acesso dos cidadãos às informações relacionadas a investigações e atos processuais.

As intimações serão encaminhadas por meio dos números (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060. Pelo aplicativo, os intimados receberão diretamente em seus celulares documentos oficiais contendo informações detalhadas, como data, horário, delegacia responsável e endereço para comparecimento.

De acordo com a Polícia Civil, as comunicações enviadas pelo WhatsApp possuem documento oficial devidamente assinado por um delegado de polícia, o que garante a autenticidade da intimação e a segurança jurídica do procedimento.

A medida também visa reduzir custos operacionais, otimizar o trabalho das equipes policiais e tornar o atendimento mais eficiente, acompanhando a evolução das ferramentas digitais na prestação dos serviços públicos no estado.

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Polícia Militar apreende 137 quilos de drogas em Sena Madureira em 2025, aumento de 407%

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Ações do 8º BPM retiraram cocaína e maconha de circulação; corporação atribui resultado a patrulhamento, inteligência e denúncias da população

De acordo com dados oficiais da corporação, aproximadamente 137 quilos de entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências, envolvendo principalmente cocaína e maconha. Foto: captada 

O 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre (8º BPM), com atuação em Sena Madureira, apreendeu aproximadamente 137 quilos de drogas ao longo de 2025, o que representa um aumento de 407% em relação ao ano anterior. O volume inclui principalmente cocaína e maconha retiradas de circulação em diferentes operações realizadas na região.

As apreensões foram resultado de abordagens, patrulhamento ostensivo, ações de inteligência e denúncias da comunidade. A PM destaca que o crescimento expressivo reflete o fortalecimento das estratégias de combate ao tráfico e ao crime organizado no município e em áreas sob sua responsabilidade.

O volume de drogas retirado de circulação representa um aumento de 407% em relação ao ano de 2024, evidenciando a intensificação das ações policiais e o fortalecimento das estratégias de enfrentamento ao crime organizado na região. Foto: captada 

A corporação reforçou que continuará intensificando o trabalho preventivo e repressivo ao longo do ano, com o objetivo de coibir o tráfico de entorpecentes, reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança na região.

O efetivo do 8º BPM atua em Sena Madureira e municípios vizinhos

A PM destaca ainda que o trabalho preventivo e repressivo continuará sendo intensificado ao longo do ano de 2026, com o objetivo de coibir o tráfico de drogas na região, reduzir a criminalidade e promover a sensação de segurança para a comunidade local.

8º BPM apreende 137 quilos de drogas em Sena Madureira e registra aumento expressivo em 2025. Foto: art/assessoria

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Acusado de incendiar casa da ex por recusar fim de relação é condenado no AC

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Foto: Reprodução

A Câmara Criminal deu provimento à apelação interposta pelo Ministério Público, acolhendo o pedido de reparação pelos danos decorrentes de um incêndio criminoso ocorrido no município de Feijó, que atingiu a residência de uma vítima de violência doméstica. A decisão foi publicada na edição nº 7.954 do Diário da Justiça (p. 13), desta segunda-feira, 9.

O réu não aceitava o fim do relacionamento que durou sete meses. O crime foi confessado e comprovado por laudos periciais e imagens de câmeras, as quais atestaram a ação direta e intencional.

A vítima relatou um histórico de perseguição após o término, destacando a insistência e ameaças em ir na escola onde ela estudava. Na madrugada do ocorrido, a intenção era tentar falar com a jovem, então bateu na janela do quarto, que ficava na varanda. Como ela não abriu, foi provocado o incêndio. As chamas foram contidas pelo Corpo de Bombeiros.

O desembargador Samoel Evangelista, relator do processo, enfatizou que o incêndio expôs a perigo a vida, a integridade física e o patrimônio da vítima. Portanto, foi fixada a reparação em R$ 2 mil.

O réu foi condenado a quatro anos de reclusão, em regime inicial aberto, mais o pagamento de 13 dias-multa. Com a decisão unânime do Colegiado, ele deverá pagar ainda uma reparação de R$ 2 mil. O processo tramita em segredo de Justiça.

Com informações do TJAC

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