Cotidiano
Polícia Civil do Acre participa do Encontro Nacional de Chefes de Organismo de Inteligência de Segurança Pública 2025
A Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC) está representada pelo Diretor de Inteligência, o delegado de Polícia Civil Dr. Nilton César Boscaro

Durante o Enchoi 2025, foi apresentada a minuta da Doutrina Nacional de Inteligência de Polícia Civil, que estabelece diretrizes para todo o país. Foto: cedida
Entre os dias 1º e 3 de dezembro, a sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), em Brasília, recebe o Encontro Nacional de Chefes de Organismo de Inteligência de Segurança Pública (Enchoi) 2025. O evento reúne dirigentes e especialistas de todo o país para discutir avanços, alinhar estratégias e fortalecer a atuação das agências de inteligência no âmbito da segurança pública brasileira.
A Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC) está representada pelo Diretor de Inteligência, o delegado de Polícia Civil Dr. Nilton César Boscaro, que participa ativamente das atividades e debates programados.
Na manhã desta quarta-feira, 3, Dr. Boscaro, ao lado da delegada de Polícia Civil e Diretora de Inteligência da Polícia Civil do Estado de Sergipe (PCSE), Dra. Mayra Evangelista, ministrou uma apresentação sobre o uso de Inteligência Artificial como ferramenta essencial para o trabalho de inteligência policial. O painel abordou aplicações práticas, desafios e perspectivas da incorporação de tecnologias avançadas no enfrentamento à criminalidade.
Durante o encontro, também foi apresentada a minuta da Doutrina Nacional de Inteligência de Polícia Civil (DNIPC), documento construído de forma colaborativa e que agora será submetido à apreciação do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC). A proposta visa estabelecer diretrizes unificadas para a atividade de inteligência no âmbito das Polícias Civis do país.
“A Doutrina Nacional de Inteligência de Polícia Civil é um marco histórico para as Polícias Civis e para toda a comunidade de inteligência. A DNIPC traz princípios, valores, fontes, tipos de assessoramento e produtos de Inteligência de Polícia Civil, além da estrutura mínima sugerida para as agências de inteligência e a previsão de redes e sistemas de inteligência no âmbito das Polícias Civis brasileiras”, destacou o delegado Dr. Nilton Boscaro.

O encontro reúne autoridades e especialistas de todo o país para discutir estratégias, integração e avanços no Sistema de Inteligência em nível nacional. Foto: captada
O encontro segue até esta quarta-feira, reunindo autoridades e profissionais que atuam na linha de frente da inteligência de segurança pública, reforçando o compromisso conjunto de modernizar e aprimorar as capacidades investigativas e estratégicas em todo o país.
A edição 2025 do ENCHOI marca a retomada do fórum diretivo e estratégico da Inteligência de Segurança Pública no país, cuja última edição ocorreu em 2019. O encontro tem como tema central “Dos 25 anos de marco legal à governança efetiva do Sistema de Inteligência de Segurança Pública: estratégia, integração e inovação”.
A programação contempla painéis temáticos com especialistas, apresentações técnicas e de boas práticas, além de espaços destinados ao networking e ao fortalecimento da articulação institucional. No encerramento haverá consolidação de propostas e definição de encaminhamentos para o alinhamento técnico-operacional das ações de Inteligência de Segurança Pública no território nacional.

O evento, realizado no auditório da Polícia Civil do Distrito Federal, reúne chefes das Agências Centrais de Inteligência das Polícias Civis, Polícias Militares, Corpos de Bombeiros Militares e Polícias Penais das 27 unidades da Federação. Foto: captada
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Pintura em panos de prato é instrumento de ressocialização de mulheres no presídio feminino de Rio Branco
Traços fortes, coloridos e cheios de vida marcam o trabalho de pintura realizado pelas mulheres que cumprem pena na Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Rio Branco. São panos de prato pintados à mão, utilizando a técnica de estêncil, que são moldes vazados.

A atividade é parte do processo de ressocialização desenvolvido pelo Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) com as mulheres privadas de liberdade. A iniciativa partiu da policial penal Dione Diniz, responsável por ensinar e acompanhar as internas em outras atividades. “Eu trabalho muito com artesanato, mas nessa área eu não trabalhava. Aí a mente criativa vai introduzindo outras coisas. Me interessei por ensinar, pesquisei e inseri para elas esse trabalho”, ressalta.

Entre as participantes está a detenta A. L., que aprovou a atividade e já pensa em tornar a fonte de renda sustento dos filhos. Presa há oito anos, espera ansiosa o momento da progressão de pena, que deve se dar em poucos meses.
“Hoje, olhando para minha vida como um todo, eu entendo que não preciso mais do crime, do tráfico, para sustentar minha família. Eu posso sustentar meus filhos, dar uma vida digna para eles, sem correr o risco de passar tanto tempo longe deles novamente. Eu tenho dois filhos e com certeza penso em repassar para eles, que eles venham a aprender, que eles não venham a se ver na condição que um dia eu me vi, mãe na adolescência, sem poder trabalhar, paralisando os estudos”.
Atualmente o projeto conta com quatro internas, mas muitas já foram beneficiadas antes da progressão de regime e saída do presídio. Os panos de prato, pintados à mão, já foram parte de uma feira realizada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), onde foram vendidos. O valor arrecadado é usado para manutenção do projeto.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Jader Machado vai disputar medalha e Clícia Gadelha é eliminado no Brasileiro Sub-18
Os times das escolas Jader Machado, no feminino, e Clícia Gadelha, no masculino, representantes do Acre no Campeonato Brasileiro de Handebol Escolar Sub-18 terão uma reta final de torneio bem diferente.
As meninas da Jader Machado venceram nesta quarta, 25, o time do Dom Fernando Gomes, de Sergipe, por 30 a 5 e irão disputar a medalha de ouro na Série Cobre.
Os garotos da Clícia Gadelha foram derrotados pela equipe da escola Professora Doris Mendes Trindade, do Mato Grosso do Sul, por 26 a 23 e estão fora da disputa por medalhas na Série Prata.
“As equipes acreanas fizeram dois grandes jogos, no feminino a vitória ocorreu a derrota aconteceu em uma partida decidida nos minutos finais. O handebol acreano vem sendo bem representado no torneio nacional”, declarou o presidente da Federação Acreana do Desporto Escolar(FADE), João Renato Jácome.
Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Mecânico de Tarauacá recebe R$ 10 mil por engano via Pix e devolve imediatamente à empresa
Morador registrou boletim de ocorrência para formalizar a devolução; gesto é elogiado como exemplo de honestidade e cidadania

A atitude repercutiu entre moradores e nas redes sociais, sendo destacada como exemplo de honestidade e cidadania. Foto: internet
Um gesto de honestidade chamou atenção no município de Tarauacá. Um morador que trabalha como mecânico recebeu por engano duas transferências via Pix que, somadas, totalizavam R$ 10 mil — sendo uma no valor de R$ 6 mil e outra de R$ 4 mil — e decidiu devolver imediatamente o dinheiro à empresa responsável pelo envio, localizada em Mâncio Lima.
Segundo informações repassadas à reportagem do Jornal Extra do Acre, ao perceber que os valores não lhe pertenciam, ele procurou as autoridades e registrou um boletim de ocorrênciainformando o ocorrido e manifestando formalmente o desejo de devolver a quantia.
Após o registro, o valor foi restituído à empresa que havia feito a transferência equivocada. A atitude repercutiu entre moradores e nas redes sociais, sendo destacada como exemplo de honestidade e cidadania.
Orientações legais
Casos de transferências por engano têm se tornado mais comuns com a popularização do Pix, e especialistas reforçam que, ao receber valores indevidos, o correto é não movimentar o dinheiro e comunicar imediatamente o banco e as autoridades, evitando problemas legais.
O advogado Willian Eleamen explicou que se apropriar de dinheiro recebido por engano pode configurar crime, conforme prevê o Código Penal:
Art. 169 — Apropriar-se de coisa alheia perdida e não a devolver ao dono ou legítimo possuidor, ou não a entregar à autoridade competente no prazo legal, pode resultar em pena de detenção de 1 mês a 1 ano, ou multa, dependendo do valor.
Em resumo, a lei determina que quem encontra ou recebe algo que não lhe pertence deve devolver ao dono ou comunicar às autoridades, sob risco de responder criminalmente.
A atitude do mecânico foi elogiada pela comunidade, que destacou o gesto como prova de caráter e responsabilidade.






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