Acre
Pesquisadores identificam monopólio de empresas que prestam serviços de telefonia no Acre
Um grupo composto por cinco pessoas estão realizando de norte a sul do estado do Acre uma pesquisa que tem como objetivo fazer levantamento dos serviços prestados aos acreanos pelas empresas de telefonia móvel. A pesquisa teve inicio após a instauração da Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).
A CPI foi instalada por meio de um requerimento do deputado José Luiz Tchê (PDT) e aprovada pelos deputados meses atrás.
De acordo com um dos pesquisadores, Sérgio Ortiz, o relatório está na fase de conclusão. Nele, os parlamentares terão acesso à quantidade de antenas das operadoras no Acre, o número de aparelhos de pré-pago e pós-pago, o perfil da expansão de rede das operadoras e possíveis falhas nos serviços ofertados aos acreanos.
Divulgando previamente algumas informações, Ortiz constatou que existe monopólio de algumas operadoras nos municípios acreanos. “As operadoras precisam investir em infraestrutura, principalmente nos municípios de Porto Acre, Mâncio Lima e Capixaba. Nesses municípios existe apenas uma empresa, o que caracteriza prática de monopólio”, disse o pesquisador.
Cerca de 18 estados brasileiros estão com CPIs em andamento para apurar os gargalos da telefonia móvel e propor soluções.
A CPI da Telefonia é presidida pelo deputado Geraldo Pereira (PT) e tem como relator o autor do requerimento que receberá ajuda dos deputado Walter Prado (PROS), o deputado Major Rocha (PSDB), Jonas Lima (PT) e Chico Viga (PEN), Moisés Diniz (PCdoB) e Chagas Romão (PMDB) nos trabalhos da Comissão.
Com informações do ac24horas.com
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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