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Pesquisa para presidente: Jair Bolsonaro vence Lula no Acre em todos os cenários
O Instituto Real Time Big Data, contratado pela TV Gazeta/Rede Record, divulgou também a opinião dos acreanos em relação à disputa presidencial para o ano que vem. De acordo com pesquisa estimulada, o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece na frente com 43%, seguido pelo ex-presidente Lula (PT), com 27%. Ciro Gomes (PDT) marca 7% e Rodrigo Pacheco (Democratas). Branco e nulo marcou 13% e 9% não souberam ou não responderam.
Já na aferição espontânea, Bolsonaro aparece com 22%, Lula com 14% e Ciro com 1%. Outros candidatos registraram 2%. Brancos e nulos registraram 18% e não souberam e não responderam 43%.
Na simulação de segundo turno, o presidente Jair Bolsonaro também vence no Acre com 45%. Lula registra 31% e brancos e nulos marcam 14%. 10% não souberam não responderam.
O levantamento também mostra como o acreano avalia o governo de Jair Bolsonaro. Na aferição, 37% consideram ótimo e bom, mas em compensação 36% acham ruim e péssimo. Somente 25% consideram regular.
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 600 pessoas por telefone entre os dias 6 e 7 de agosto em 14 cidades do Acre, divididas nas regiões de Rio Branco com 46% dos participantes, Vale do Acre com 23% e Vale do Juruá com 31%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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