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Pescadores capturam arraia gigante no Rio Juruá, no Acre, e vídeo impressiona nas redes sociais

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Imagens mostram o momento em que o animal, de tamanho e peso surpreendentes, é colocado dentro de uma embarcação por pescadores locais.

A captura de arraias gigantes é um evento incomum, especialmente em rios da região amazônica, onde esses animais são mais frequentemente encontrados em águas costeiras. Foto: captada 

Um grupo de pescadores registrou um momento raro e impressionante durante uma pescaria no Rio Juruá, no interior do Acre: a captura de uma arraia gigante. O tamanho e o peso do animal chamaram a atenção e foram documentados em vídeo, que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais.

Nas imagens, é possível ver os pescadores manuseando cuidadosamente a arraia antes de colocá-la dentro de uma embarcação. O vídeo, que já circula amplamente, mostra a grandiosidade do animal, gerando admiração e curiosidade entre os internautas.

A captura de arraias gigantes é um evento incomum, especialmente em rios da região amazônica, onde esses animais são mais frequentemente encontrados em águas costeiras. A espécie, conhecida por seu tamanho e força, é um desafio para pescadores e costuma atrair atenção quando avistada.

O registro feito pelos pescadores no Rio Juruá não só documenta um momento único, mas também ressalta a riqueza da biodiversidade da região. Especialistas destacam a importância de práticas sustentáveis para preservar espécies como a arraia gigante, garantindo o equilíbrio dos ecossistemas locais.

Enquanto o vídeo continua a viralizar, ele serve como um lembrete da conexão entre as comunidades ribeirinhas e a natureza, além de destacar a necessidade de conservação dos recursos naturais da Amazônia.

Veja vídeo:


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Deracre mantém equipes ativas nos ramais de Cruzeiro do Sul durante período chuvoso

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O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), mantém dez equipes ativas nos ramais de Cruzeiro do Sul, na região do Juruá, com atuação emergencial para manter o acesso de famílias que dependem dessas vias para viver, trabalhar e se deslocar, mesmo durante o período chuvoso.

As frentes atuam na retirada de pontos críticos, drenagem, recuperação de pontes, implantação de bueiros e abertura de valetas, ações necessárias para manter a circulação nos ramais. Foto: Ricarlene Silva/Deracre

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destaca que a atuação das equipes reflete a presença do governo do Acre nas comunidades mais afetadas pelas chuvas.

“Mesmo quando não se trata de uma responsabilidade direta do órgão, o governo está presente porque existem famílias que precisam passar. São muitas demandas e a chuva é intensa, o que limita o avanço em alguns pontos, mas o trabalho segue sendo feito. Tem gente trabalhando todos os dias, fazendo o possível para garantir o acesso. A gente pede compreensão, porque as equipes estão atuando e cuidando de cada situação dentro do que é possível”, afirma.

As frentes atuam na retirada de pontos críticos, drenagem, recuperação de pontes, implantação de bueiros e abertura de valetas, ações necessárias para manter a circulação nos ramais.

No Ramal Moura Piranga, as equipes trabalham na recuperação de ponte, drenagem e estabilização do solo. Nos ramais 14 e 10, perpendiculares ao Ramal 3 da BR-364, os serviços incluem retirada de pontos críticos, drenagem e execução de valetas.

Há frentes em atuação no Ramal do Caracas, na BR-364, com implantação de bueiro ecológico e desobstrução de estruturas existentes. No Ramal Mariana 1, os trabalhos seguem com retirada de pontos críticos, valetas e aterro.

As equipes também atuam em ramais ao longo da BR-307, incluindo trechos próximos à comunidade Santa Bárbara, além do Ramal Polo da Marina, onde é executada drenagem em cerca de 800 metros do ramal. Nos ramais do Quidé, do Zacarias e do Preguiça, os serviços incluem implantação de bueiros, estivas, drenagem e aterro.

O Deracre segue acompanhando a situação dos ramais em Cruzeiro do Sul e mantém as equipes mobilizadas enquanto persistirem as chuvas.
























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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Idaf estabelece normas para controle da praga Sigatoka negra em plantações de banana no Acre

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Como parte das ações de defesa sanitária vegetal, o governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), publicou nesta terça-feira, 27, no Diário Oficial do Estado, uma portaria que estabelece a implantação do Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a Sigatoka negra na cultura da banana.

A portaria segue as diretrizes da Instrução Normativa nº 17, de 31 de maio de 2005, e foi elaborada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O sistema reúne um conjunto de medidas técnicas, administrativas e preventivas voltadas à redução ou eliminação de riscos potenciais, como pragas agrícolas e impactos ambientais.

Situação Fitossanitária da Sigatoka negra da Bananeira no Brasil. Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)

A Sigatoka negra é considerada uma das doenças mais destrutivas da bananeira, causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis var. difformis (forma imperfeita da Paracercospora fijiensis). No Brasil, a doença foi identificada pela primeira vez na Região Norte, no estado do Amazonas, em 1998, e atualmente está presente na maioria dos estados produtores de banana, incluindo o Acre.

“O Idaf já vem realizando um trabalho de monitoramento de pragas regulamentadas e fiscalização em cultivos de banana em todo o Acre. Além disso, promovemos ações de educação sanitária, orientando estudantes e, principalmente, produtores rurais sobre os principais sintomas e práticas de controle e prevenção da doença. O principal objetivo do Idaf com essa iniciativa é garantir a sanidade das lavouras de banana do estado e a comercialização dos produtos”, explica a coordenadora Estadual do Programa de Sanidade da Bananicultura, Malena Lima.

O Sistema de Mitigação de Risco para a Sigatoka negra reforça a proteção da bananicultura no Acre. Foto: Ascom/Idaf

O Sistema de Mitigação de Risco para a Sigatoka negra reforça a proteção da bananicultura no Acre. Com a banana entre as frutas mais produzidas e consumidas no estado, peça-chave da culinária local, fonte de renda para pequenos e médios produtores e produto relevante de exportação, a implantação desse sistema torna-se estratégia essencial para preservar a sanidade vegetal e garantir a comercialização da produção acreana para locais que exigem certificação fitossanitária, garantindo que as unidades de produção estejam livres da praga.

“Esse sistema visa o manejo e o controle da Sigatoka negra. Sua implementação reduz perdas, mantém padrões fitossanitários exigidos pelos mercados internos e externos, promove práticas de manejo integradas e minimiza riscos de propagação da praga”, explica Gabriela Tamwing, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal do Idaf.

A portaria também estabelece normas para a pós-colheita e o transporte das bananas, exigindo que a carga seja acompanhada de nota fiscal, Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) e Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) ou Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), no caso de produtos oriundos de propriedades aderidas ao SMR. Além disso, proíbe o transporte de frutos de banana em cacho dentro do estado do Acre e o uso de folhas de bananeira e/ou helicônia como material protetor de qualquer carga de produtos vegetais ou animais durante o transporte.

Tranporte para o trânsito de bananas. Foto: Ascom/Idaf

Como solicitar a adesão

A adesão ao SMR é voluntária, mas obrigatória para produtores rurais, associações, cooperativas e quaisquer estabelecimentos que produzam e comercializem banana e necessitem transportar produtos para áreas livres da praga.

Para aderir, o produtor deve se cadastrar no Idaf de seu município, informar a unidade de produção e assinar um termo de adesão. As orientações técnicas, formulários e regras detalhadas estão disponíveis no site oficial do instituto (www.Idaf.ac.gov.br).

As lavouras que aderirem ao SMR deverão adotar práticas específicas, como poda de folhas doentes, monitoramento contínuo da plantação, uso de variedades mais resistentes e manejo adequado para o controle da doença. Já os produtores que não aderirem também estarão obrigados a cumprir medidas mínimas de prevenção.

Idaf já vem realizando um trabalho de monitoramento de pragas regulamentadas e fiscalização em cultivos de banana em todo o Acre. Foto: Fabiana Matos/Idaf

Com a nova portaria, caberá ao Idaf fiscalizar o cumprimento das medidas nas lavouras, nas casas de embalagem cadastradas e durante o transporte da banana. O descumprimento das regras poderá resultar em penalidades e, nos casos mais críticos, quando houver risco à sanidade vegetal, os cadastros de produtores, responsáveis técnicos e casas de embalagem poderão ser cancelados.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Eleitor terá que escolher seis nomes nas urnas em 2026. Veja cargos

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Reprodução
Urna eletrônica

Os mais de 150 milhões de brasileiros que vão às urnas nas eleições gerais de 2026, em 4 de outubro, terão que escolher seis nomes. Diferentemente de 2022, neste ano o eleitor deve selecionar dois candidatos para o Senado Federal. Com isso, a colinha vai conter os números de seis candidatos.

  • deputado federal;
  • deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal);
  • senador (primeira vaga);
  • senador (segunda vaga);
  • governador e vice-governador; e
  • presidente e vice-presidente da República.

O segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro, só é aplicado nas disputas para governador e presidente da República. Por conta do critério de maioria absoluta, não basta que um candidato simplesmente conquiste mais votos do que os concorrentes. Ele precisa ir além. Deve obter mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os votos nulos) para ser eleito, em primeiro ou em segundo turno.

Se a maioria absoluta for obtida já em primeiro turno, o candidato é considerado eleito, e não se é realizado um segundo turno. Caso nenhum dos candidatos obtenha ao menos 50% dos votos válidos, os dois mais votados disputam o segundo turno.

Sistema proporcional

As votações das eleições gerais 2026 combinam os sistemas eleitorais: proporcional e majoritário. Os deputados são eleitos pelo sistema proporcional, enquanto os senadores, os governadores e o presidente são escolhidos por meio do sistema majoritário.

Cargo de deputado: 513 vagas estão em disputa para o cargo de deputado federal. Já os eleitos para deputado estadual preencherão 1.035 cadeiras nas Assembleias Legislativas. No DF, são 24 as vagas para o cargo de deputado distrital.

De acordo com o sistema proporcional, as cadeiras são distribuídas entre os partidos e as federações, conforme a respectiva votação total, e preenchidas pelos candidatos mais votados dentro dessas legendas, de acordo com o cálculo dos quocientes eleitoral e partidário.

Cargo de senadores: o Senado Federal terá 54 cadeiras renovadas (dois terços do total de 81) em 2026. A eleição é de natureza majoritária simples, ou seja, os dois candidatos com a maior votação em cada unidade da Federação são eleitos.

O mandato dos senadores dura oito anos, ao contrário dos mandatos dos demais cargos, que valem por quatro anos. Cada senador também tem dois suplentes na chapa, que o substituem em caso de necessidade.

Governadores e vice-governadores: serão escolhidas 27 chapas, uma para cada um dos 26 estados e uma para o Distrito Federal.

Presidente e vice-presidente da República: uma chapa será escolhida para o comando do Executivo Federal.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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