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Árbitros da FAFS irão comandar jogos da 11ª Copinha Arasuper

Foto Sueli Rodrigues: Copinha reúne grandes promessas do futsal acreano
Os árbitros da Federação Acreana de Futsal(Fafs) irão comandar os jogos da 11ª Copinha Arasuper de Futsal, competição programada para começar no dia 18 deste mês no ginásio do Sesc. Uma reunião nessa quarta, 7, definiu essa parceria para o torneio.
“Estive reunido com o diretor de arbitragem da federação Mário Jorge Lima e definimos todos os detalhes. Esse é mais um passo importante para termos uma grande competição”, declarou o coordenador da Copinha, Auzemir Martins.
12 partidas
Segundo Auzemir Martins, as duas quadras do Sesc serão utilizadas e 12 partidas, nas categorias Sub-10, 12 e 14 serão disputadas na abertura.
“Vamos realizar a abertura com muitos jogos. A Copinha movimenta a garotada na abertura da temporada”, afirmou Auzemir Martins.
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Santa Cruz vai ganhar mais 3 reforços para disputa do Estadual

Foto Sueli Rodrigues: O goleiro João Pedro treina forte para estreia no Estadual
O Santa Cruz ainda espera as chegadas do lateral Durval, o extremo Pedro Liko e o atacante Lucas Sanches, todos do futebol do Rio Grande do Sul, para a disputa do Campeonato Estadual. Lucas Sanches desembarca no sábado, 9, na capital acreana, e deve ser relacionado para a estreia no Estadual.
Redefiniu preparação
Com a mudança na data da estreia do Estadual, o técnico Sandro Resende redefiniu a programação do Santa Cruz. O elenco ganha um período de recuperação no sábado, 10, e retorna no domingo, 11, para trabalhos em sequência até a véspera do primeiro jogo na temporada.
“Ganhou mais três dias de treinamentos e vamos seguir realizando os ajustes necessários”, disse Sandro Resende.
Estreia no dia 15
O Santa Cruz estreia no Campeonato Estadual na quinta, 15, às 17 horas, no Tonicão, contra o Independência.
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Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro se consolida

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ganha força, impulsionada por articulação política e pesquisas
Reprodução/Agência Brasil
Um mês após o lançamento do senador à Presidência, o nome do filho do ex-presidente demonstra competitividade
A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República que inicialmente pareceu um balão de ensaio e uma forma de a família Bolsonaro retomar o controle das negociações políticas, vai se consolidando com dois fatores importantes: a habilidade de Flávio de conversar e agregar o mundo político e econômico ao seu nome e as pesquisas eleitorais.
As pesquisas mostram, nesse momento, que Flávio tem a mesma competitividade de outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior.
Todos levariam a eleição para o segundo turno, mas, mesmo próximos, ainda perderiam para o presidente Lula.
Por exemplo, a última Paraná Pesquisas do cenário pela disputa presidencial mostrou o presidente Lula com 44,1% das intenções de voto contra 41% de Flávio. Contra Tarcísio, Lula venceria por 44% contra 42,5% do governador.
Na visão de muitos especialistas, Tarcísio conseguiria agregar mais eleitores do centro no segundo turno do que Flávio, por conta da rejeição ao sobrenome Bolsonaro. Isso tem sido encarado como reversível pelo entorno de Flávio.
Nos bastidores, eles acreditam que o perfil mais moderado do senador pode mudar essa situação e lembram que, entre todos os concorrentes, é o presidente Lula quem tem a maior rejeição.
De toda forma, o cenário que se mostra é de mais uma eleição extremamente acirrada no país. O campo da direita acredita que o presidente Lula vai sofrer mais desgaste este ano com temas como a relação do petista com o ditador Nicolás Maduro e questões econômicas, como o grande rombo nas contas públicas.
Já o governo se apega a propostas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e a carteira de motorista com redução de custos, temas muito populares.
Outra estratégia usada por Flávio para consolidar a candidatura tem sido o diálogo. O senador tem falado constantemente com integrantes do mercado financeiro e com o mundo político para conseguir apoio.
Ele ainda não conseguiu atrair partidos para uma aliança, mas, conforme o seu nome cresce nas pesquisas, esse cenário se torna mais possível e provável.


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