Acre
“Peguei um Saerb falido e hoje temos água 24 horas em vários bairros da capital”, diz Bocalom em entrevista à CBN

Em entrevista à CBN, Bocalom comemora avanços na infraestrutura: “Já recuperamos mais de 3 mil ruas e até o final do ano serão mais mil”
“Fomos na contramão de todas as capitais”, diz Bocalom na CBN sobre diminuição do valor da passagem de ônibus
O candidato a prefeito Tião Bocalom (PL-AC) começou a segunda-feira (2) conversando com os ouvintes da Rádio CBN Amazônia. Em uma conversa conduzida pelas jornalistas Melícia Moura e Rita Pontes, do programa Jornal da Manhã, Bocalom conversou sobre todos os feitos enquanto atual prefeito — e o que ainda pretende fazer.
Dentre os principais assuntos abordados, estiveram transporte público, terceirização do sistema de água e esgoto e saúde — todos de grande interesse público. Na área de transporte, Bocalom destacou a modernização da frota, a fase de testes dos ônibus elétricos e a diminuição na tarifa. “Essa diminuição foi na contramão de todas as capitais; diminuímos as passagens mas, ao mesmo tempo, modernizamos as frotas e a população já mostrou que aprovou nosso ônibus elétrico que está em fase de testes”.
Na área de saneamento, um dos marcos da gestão Bocalom foi reassumir o sistema de água e recriar o Saerb. “O sistema de água e esgoto é um grande desafio que aceitamos e que já temos resultado. Fizemos investimentos em bombas — algo que não era feito em 30 anos — e estudamos a perfuração de poços para acabar com o problema de água na nossa cidade”. Questionado sobre a terceirização do serviço, Bocalom rebate: “E o mais pobre? O mais pobre não merece isso! A prefeitura existe para isso: para arcar com custos que não devem ser repassados aos mais pobres”. E completou: “Pegamos um Saerb falido e hoje colocamos água 24 horas em vários bairros da nossa capital”.
Sobre os serviços de Saúde, Bocalom comemorou a organização da pasta: “Acabei com essa história de faltar medicamento nos nossos postos. Na pandemia, saímos na frente de grandes cidades e valorizamos os nossos profissionais. Eles, hoje, trabalham felizes”. Na área de infraestrutura, Bocalom comemorou avanços e anunciou o Buraco Zero, que consta em seu programa de governo. “Já fizemos mais de 3 mil ruas e, até o final do ano, faremos cerca de 1000 ruas. Essa semana, foi liberado o valor do Asfalta Rio Branco e agora são 10 empresas — mais a Emurb — para trabalhar a todo vapor na nossa cidade”.
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Vereadores de Brasiléia participam do lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida Rural com 50 unidades habitacionais
Foi realizado nesta quarta-feira (28) o lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida Rural, na sede da Associação do Polo Agroflorestal Wilson Pinheiro, em Brasiléia. O evento reuniu autoridades estaduais, municipais e representantes da comunidade rural.
A iniciativa é do Governo Federal, com aprovação do Governo do Estado do Acre e da Prefeitura de Brasiléia, e prevê a aquisição de 50 unidades habitacionais destinadas a famílias da zona rural, fortalecendo as políticas públicas de habitação no município.

Presidente da Câmara Municipal de Brasiléia, vereador Marquinhos Tibúrcio, que ressaltou a importância do programa
O lançamento contou com a presença do presidente da associação, Márcio, além do secretário de Estado de Habitação e Urbanismo, Aglelson, que representou o Governo do Estado. Também participou o presidente da Câmara Municipal de Brasiléia, vereador Marquinhos Tibúrcio, que ressaltou a importância do programa para garantir moradia digna às famílias do campo e promover mais qualidade de vida à população rural.
O evento ainda reuniu os vereadores Almir Andrade, Beto Dantas, Djahilson Américo, Careca Gadelha, Lucélia Borges e Jorge da Laura, que reforçaram o apoio do Legislativo Municipal à iniciativa.
Segundo os organizadores, o programa representa um avanço significativo para o fortalecimento da habitação rural em Brasiléia, contribuindo para a permanência das famílias no campo e o desenvolvimento sustentável das comunidades agroflorestais.
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Prefeitura de Rio Branco realizará palestra sobre saúde mental em alusão ao Janeiro Branco
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Emergência: Rio Acre volta a ultrapassar cota de alerta em Brasiléia em menos de 15 dias e após a enchurrada de 143 mm de chuva
Menos de 15 dias após o Rio Acre ultrapassar, pela primeira vez neste ano, a cota de alerta em Brasileia, o nível do manancial voltou a preocupar autoridades e moradores da região de fronteira. A apreensão também aumenta após a forte enxurrada registrada nesta semana no município, que acumulou 143 milímetros de chuva.
Na noite desta quinta-feira (29), às 22h, o manancial ultrapassou novamente a cota de alerta, atingindo 9,81 metros. De acordo com os órgãos de monitoramento, caso as chuvas intensas persistam, há possibilidade de o rio alcançar a cota de transbordamento de 11,40 metros nos próximos dias, o que ocorreria pela primeira vez em 2026.
Conforme dados oficiais do monitoramento hidrológico e geológico realizados no município, o Rio Acre já havia atingido a cota de alerta no último dia 14 de janeiro. O histórico recente aumenta a apreensão, já que Brasiléia enfrentou quatro episódios de alagação, sendo o mais severo registrado em 2024.
Diante do cenário, o prefeito Carlinhos do Pelado destacou que a gestão municipal está em alerta máximo. “Estamos monitorando o nível do rio em tempo real e mobilizando todas as equipes para dar resposta rápida à população. Nossa prioridade é proteger vidas e garantir assistência às famílias que já sofrem com os impactos das chuvas”, afirmou o prefeito.
Na mesma quinta-feira, o gestor anunciou o cancelamento do Carnaval 2026 promovido pelo poder público e decretou situação de emergência no município. Segundo Carlinhos do Pelado, a medida é necessária para agilizar os trâmites legais e garantir suporte imediato às comunidades afetadas. “Não é uma decisão fácil, mas é responsável. Precisamos direcionar recursos e esforços para atender mais de 500 famílias isoladas, além de minimizar os prejuízos causados pela enxurrada”, ressaltou.
A situação atinge moradores de ramais, ribeirinhos e comunidades localizadas na Reserva Extrativista Chico Mendes, especialmente nos quilômetros 59, 60 e 13. Também há cerca de 20 aviários de frango sem acesso, comprometendo a atividade produtiva local.
O coordenador municipal da Defesa Civil, major Sandro, explicou que os danos à infraestrutura são significativos. “O levantamento preliminar aponta a destruição de 20 linhas de bueiros, tanto na zona urbana quanto na rural, além de 10 pontes que desabaram ou tiveram o acesso interrompido após o desmoronamento das cabeceiras. Outras estruturas ainda estão submersas, o que dificulta o tráfego e o atendimento às comunidades”, detalhou.
Segundo a Prefeitura de Brasiléia, a estimativa inicial é de que os prejuízos ultrapassem R$ 1,5 milhão. Os impactos afetam diretamente o escoamento da produção agrícola e extrativista, como castanha e borracha, além do deslocamento diário dos moradores.
A população pode solicitar apoio diretamente à Defesa Civil Municipal pelo telefone (68) 99250-8970 ou ao Corpo de Bombeiros pelo número (68) 3546-5743. A Prefeitura orienta ainda que os moradores acompanhem os canais oficiais nas redes sociais para receber informações atualizadas e confiáveis sobre a situação do rio e as ações emergenciais em andamento.















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