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PCAC destrói 500 kg de drogas e causa novo baque financeiro de R$ 3,5 milhões a organizações criminosas
Somando os anos de 2024 e 2025, o volume de entorpecentes retirados de circulação e devidamente eliminados chega a quatro toneladas e meia

Polícia Civil incinera 500 kg de drogas em Rio Branco e gera prejuízo milionário ao crime organizado. Foto: assessoria
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), realizou na manhã desta sexta-feira, 28, a incineração de aproximadamente 500 quilos de entorpecentes em uma olaria localizada em Rio Branco. A queima do material, fruto de apreensões realizadas pelas forças de segurança, encerra o ciclo de destruição de drogas referente ao ano de 202
O procedimento, previsto na Lei de Drogas, foi acompanhado por representantes do Ministério Público, da Perícia Oficial e da Vigilância Sanitária, garantindo a regularidade e transparência de todas as etapas. Os entorpecentes incinerados já haviam sido periciados, e os procedimentos administrativos relacionados às apreensões foram concluídos, com parte dos casos já encaminhados ao Poder Judiciário.
Esta é a terceira incineração realizada pela Polícia Civil neste ciclo de 2025, totalizando uma tonelada e meia de drogas destruídas apenas nestas três ações. Somando os anos de 2024 e 2025, o volume de entorpecentes retirados de circulação e devidamente eliminados chega a quatro toneladas e meia, representando um duro golpe na estrutura financeira do narcotráfico no estado.

Equipe da Denarc durante a incineração dos 500 kg de entorpecentes apreendidos em operações recentes. Foto: assessoria
De acordo com cálculos da Denarc, os 500 quilos destruídos hoje representam um impacto de mais de R$ 3,5 milhões nas finanças das organizações criminosas que atuam na região.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou que ações como essa demonstram o avanço das forças de segurança no combate ao tráfico. “Estamos diante de mais um resultado concreto do trabalho integrado e eficiente realizado pela Polícia Civil. A destruição desse material representa não apenas a retirada de drogas das ruas, mas a interrupção de um fluxo financeiro que alimenta o crime organizado”, destacou.
Já o delegado Saulo Macedo, titular da Denarc, reforçou a importância da ação. “Cada quilo destruído aqui é um prejuízo direto ao crime organizado e um passo a mais na proteção da sociedade acreana. Trabalhamos de forma técnica, integrada e contínua, e o resultado está aí: toneladas de drogas que deixaram de alimentar a violência, o vício e o financiamento de organizações criminosas. A Denarc segue firme no propósito de enfraquecer essas estruturas e garantir mais segurança para nossa população”, disse.



De acordo com cálculos da Denarc, os 500 quilos incinerados nesta sexta-feira representam um prejuízo estimado em R$ 3,5 milhões às organizações criminosas. Foto: captada
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Mulher com suspeita de Mpox é transferida de Brasiléia para Rio Branco

Paciente de 56 anos está estável e passa por exames; caso pode ser o segundo registrado na região de fronteira
Uma mulher identificada como A.S. da S, de 56 anos, foi transferida no fim da tarde desta terça-feira (17) do Hospital Regional de Brasiléia para o Pronto-Socorro de Rio Branco, após apresentar sintomas suspeitos de Mpox.
Segundo informações médicas, a paciente estava internada desde o último dia 15 na unidade de saúde de Brasiléia, onde recebeu os primeiros atendimentos. Diante da suspeita da doença, a equipe decidiu pela transferência para a capital acreana, onde ela passará por uma avaliação mais detalhada.
Ao dar entrada no Pronto-Socorro de Rio Branco, foram solicitados exames específicos para investigar a possível infecção.
Apesar da suspeita, o estado de saúde da paciente é considerado estável. Ela permanece sob acompanhamento médico enquanto aguarda o resultado dos exames, que irão confirmar ou descartar o diagnóstico.
Caso a infecção seja confirmada, este poderá ser o segundo caso de Mpox registrado na região de fronteira do Acre.
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Câmara aprova autorização para que comércios divulguem imagens de crimes

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (17/3), um projeto de lei que autoriza estabelecimentos comerciais a divulgar imagens e áudios de pessoas flagradas cometendo crimes dentro de suas lojas. O texto, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), segue agora para análise do Senado.
De acordo com a proposta, a exposição das imagens deverá ter finalidade clara, como identificar o infrator, alertar a população ou colaborar com autoridades públicas. A medida também estabelece limites: terceiros que não tenham relação com o crime não poderão ser expostos e respeitar, quando possível, os princípios da necessidade e proporcionalidade.
O projeto determina, ainda, que o estabelecimento registre boletim de ocorrência antes de divulgar o material. Caso haja divulgação indevida, especialmente de imagens falsas ou distorcidas, o responsável poderá ser penalizado.
De autoria da deputada Bia Kicis (PL-DF), o Projeto de Lei 3630/25 foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Sanderson (PL-RS). Durante a votação, o parlamentar argumentou que os direitos à privacidade, à imagem e à proteção de dados não são absolutos e precisam ser equilibrados com outros valores constitucionais, como a segurança pública e o interesse coletivo.
Segundo Sanderson, a proposta tem como objetivo dar segurança jurídica a comerciantes e evitar o uso indevido da legislação de proteção de dados como “escudo” para práticas criminosas. “A autorização restrita e condicionada contribui para a identificação de infratores e para a proteção da coletividade”, afirmou.
Bia Kicis defendeu que a iniciativa pode ajudar a coibir crimes, inclusive contra mulheres, em locais como academias. Segundo ela, a regra se aplica a qualquer tipo de estabelecimento comercial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.
O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL



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