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Acre

Pai acusa UPA de negligência na morte de criança de 3 meses; direção promete apurar caso

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Desesperado, o pai pegou a criança nos braços e gritou: “mataram meu filho”

“Mataram meu filho”, gritava o pai, desesperado/Foto: Oriobranco.net

“Mataram meu filho”, gritava o pai, desesperado/Foto: Oriobranco.net

Uma criança de apenas três meses morreu na manhã desta segunda feira (15) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do 2º Distrito, após ser internada com sintomas de virose. Os pais desconfiam que tenha havido negligência no atendimento. A criança, que estava com febre e secreção no nariz, foi diagnosticada pelo médico plantonista com sintomas de virose, ficou internada, submeteram-na a três nebulizações e a ministração de soro.

Os pais, José Carlos e Meury Marinho, chegaram à UPA por volta das 19h30, de domingo (14), com o filho P.L. Nas primeiras duas etapas de nebulização, a criança teria reagido bem, mas, ao chegar na terceira, ele começou a apresentar roxidão e refluxo.

Imediatamente, foi solicitada a presença de um enfermeiro. “Fui informada que a enfermeira plantonista saiu por volta das 4 horas da manhã e a criança foi atendida por uma técnica, que ministrou uma medicação sem a presença de um médico, que ela não soube informar qual era. Não demorou muito tempo e meu filho teve duas paradas cardíacas e morreu”, disse Meury Marinho.

“Não demorou muito tempo e meu filho teve duas paradas cardíacas e morreu”, disse Meury Marinho/Foto: Oriobranco.net

“Não demorou muito tempo e meu filho teve duas paradas cardíacas e morreu”, disse Meury Marinho/Foto: Oriobranco.net

Desesperado, o pai pegou a criança nos braços e gritou: “mataram meu filho. Vocês mataram o meu filho”. Ainda segundo os pais, após o ocorrido, todos profissionais se negaram a dar informações sobre o que de fato teria ocorrido, limitando-se em dizer apenas que o bebê sofrera duas paradas cárdicas, além da possibilidade de que tenha se engasgado com o vômito durante o refluxo.

A diretora da unidade hospitalar, Ana Carla Clementina, disse à imprensa que não poderia se pronunciar a respeito do ocorrido, uma vez que precisaria ter em mãos o relatório de todos os envolvidos no atendimento da criança desde a sua entrada na UPA.

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Acre

Estudantes da UFAC levam análise econômica às ruas de Assis Brasil

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Ação de extensão aproximou universidade da comunidade com dados sobre desenvolvimento local

Alunos do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Acre, campus de Assis Brasil, realizaram uma ação de extensão nas ruas do município com o objetivo de compartilhar conhecimentos acadêmicos com a população.

Durante a atividade, foram distribuídos panfletos com os principais resultados dos trabalhos desenvolvidos na disciplina de Macroeconomia II e no projeto de extensão “Análise Macroeconômica Comparativa: Estrutura Produtiva, Mercado de Trabalho e Desenvolvimento entre Assis Brasil (AC) e o Brasil”, coordenado pela professora Graziela Gomes Bezerra.

O estudo teve como foco comparar indicadores econômicos e sociais do município com o cenário nacional, utilizando dados macroeconômicos para avaliar aspectos como estrutura produtiva, mercado de trabalho e desenvolvimento social.

A iniciativa buscou aplicar, na prática, os conteúdos trabalhados em sala de aula, aproximando o conhecimento acadêmico da realidade local e promovendo o diálogo com a comunidade.

Ao todo, cinco trabalhos foram apresentados. Um dos estudos, desenvolvido pelas alunas Laisa Silva Cardilha e Andreiany da Silva Rodrigues Sales, com contribuições de Iraci Marques de Araújo, destacou desigualdades no acesso à educação, saúde e serviços sociais em Assis Brasil, apontando limitações no desenvolvimento do município em comparação com a média nacional.

A ação reforça o papel da universidade na produção e disseminação de conhecimento, contribuindo para a reflexão sobre os desafios e potencialidades da realidade local.

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Acre

Câmara Criminal mantém sentença que responsabiliza homem por violência doméstica contra própria avó

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Caso ocorreu no município de Senador Guiomard; acusado recebeu a pena de 4 anos e 8 meses de prisão em regime semiaberto

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Câmara Criminal, decidiu, por unanimidade, manter a sentença que responsabilizou um homem pelo crime de extorsão praticado contra sua própria avó, em contexto de violência doméstica, no município de Senador Guiomard.

De acordo com os autos, o homem estava sob efeito de álcool e drogas e teria chegado à residência da avó ameaçando e exigindo dinheiro. Ele agrediu a vítima e quebrou objetos da casa. A situação só foi interrompida após a intervenção de um familiar, que acionou a polícia.

O acusado recebeu a pena de quatro anos e oito meses de prisão, a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. Na ocasião, a defesa do réu solicitou a absolvição no caso, sob o argumento de que não haveria provas suficientes e de que a sentença teria se baseado apenas em elementos colhidos durante a investigação policial.

O relator do caso, desembargador Francisco Djalma, argumentou que o processo contém provas consistentes, tanto na fase investigativa quanto no julgamento. Entre essas provas estão depoimentos de policiais militares, do delegado responsável, de familiares e do próprio acusado.

Além disso, o relator destacou que os depoimentos prestados em juízo confirmam a versão inicial dos fatos e demonstram que a vítima foi submetida a constrangimento mediante violência e grave ameaça, elementos que caracterizam o crime de extorsão.

Outro ponto abordado foi o fato de a vítima ter manifestado o desejo de que o neto fosse solto. Conforme o magistrado, esse tipo de postura é comum em casos de violência no ambiente familiar, principalmente quando existem laços afetivos entre os envolvidos, mas isso não é suficiente para afastar as provas reunidas no processo.

Portanto, a Câmara Criminal decidiu negar o recurso e manter integralmente a sentença anterior, reconhecendo a prática do crime e a responsabilidade do acusado.

Apelação Criminal – Processo nº 0000373-63.2024.8.01.0009, disponível na edição nº 7.985 desta sexta-feira, 27 de março, do Diário da Justiça (pág. 27).

*Imagem gerada por IA

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Rio Acre ultrapassa cota de alerta em Rio Branco e mantém cenário de atenção

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Nível do manancial chega a 13,60 metros, mas segue abaixo da cota de transbordo, segundo a Defesa Civil

O Rio Acre ultrapassou a cota de alerta na manhã desta segunda-feira (30), em Rio Branco, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com a medição realizada às 6h27, o rio atingiu 13,60 metros, superando a cota de alerta, que é de 13,50 metros. Apesar da elevação, o nível ainda permanece abaixo da cota de transbordo, estabelecida em 14,00 metros.

Nas últimas 24 horas, o acumulado de chuvas foi de 4,60 milímetros, índice considerado baixo. Ainda assim, o volume não impediu a subida do nível do manancial, mantendo o cenário de atenção na capital acreana.

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