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Pacientes que tomaram 1ª dose vencida em Xapuri estão autorizados a se revacinar

A Secretaria Municipal de Saúde de Xapuri (Semusa) divulgou uma nota informativa nesta sexta-feira, 13, comunicando que as pessoas que tomaram a 1ª dose da vacina AstraZeneca que pertenciam aos lotes que estavam fora do prazo de validade estão autorizados a procurar os postos de atendimentos e se revacinar.
Já os pacientes que tomaram vacinas dos lotes vencidos na 2ª dose precisam continuar aguardando o parecer decisivo do Ministério da Saúde. De acordo com a informação da Semusa, avaliações ainda estão sendo feitas para se definir se os imunizantes terão o prazo de validade prorrogado.
Essa informação tem por base a possibilidade de o laboratório indiano poder declarar que o imunizante não perde a potência após o prazo de validade determinado na embalagem. Caso isso ocorra, não será necessária a aplicação da 3ª dose da vacina para esse grupo de pessoas.
No começo de julho passado, um levantamento pelos pesquisadores Sabine Righetti, da Unicamp, e Estêvão Gamba, da Unifesp, baseado no cruzamento de dados oficiais do governo federal apontou que pelo menos 26 mil doses vencidas da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 foram aplicadas em todo o país.
No Acre, sete cidades apareceram no levantamento: Rio Branco, Xapuri, Senador Guiomard, Acrelândia, Epitaciolândia, Porto Walter e Cruzeiro do Sul. O município com mais aplicações de doses fora do prazo, segundo a lista divulgada, foi Xapuri, com um total de 51 doses de 63 identificadas no estado.
Desde então, essas pessoas ficaram sob monitoramento do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) e aguardando as orientações do Programa Nacional de Imunização (PNI), por meio das coordenações estadual e municipal, para saber se seriam ou não novamente vacinadas.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.







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