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Órgãos ambientais preparam deflagração de operação contra desmate ilegal
Em 2019, foram expedidas quatro mil licenças ambientais no Acre, mas com a pandemia do ano passado os desmatamentos registrados foram no entorno das terras públicas que foram invadidas por grilheiros, madeireiros e pequenos invasores oriundos de outros estados.

A Tribuna
Com a chegada do verão amazônico, os órgãos ambientais resolveram fechar o cerco aos invasores das terras públicas, principalmente contra os madeireiros clandestinos da Ponta do Abunã que estão invadindo as áreas de reserva das propriedades rurais nos municípios do Vale do Abunã para furtar madeira de lei. A equipe de fiscalização do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em parceria com Batalhão Ambiental deflagra mais uma operação de combate ao desmatamento ilegal no estado. “Mapeamos todos os pontos críticos por imagens de satélites para intensificar a fiscalização por terra para coibir os crimes ambientais”, declarou o presidente do Imac, André Hassem.
Destacou que apreenderam quase 400 metros cúbitos de madeira de lei que vinha sendo retirada ilegalmente na divisa do Acre com Rondônia. Contou que as equipes de fiscalização passaram 18 dias percorrendo as propriedades rurais invadidas na zona rural de Acrelândia, para desmantelar uma quadrilha de ladrões que ameaçava agricultores que questionavam a derrubada de árvores e o furto na sua propriedade rural. “A madeira apreendida tem sido doada as prefeituras e entidades sem fins lucrativos, com acompanhamento do Ministério Público Estadual do Acre (MPAC) para que possa ser usada num período de seis meses”, revelou.
Informou que o Imac constituiu uma Comissão responsável por essas doações, mas mantêm um Termo de Cooperação Técnica para que as toras de madeira apreendida nas ações de fiscalização possam ser beneficiada na serraria do 7º Batalhão de Engenharia e Construção (7ºBEC). Apontou que esse trabalho vem sendo realizado desde o ano passado, quando a madeira apreendida nas operações deflagradas foram utilizadas na reconstrução de casas danificadas por um temporal nos municípios de Capixaba, Xapuri e Sena Madureira. “Estamos coibindo os crimes ambientais e damos uma destinação para a madeira apreendida no estado”, observou.
Acrescentou ainda, que os produtores rurais estão procurando os escritórios do Imac para tirar o licenciamento ambiental. Revelou que o estado conta com aproximadamente 3,5 milhões de hectares aberta, o que não precisa de mais novos desmatamentos para a atividade agrícola ou pecuária. Em 2019, foram expedidas quatro mil licenças ambientais no Acre, mas com a pandemia do ano passado os desmatamentos registrados foram no entorno das terras públicas que foram invadidas por grilheiros, madeireiros e pequenos invasores oriundos de outros estados. “Estivemos recentemente, na reserva estadual do Antimari para coibir os desmates ilegais”, finalizou o presidente do Imac.
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Acidente mata criança e fere outras 3. Nenhuma viajava na cadeirinha

Reprodução/NSC Total
Uma criança morreu em um acidente no interior de Passos Maia, no Oeste de Santa Catarina, no fim da tarde desse sábado (17/1), na SC-154. A colisão envolveu dois veículos, um carro e um caminhão. Além da criança morta, um homem e uma mulher foram encontrados nas presos nas ferragens e foram encaminhados para o hospital, a mulher em estado grave.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender o caso, e ao chegar constatou que outras três crianças já haviam sido encaminhadas ao hospital por populares. Elas tinham 1, 3 e 6 anos, e não estavam em cadeirinhas no momento da batida.
Leia a íntegra no NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Rio Branco se aproxima da média histórica de chuvas para janeiro com risco de mais temporais
Capital acumulou 91,4% da média mensal; previsão para próxima semana indica chuvas intensas e elevação do nível do Rio Acre

O Acre deverá enfrentar condições atmosféricas altamente favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 milímetros. Foto: arquivo
As chuvas persistentes das últimas semanas deixaram Rio Branco muito próxima de atingir a média histórica de precipitação para janeiro, com 261,4 milímetros registrados até a tarde de sexta-feira (16) – o equivalente a 91,4% da média mensal de 286,1 mm. O acumulado elevado é resultado de um período prolongado de instabilidade atmosférica, com eventos frequentes de chuvas fortes, trovoadas e ventania.
A situação exige atenção redobrada, já que a previsão indica condições favoráveis a chuvas intensas entre segunda (19) e quinta-feira (22), com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 mm. Paralelamente, o Rio Acre já está acima da cota de transbordo, atingindo 14,39 metros às 16h45 na tarde deste sábado, 17, em Rio Branco, segundo dados da plataforma De Olho no Rio, da Prefeitura da capital.
Caso a previsão se confirme, a capital deve superar a média histórica de janeiro, elevando os riscos de alagamentos urbanos, transbordamento de igarapés e impactos em comunidades ribeirinhas.
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Rio Juruá atinge nível de transbordamento em Cruzeiro do Sul e aciona estado de atenção
Com 13,01 metros, rio ultrapassa cota crítica; Defesa Civil monitora áreas ribeirinhas e prepara assistência a famílias em risco

De acordo com a Defesa Civil Municipal, equipes seguem em alerta máximo, realizando o acompanhamento contínuo do comportamento do rio e o levantamento das áreas mais vulneráveis. Foto: captada
O Rio Juruá ultrapassou a marca de transbordamento em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, atingindo 13,01 metros na medição das 18h deste sábado (17) – acima da cota crítica de 13 metros. Diante do cenário, a Prefeitura municipal declarou situação de atenção redobrada e acionou o Plano de Contingência para áreas ribeirinhas.
Equipes da Defesa Civil e de secretarias envolvidas estão em alerta máximo, acompanhando continuamente o comportamento do rio e levantando as regiões mais vulneráveis. O objetivo é atuar de forma preventiva, oferecendo apoio humanitário e, se necessário, promovendo a retirada segura de moradores.
As chuvas persistentes na região do Vale do Juruá, conforme previsão meteorológica, devem manter o nível do rio elevado nas próximas horas. A administração municipal reforçou que continuará monitorando a situação e adotando todas as medidas para mitigar os impactos da enchente e preservar a segurança da população.


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