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No Juruá, governo do Estado investe mais de R$ 6 milhões na área da Educação

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Wesley Moraes

Os municípios de Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves foram beneficiados com mais de R$ 6 milhões em investimentos na área da Educação. A iniciativa do governo do Estado do Acre contempla a reforma de 14 escolas, ginásios e prédios públicos, além da construção de quadra com gramado sintético e entrega de ônibus escolares.

O evento para celebrar estas importantes conquistas na Educação foi realizado na região dos mercados municipais de Cruzeiro do Sul, neste sábado, 17, e contou com a presença do governador Gladson Cameli, do prefeito da cidade, Zequinha Lima, do prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima, do prefeito de Rodrigues Alves, Jailson Amorim, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Nicolau Júnior, entre outras autoridades.

A administração de Cameli tem feito grandes e ousados investimentos no setor educacional. Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o governo segue empenhado em oferecer as condições necessárias para que os estudantes da rede pública estadual tenham acesso a educação de qualidade. Em seu discurso, o governador destacou o esforço de sua equipe na construção de um legado com mais oportunidades para a juventude acreana.

Gestão de Gladson Cameli tem priorizado investimentos na área da Educação Foto: Diego Gurgel/Secom

“São pelas nossas crianças que eu tenho o maior orgulho de ser governador e é para elas que eu trabalho todos os dias. Esses investimentos fazem parte do nosso plano de ações para oferecermos o melhor aos nossos estudantes. Eu acredito que já estamos virando essa página da pandemia, por isso, o governo se antecipa para preparar as nossas escolas para o pós pandemia”, destacou Cameli.

No segundo maior município do estado, as escolas estaduais Professora Quita, Juscelino Kubitscheck, Absolon Moreira, Antônio de Barros Freire, Sebastiana Valente, Magia do Saber, Colégio Militar Dom Pedro II e o Ginásio Poliesportivo Jader Machado serão contemplados com pintura, reparo nas instalações elétricas, hidráulicas e cobertura, substituição de piso, entre outras benfeitorias.

Governador durante assinatura das ordens de serviços para a melhoria da Educação, no Juruá Foto: Diego Gurgel/Secom

Já em Marechal Thaumaturgo, as obras serão realizadas na Escola Estadual Elvira Ferreira Gomes, Ginásio Poliesportivo de Marechal Thaumaturgo e no Núcleo da Secretaria de Educação. E em Porto Walter, a Escola Estadual Borges de Aquino, Ginásio Poliesportivo de Porto Walter e Núcleo da Secretaria de Educação também foram beneficiados com as ordens de serviço assinadas pelo governador.

Entrega de ônibus escolares, fardamento e kits cozinha

Na mesma solenidade, o governador fez a entrega de dois ônibus escolares para os núcleos da Secretaria de Educação de Porto Walter e Rodrigues Alves. Com capacidade de transportar até 29 alunos, os veículos são adaptados com rampa elevatória para facilitar o embarque e desembarque de pessoas com mobilidade reduzida.

Outras 35 escolas estaduais da região foram alcançadas com a entrega de fardamento escolar e utensílios de cozinha para o preparo da merenda escolar. Somente nesta ação, o governo investiu cerca de R$ 1 milhão.

Na mesma solenidade, governo do Estado fez a entrega de fardamento e ônibus escolares Foto: Diego Gurgel/Secom

“O governo do Estado não vem medindo esforços para melhorar a Educação em nossa regional. Mesmo com a pandemia, os investimentos não param e aqui está mais uma prova desse trabalho, que está beneficiando milhares de estudantes das zonas urbana e rural”, declarou Ruth Bernardino, coordenadora do Núcleo da Secretaria de Educação em Cruzeiro do Sul.

Construção de quadras de grama sintética

Cameli também autorizou a construção de duas quadras esportivas com gramado sintético na Escola Rural Juarez Ibernon e Escola Cívico Militar Madre Adelgundes Becker.

Localizadas em Cruzeiro do Sul, as unidades de ensino contarão com pouco mais de R$ 1 milhão em recursos para a execução da obra. Novidade em escolas públicas, as quadras proporcionarão lazer e mais qualidade de vida aos estudantes.

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Caso do cão Orelha reacende debate sobre redução da maioridade penal

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Orelha3

A morte do cão comunitário Orelha, espancado por quatro adolescentes na Praia Brava, em Florianópolis (SC), reacendeu no Brasil o debate sobre a redução da maioridade penal. A brutalidade do caso gerou uma comoção que extrapolou bolhas ideológicas e rompeu, ao menos momentaneamente, a polarização entre esquerda e direita, levando diferentes campos políticos a se manifestarem por respostas mais duras do Estado.


O caso

  • A Polícia Civil tomou conhecimento da morte do cão Orelha em 16 de janeiro, após relatos de moradores sobre seu desaparecimento.
  • Dias depois, Orelha foi encontrado ferido e agonizando por um dos cuidadores. Devido à gravidade das lesões, o animal precisou ser submetido à eutanásia.
  • Os quatro adolescentes identificados são investigados por ato infracional análogo ao crime de maus-tratos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • Na última segunda-feira (26/1), os investigados pela morte do cão Orelha foram alvos de mandados de busca e apreensão. A operação teve como alvo dois adolescentes e um adulto.
  • Os adolescentes foram identificados por meio de imagens de câmeras de segurança e depoimentos de moradores da região.

Nas redes sociais, o caso se transformou em um raro ponto de convergência. Parlamentares alinhados à direita passaram a defender de forma explícita a redução da maioridade penal e a responsabilização criminal de adolescentes envolvidos em crimes graves. Já a esquerda, embora não tenha pedido com tanto afinco a mudança da idade penal, passou a cobrar punições mais severas para maus-tratos a animais e o fortalecimento de políticas públicas de prevenção à violência.

Durante coletiva de imprensa sobre o caso, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, defendeu a redução da maioridade penal ou, alternativamente, a aplicação de sanções mais rigorosas. “Um jovem tem plena consciência da sua responsabilidade. Então, tem que ocorrer a redução da maioridade penal. Se não ocorrer, é preciso existir uma sanção maior para o adolescente penal”, afirmou.

Atualmente, a legislação brasileira estabelece a maioridade penal aos 18 anos. A regra está prevista no artigo 228 da Constituição Federal, que considera penalmente inimputáveis os menores dessa idade, submetendo-os às normas da legislação especial, como o ECA. Para adolescentes que cometem atos infracionais, as medidas incluem internação socioeducativa por até três anos, além da responsabilização civil dos pais ou responsáveis.

Manifestações sobre o caso do cão Orelha

No Congresso, parlamentares da direita usaram o episódio como exemplo da necessidade de endurecer a legislação. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) cobrou punição aos adolescentes e criticou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em vídeo publicado nas redes sociais, afirmou que jovens de 16 anos já têm direitos como votar e trabalhar, mas, segundo ele, não respondem criminalmente por seus atos.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se manifestou, prestando solidariedade aos moradores que cuidavam do animal e defendendo a responsabilização em casos de “barbaridade”. Para ele, episódios como o de Orelha demonstram que a violência pode começar cedo e não deve ser relativizada apenas pela idade do autor. Deputados como Kim Kataguiri (União-SP) e Mário Frias (PL-SP) também se engajaram no debate, associando o caso à discussão sobre impunidade e maioridade penal.

Do outro lado, parlamentares da esquerda evitaram defender uma eventual redução da maioridade, mas passaram a pressionar por penas mais duras contra crimes de maus-tratos.

O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o caso “chocou o país” e disse que pretende pautar com urgência um projeto de lei de sua autoria que aumenta as penas para crimes contra cães e gatos. Segundo ele, os animais são seres sencientes, reconhecidos em lei como capazes de sentir dor e sofrimento, o que exige maior proteção do Estado.

A deputada Érika Hilton (PSol-SP) diz acompanhar os desdobramentos da investigação e alertou para o risco de proteção aos responsáveis por influência econômica. O senador Fabiano Contarato (PT-ES) classificou a morte de Orelha como “totalmente revoltante” e relembrou sua atuação para endurecer as penas por maus-tratos a cães e gatos. Para o parlamentar, a lei não pode servir de abrigo para a crueldade.

Maioridade penal no Congresso

Por se tratar de um dispositivo constitucional, qualquer mudança na maioridade penal só pode ocorrer por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Alterações por lei ordinária, embora possíveis em normas infraconstitucionais, podem ser questionadas no Supremo Tribunal Federal (STF) por inconstitucionalidade.

No Congresso Nacional, o tema volta e meia retorna à pauta. No Senado, a proposta mais avançada é a PEC 32/2019, de autoria de Flávio Bolsonaro. O texto reduz a maioridade penal para 16 anos em regra geral e prevê exceção para crimes hediondos, como homicídio, tortura, tráfico de drogas e participação em organizações criminosas, nos quais a imputabilidade passaria a valer a partir dos 14 anos.

A proposta tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sob relatoria do senador Marcio Bittar (PL-AC), que apresentou parecer favorável em fevereiro de 2025. No relatório, ele argumenta que punições mais severas teriam efeito dissuasório sobre jovens da mesma faixa etária.

Na Câmara dos Deputados, tramita a PEC 32/2015, apresentada pelo ex-deputado Gonzaga Patriota. A proposta está na CCJ, sob relatoria do deputado Coronel Assis (União-MT), ainda sem parecer apresentado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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PM usa arma de trabalho para matar ex-companheira e homem no Paraná

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Imagem colorida mostra homem armado - Metrópoles

Um policial militar matou a ex-companheira e um homem que estava com ela na madrugada deste sábado (31/1), no município de Terra Boa, no Paraná. De acordo com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), o agente utilizou a arma institucional para cometer os crimes.

Segundo a corporação, o caso foi registrado por volta das 0h50. O policial, lotado em Cianorte e que estava de folga, foi até a residência da ex-companheira e efetuou disparos contra ela e contra um homem que se encontrava no local. As duas vítimas morreram.

Após os homicídios, o militar se apresentou de forma espontânea no Pelotão da Polícia Militar de Terra Boa, onde entregou a arma institucional utilizada na ação. Em seguida, ele foi encaminhado à 21ª Subdivisão Policial de Cianorte.

Em nota, a PMPR informou que o policial vai responder pelos crimes de feminicídio, no caso da ex-companheira, e homicídio, em relação ao homem. Ele permanece sob custódia para a adoção das medidas legais, além de procedimentos administrativos e disciplinares previstos.

“A Polícia Militar do Paraná lamenta o ocorrido e reforça seu compromisso com a legalidade e a apuração rigorosa dos fatos”, disse a corporação.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Shutdown: governo dos EUA entra em nova paralisação orçamentária

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imagem colorida congresso eua

O governo dos Estados Unidos (EUA) entrou em uma nova paralisação orçamentária parcial, neste sábado (31/1), após o Congresso não conseguir aprovar a tempo um acordo para financiamento de ações de segurança.

O “shutdown” entrou em vigor na madrugada deste sábado, mas deve durar pouco tempo, pois a votação do pacote deve ocorrer já na segunda-feira (2/2).

A restrição ocorre depois de um impasse causado pela resistência de democratas em aprovar para verbas para Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela fiscalização de imigrantes. O país vive sob tensão após a escala da repressão à imigração promovida pela administração de Donald Trump.

O governo chegou a aprovar um pacote de financiamento em acordo com os democratas, mas a proposta também precisa passar pela Câmara dos Representantes, que volta de recesso na segunda.

Trata-se da segunda paralisação orçamentária sob o governo Trump. A última ocorreu entre outubro e novembro do ano passado, e durou 43 dias — o mais longo da história.

Neste sábado, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil suspendeu as atualizações nas redes sociais até a retomada das operações.

“Devido à paralisação orçamentária, esta conta do X não será atualizada regularmente até a retomada total das operações, exceto para informações urgentes de segurança. No momento, os serviços de passaporte e visto programados nos Estados Unidos e em Embaixadas e Consulados dos EUA no exterior continuarão durante a paralisação orçamentária enquanto a situação permitir”, diz o comunicado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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