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Na avaliação dos 100 dias, Rocha admite que índice de criminalidade ainda é alto

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O vice-governador Major Rocha admitiu na manhã desta quarta-feira, 10, ao lado do governador Gladson Cameli, no Palácio Rio Branco, durante o balanço dos 100 dias da gestão, que o índice de violência no Acre é alto, apesar do trabalho das forças de Segurança. Ele acrescentou, porém, que enxerga uma queda “sensível” na criminalidade.

“Nós assumimos o estado mais violento do Brasil e a segunda capital mais violenta do Brasil. O índice de violência ainda está alto, muito alto, mas já houve uma redução sensível no índice de criminalidade”, afirmou.

Rocha elogiou o governador Gladson Cameli pela ida dele nesta terça-feira, 09, a Assembleia Legislativa. “O Gladson deu demonstração de respeito aos deputados estaduais ao ir lá visitá-los mais uma vez. Isso mostra um novo momento vivido no Acre”, diz.

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Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

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A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25)

Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

Uma moradora da zona rural de Sena Madureira, no Acre, está pedindo ajuda para retirar seus pertences da residência onde vivia com o marido, no ramal do Mucuripe, no projeto Joaquim de Matos. A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25) e conseguiu fugir apenas dois dias depois, em busca de socorro.

Com o rosto completamente lesionado pelas agressões, a vítima chegou à casa de vizinhos na quinta-feira (27), onde pediu ajuda para acionar a polícia. Em depoimento, a mulher relatou que foi espancada de forma cruel e temia pela própria vida. “Meu marido quase me matou, estou precisando de ajuda. Nem minhas coisas consegui tirar”, disse a vítima, ainda muito abalada.

A Polícia Militar foi acionada e está apurando o caso. Até o momento, o nome do agressor não foi divulgado. A mulher espera contar com o apoio das autoridades para retirar sua mobília da residência e garantir uma medida protetiva contra o marido. A motivação da agressão não foi divulgada. O homem continua em liberdade, e a mulher teme pela própria vida.

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Mulher é presa por levar filhas de 1 e 12 anos para motel no interior do Acre; veja detalhes

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Ela estava há dois dias com as duas filhas, uma de 1 e a outra de 12 anos, em um quarto de motel

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Cotas trans são questionadas na justiça por Associação de Mulheres

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A Associação MATRIA – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil entrou com uma Ação Civil Pública contra a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), questionando a legalidade da reserva de vagas para transgêneros em concursos públicos e vestibulares  da instituição.

A ação, movida na Justiça Federal, pede a nulidade da Resolução Normativa 181/2023 e a suspensão do item 6.4 do Edital nº 049/2024/DDP, que prevê a destinação de vagas específicas para candidatos que se autodeclaram transexuais, travestis, transmasculinos, transgêneros e/ou não binários.

Segundo a MATRIA, a medida fere princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade e segurança jurídica, além de impactar negativamente políticas afirmativas já existentes e os recursos da universidade.

A política foi implementada sem o respaldo de dados e estatísticas oficiais que comprovem sua necessidade e eficácia. Além da ausência de informações oficiais sobre o tamanho da população trans no Brasil e sua suposta exclusão social, estudos existentes indicam que essa população apresenta um nível de escolaridade superior à média nacional e está super-representada nas universidades.

“A política de cotas deve ser baseada em dados concretos e fundamentação legal. No caso das cotas trans, não há estatísticas oficiais que demonstrem a necessidade dessa reserva de vagas, o que compromete a transparência e a equidade das políticas públicas”, afirma a associação.

A ação também questiona a autodeclaração de identidade de gênero como critério para concorrer às vagas reservadas, argumentando que ela é subjetiva, imprecisa e impossível de verificação imparcial, violando o princípio da objetividade que deve nortear as seleções públicas.

Finalmente, a MATRIA aponta que esta mesma resolução viola a liberdade de expressão e de cátedra, ao interditar o debate e a discussão sobre a teoria da identidade de gênero no ambiente acadêmico, impondo sanções ao seu questionamento.

A UFSC ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ação judicial.

Para mais informações, entre em contato:

Associação MATRIA
E-mail: matria@associacaomatria.com
Whats: 031-95714004

Site: www.associacaomatria.com

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