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Modernização na Segurança ganha investimento de R$ 2,8 milhões para fortalecer PM e Bombeiros com novos veículos blindados e prédios reformados

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Com investimento total de R$ 2.877.266, o governador do Acre, Gladson Camelí, cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da Segurança Pública, com a assinatura de ordens de serviço para a reforma do 1º Batalhão da Polícia Militar e do 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, além da entrega de seis viaturas blindadas. Os recursos foram distribuídos em R$ 418.577,24 para a PM, R$ 2.091.600 para os novos carros e R$ 367.089,36 para os Bombeiros.

As medidas ampliam a estrutura das corporações e contribuem diretamente para a melhoria dos serviços prestados à população. No 1º Batalhão da Polícia Militar, a reforma tem como objetivo garantir a segurança estrutural do imóvel, assegurar o pleno funcionamento das instalações e adequá-las às normas técnicas e de segurança vigentes. A intervenção é considerada essencial para evitar a interrupção das atividades operacionais, oferecendo melhores condições de trabalho aos militares e atendimento mais eficaz à população.

Além de anunciar a reforma, o governador Gladson Camelí entregou seis caminhonetes blindadas à PM, adquiridas por meio de emenda parlamentar do deputado Roberto Duarte. Os novos veículos, equipados com tecnologias modernas, devem reforçar o enfrentamento às organizações criminosas, aumentar a percepção de segurança nas ruas e proteger os agentes que atuam na linha de frente da Segurança Pública.

“Ressalto que esta é a segunda entrega de viaturas blindadas na nossa gestão, o que traduz o nosso compromisso com a vida dos policiais do nosso estado, e, dessa forma, vamos melhorar as condições dos nossos profissionais de segurança e garantir a paz para as famílias acreanas. Então, tenho tranquilidade e orgulho de poder chegar aqui e afirmar que nem um outro governo investiu tanto na segurança como o nosso. Em breve resumo, renovamos os agentes contratados em todas as nossas corporações: militar, civil, penitenciária e bombeiros”, pontuou Camelí.

No 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros, a reforma busca conter o avanço da deterioração da estrutura física da unidade, que coloca em risco tanto o patrimônio público quanto a segurança de servidores e usuários. A obra é considerada urgente, especialmente diante da aproximação do período crítico de estiagem, quando há aumento expressivo nas ocorrências de incêndios florestais.

A unidade desempenha papel estratégico nas ações emergenciais da capital, atuando no combate a incêndios urbanos e florestais, além de operações de salvamento e resgate. Para garantir a eficiência desses serviços, são indispensáveis condições estruturais adequadas, ambiente funcional e prontidão operacional.

Diante desse cenário, o governo estadual considera a contratação das reformas como medida essencial e inadiável, alinhada aos princípios da administração pública e ao compromisso com o interesse coletivo. O objetivo é assegurar a continuidade, segurança e qualidade dos serviços prestados à sociedade acreana.

“Investimos em novos equipamentos modernos, inteligência estratégica, por meio de cursos de formação e viaturas novas, aviões, helicópteros e embarcações, e estamos conseguindo revitalizar praticamente todos os espaços físicos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Investimentos que melhoraram as condições de trabalho dos nossos agentes e que, consequentemente, reforçaram a segurança do povo do Acre que precisa de paz para produzir”, reforça o governador.

Valorização

O subcomandante-geral da PM, coronel Kleison Albuquerque, destacou que o reforço operacional é essencial para que a população perceba, de forma concreta, os efeitos dessas ações.

“A redução dos índices da criminalidade é o produto direto dessas ações. Além de várias capacitações, temos os equipamentos essenciais. Nós temos investido em armamento, em viaturas, em outros meios, em tecnologia, e isso impacta diretamente sim, porque temos excelentes policiais, homens e mulheres, mas eles precisam dos meios, e o investimento vem para isso: alinhar a nossa vontade de fazer com a capacidade operacional”, destacou.

Representando o Comando-Geral do Corpo de Bombeiros, o corregedor-geral coronel Otoni Miranda reforçou que os anúncios voltados à Segurança demonstram a valorização do governo aos servidores e o respeito à população.

“Essa reforma era um anseio de nossa tropa. Isso demonstra a valorização do governo do Estado para com a nossa tropa, para com o serviço público. E nós estamos bastante satisfeitos com essa ação do governo, que resulta em uma maior qualidade de serviço, uma prestação melhor aos habitantes dessa região que o batalhão atende”, pontua.

Engrenagem Econômica

Todas as ordens de serviço foram assinadas por meio do Programa de Estímulo à Construção Civil para Geração de Emprego e Renda (PEC/GER-AC), que garante o movimento da economia entre as pequenas empresas do estado.

Criado pelo governador Gladson Camelí para incentivar pequenos empresários e impulsionar a retomada da economia local, o programa prioriza a participação de micro e pequenas empresas nas licitações públicas voltadas para obras de construção civil no Acre.

O secretário estadual de Obras, Ítalo Lopes, enfatizou a importância dessa iniciativa para a geração de emprego e renda.

“Esse projeto tem algo muito bonito, porque busca contratar pequenas empresas para fazer essas intervenções. Então, é para aquele construtor que muitas vezes acaba sendo contratado como um terceirizado de uma outra empresa maior para atuar. Isso naturalmente diminui a margem dele de lucro e causa um certo achatamento dentro do mercado. Essas empresas não precisam ser subcontratadas de ninguém. Elas têm a oportunidade de ter um contrato delas mesmas, então, isso naturalmente traz uma margem de lucro e garante cidadania para quem está produzindo, para quem está trabalhando. O mercado está aquecido, as empresas estão todas trabalhando, as obras estruturantes têm avançado e as pequenas obras também”, destacou.

Armando Fonseca, empresário e representante da classe, frisou a importância e o impacto desse projeto.

“Quero agradecer ao governador e ao secretário, que tem recebido bem as empresas, empresários. Esse projeto foi criado por contratação direta, em chamamento público, e gera emprego e renda. Queria que todos pudessem aplaudir nossos administradores”, pontuou.

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Moradores de Marechal Thaumaturgo denunciam cobrança de taxas extras para receber botijões do programa Gás do Povo

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Beneficiários relatam pagamento de até R$ 37 em programa federal gratuito; prática é considerada ilegal e pode resultar em descredenciamento de revendedoras

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada 

Moradores do município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, usaram as redes sociais no último domingo (1º) para denunciar que estão sendo obrigados a pagar taxas extras para ter acesso às botijas de gás, através do programa do governo federal, “Gás do Povo”.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 para ter acesso à botija de gás. “Minha mãe pagou R$ 37”, relatou uma usuária, sendo prontamente acompanhada por outros relatos de cobranças semelhantes feitas por estabelecimentos locais. “Minha amiga da faculdade pagou também”, disse outra.

Os integrantes do grupo de notícias da cidade chegaram a marcar um vereador do município sobre a situação. O parlamentar justificou que o valor cobrado seria pela taxa referente ao “desembarque” do produto, visto que o município é de difícil acesso.

Um outro morador da cidade afirmou que há algo errado, já que se trata de um programa social. “Mas como é um benefício social ainda estão cobrando? Tem algo de errado pode ter certeza”, escreveu.

Regras do programa e ilegalidade da cobrança

O programa Gás do Povo, instituído pela Lei nº 15.348/2026, assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. A estimativa do governo é atender cerca de 15 milhões de famílias em todo o país até março de 2026.

De acordo com as regras oficiais, a recarga do botijão é totalmente gratuita e qualquer cobrança de “taxas extras” ou “valores complementares” é considerada ilegal e fere as normas estabelecidas pelo programa.

As únicas exceções permitidas são:

  • Taxa de entrega/frete: caso a família opte por receber o gás em domicílio (para evitar essa taxa, o beneficiário pode retirar o botijão diretamente na revenda);

  • Compra do vasilhame: caso a família não possua um botijão vazio para entregar na troca.

O vale garante exclusivamente a gratuidade da recarga do botijão, não cobrindo aquisição de vasilhame nem custos adicionais como a taxa de entrega, quando há opção pelo serviço de delivery.

Como funciona o benefício

Os beneficiários podem utilizar o vale-recarga de três formas principais:

  1. Cartão do Bolsa Família com chip (bancarizado) e senha;

  2. Cartão de débito da Caixa Econômica Federal e senha;

  3. CPF do responsável familiar na maquininha “Azulzinha” da revenda credenciada, com código enviado por SMS.

Famílias com 2 ou 3 pessoas têm direito a 4 recargas por ano (uma a cada 3 meses), enquanto famílias com 4 ou mais integrantes têm direito a 6 recargas anuais (uma a cada 2 meses).

Canais de denúncia

Caso alguma revenda exija pagamento extra além das exceções permitidas, a família não deve pagar e pode registrar denúncia nos seguintes canais:

  • ANP (Agência Nacional do Petróleo): 0800 970 0267 (segunda a sexta, 8h às 20h);

  • Ouvidoria Fala.BR: registro online para o Ministério de Minas e Energia (MME);

  • Disque Social 121, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS);

  • SAC CAIXA: 0800 726 0101.

A fiscalização é rigorosa: revendas que descumprirem as normas estão sujeitas a sanções, multas e descredenciamento do programa.

As denúncias em Marechal Thaumaturgo seguem sendo investigadas, e moradores aguardam posicionamento das autoridades competentes sobre as cobranças irregulares.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada 

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Ibama intensifica fiscalização e apreende 67 redes durante operação no interior do Acre

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Ação nos rios Moa e Juruá combate pesca irregular no período do defeso e contou com apoio da PM

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) intensificou a fiscalização contra a pesca irregular no Acre e realizou, na última quinta-feira (26), uma operação nos rios Moa e Juruá, no município de Cruzeiro do Sul.

A ação teve como foco coibir práticas ilegais durante o período do defeso, quando a pesca comercial é proibida para garantir a reprodução dos peixes. A operação atendeu a um requerimento do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), que apontou possíveis atividades predatórias na região.

Batizada de Operação Rios Federais, a iniciativa contou com apoio do Comando de Operações Especiais (COE), da Polícia Militar do Acre.

Durante a fiscalização, os agentes apreenderam 67 redes de pesca, algumas com até 50 metros de comprimento. Também foram lavrados autos de infração por prática irregular. As multas para esse tipo de crime variam de R$ 700 a R$ 100 mil, conforme o Decreto nº 6.514/2008, além da apreensão dos equipamentos utilizados.

O chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama no Acre e coordenador da operação, Arlan Hudson, destacou a importância da iniciativa para a preservação dos recursos naturais. Segundo ele, ações como essa são fundamentais para manter o equilíbrio ambiental e proteger espécies essenciais para a biodiversidade amazônica.

No Acre, o período de defeso ocorre entre 15 de novembro e 15 de março. Nesse intervalo, a pesca comercial é proibida, sendo permitida apenas a pesca de subsistência, realizada com linha de mão ou vara com anzol, exclusivamente para consumo próprio.

Pescadores profissionais artesanais e amadores que atuam dentro das regras podem exercer a atividade de forma limitada. Aqueles que estão regularmente inscritos têm direito ao auxílio-defeso, benefício pago durante o período de suspensão da pesca, desde que atendam aos critérios estabelecidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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Colégio desligará 4 alunos acusados de estupro coletivo no Rio

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Reprodução/TV Globo
Acusados de estupro contra adolescente do Rio, no fim de janeiro

O Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, iniciou o processo de desligamento de quatro alunos acusados de cometer um estupro coletivo contra uma adolescente, de 17 anos, em Copacabana, em janeiro.

Os acusados são João Gabriel Bertho, Vitor Hugo, Bruno Alegretti e Matheus Martins, todos de 18 e 19 anos.

“Não podemos tolerar a barbárie brutal da violência de gênero vivenciada a cada hora em nosso país”, diz a nota do colégio.

A reitoria do colégio e o Campus Humaitá II informou que iniciaram o processo de desligamento com orientação da procuradoria federal. Os quatro alunos foram indiciados pela Polícia Civil, mas ainda não foram localizados, sendo considerados foragidos da Justiça.

Veja a nota do campus dos alunos na íntegra:

O caso

O crime teria ocorrido em 31 de janeiro. A vítima relatou à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) que foi convidada por mensagem à casa de um amigo, um apartamento em Copacabana.

Ela relatou que, ao chegar ao apartamento, foi convidada a fazer “algo diferente” pelo amigo, e recusou. Após isso, foi violentada e estuprada pelos quatro acusados.

O caso é investigado pela 12ª Delegacia de Polícia do Rio (Copacabana). A PCERJ informou que os acusados responderão pelo crime de estupro, e um adolescente responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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