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Jovem que matou esposa com 20 facadas mata padastro a golpes de faca no Calafate
Hudson Matias da Silva 39 anos, foi morto a golpes faca na noite desta terça-feira (21) em uma residência localizada na rua da Amizade no bairro Novo Calafate, em Rio Branco.
De acordo com informações da polícia repassadas a reportagem, Hudson estava com sua esposa e seu enteado conversando na área de sua casa, quando o enteado William Cordeiro da Silva, de 20 anos, que faz uso de remédio controlado, surtou, tomou posse de uma faca e partiu pra cima de sua mãe na tentativa de matá-la. Hudson reagiu para defender a esposa e foi ferido com várias facadas na região do peito. Após a ação o autor do crime fugiu do local.
A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas quando os paramédicos chegaram ao local nada puderam fazer por Hudson que já se encontrava morto.
A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos dos peritos em criminalista, em seguida os policiais fizeram várias rondas na região em busca de prender o acusado, mas ele não foi encontrado.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O autor crime é acusado de matar a própria esposa
Segundo informações da Polícia, William havia sido preso em um hotel no Centro de Rio Branco por Agentes da Delegacia de Homicídios e proteção à Pessoa (DHPP) no dia 7 de novembro de 2019. Ele é o acusado de matar a esposa Maria José na frente dos dois filhos com cerca de 20 facadas em um apartamento na rua Dourado, no bairro Conquista, no madrugada do dia 28 de outubro de 2019.
Maria estava em casa com seus filhos, uma criança de 5 anos e outra de 9 anos, quando William começou a discutir pelo motivo de ciúmes, em seguida, a agrediu e de posse de uma faca desferiu 20 golpes em várias partes do corpo da mulher. Após ser ferida, Maria José caiu despida em cima da cama.
William foi preso ficou a disposição da justiça e estava respondendo o processo em liberdade.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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