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Jornal Extra destaca atuação da Polícia Civil do Acre no combate ao crime organizado

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O Extra destacou: o Acre resiste ao avanço das facções graças à atuação da Polícia Civil.

O jornal Extra, em uma série especial de reportagens sobre a expansão das facções criminosas pelo país, destacou o trabalho da Polícia Civil do Acre (PCAC) no enfrentamento ao crime organizado. A publicação nacional analisou a influência de grupos oriundos do Rio de Janeiro em diferentes estados e ressaltou que o Acre tem conseguido conter o avanço dessas organizações graças à atuação firme e coordenada das forças de segurança locais.

De acordo com a reportagem, facções como o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP) tentaram se instalar no estado, mas encontraram resistência efetiva da Polícia Civil acreana, que tem investido em inteligência e investigação para enfraquecer o poder dessas organizações.

O coordenador da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Acre, delegado Alcino Sousa Júnior, explicou ao Extra que o trabalho de monitoramento contínuo tem sido essencial para impedir que o Acre enfrente o mesmo cenário de violência visto em outras regiões do país.

“A gente tem investido muito no monitoramento desses grupos para impedir que o cenário do Sudeste se repita”, destacou o delegado.

O reconhecimento do Extra reforça o compromisso da Polícia Civil do Acre com a segurança pública e a proteção da sociedade, demonstrando a eficiência e a seriedade com que a instituição atua no combate à criminalidade organizada.

Para o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, o destaque em um dos maiores veículos de comunicação do país é motivo de orgulho para toda a corporação.

“Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo. Nossas equipes têm trabalhado com dedicação, inteligência e responsabilidade para garantir a segurança dos acreanos e enfraquecer o crime organizado. A Polícia Civil do Acre é uma instituição forte e comprometida com o povo do nosso estado”, afirmou o delegado-geral.

 

 

Fonte: PCAC

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Colisão frontal entre motos deixa quatro jovens feridos em Sena Madureira

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Acidente foi registrado por câmeras de segurança na madrugada deste domingo (4) na rua Cunha Vasconcelos. Vítimas foram socorridas e não correm risco de morte

Populares que viram a colisão acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Foto: captada 

Uma colisão frontal entre duas motocicletas deixou quatro jovens feridos na madrugada de domingo (4) na rua Cunha Vasconcelos, nas proximidades do prédio do Poder Judiciário, em Sena Madureira. Nas imagens de câmeras de segurança registraram o momento exato do acidente, mostrando que um dos motociclistas invadiu a contramão, causando o choque violento.

Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou os primeiros socorros e encaminhou as vítimas ao Hospital João Câncio Fernandes. Segundo a equipe médica, os jovens sofreram escoriações e cortes, e um deles teve um ferimento na região do supercílio, mas nenhum corre risco de morte.

Após o socorro, foram acionados os órgãos de perícia e a polícia para os procedimentos legais. As câmeras de videomonitoramento têm auxiliado na compreensão da dinâmica do acidente, que segue sob investigação.

Veja sequência de fotos do acidente:

O impacto é claramente captado pela câmera instalada na via, que tem auxiliado as autoridades a entender a dinâmica do acidente. Fotos: captadas 

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Governo Lula fechou acordo de R$ 115 milhões com Roraima por gastos com venezuelanos

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Entendimento firmado antes do ataque dos EUA prevê o envio de R$ 115 milhões para Saúde, Educação, Segurança e sistema prisional de Roraima

Natália Fuhrmann/Metrópoles

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) firmou um acordo para envio de R$ 115 milhões ao governo de Roraima para reaver parte do gasto da gestão local com a entrada de venezuelanos. O entendimento foi firmado em dezembro, antes do ataque dos Estados Unidos. Ele ocorreu no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), em processo sob relatoria do ministro Luiz Fux.

A ação corre no STF desde 2018, ápice da crise humanitária na Venezuela. Na ocasião, segundo dados da Prefeitura de Boa Vista, 40 mil pessoas do país vizinho atravessarem a fronteira fugindo da escassez de alimentos. A travessia geralmente ocorre por via terrestre em Pacaraima, no norte do estado.

O acordo firmado entre a Advocacia-Geral da União (AGU) e o estado de Roraima para o pagamento dos R$ 115 milhões prevê uma divisão do valor em quatro áreas, da seguinte forma:

  • Saúde: R$ 36  milhões);
  • Educação: R$ 10 milhões;
  • Segurança Pública: R$ 63 milhões;
  • Sistema Prisional: R$ 6 milhões.

“Os recursos deverão ser aplicados exclusivamente nas despesas ligadas a cada um dos eixos acima, vedada a utilização para finalidades diversas”, diz um trecho do termo de conciliação. O documento foi apresentado ao STF no dia 19/12 e aguarda homologação de Fux.

Nova crise bate à porta

A ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela nesse sábado (3/1) ligou o alerta do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP). Logo após o início do conflito, que levou à captura do presidente Nicolás Maduro pro tropas norte-americanas, o político nortista cobrou o fechamento da fronteira para evitar a eventual chegada de uma nova leva de refugiados.

“Coloquei a sugestão de se deixar a fronteira fechada durante todo o conflito. Se lá souberem que a fronteira está aberta, eles virão em massa. Imagina, já temos 1,4 milhão de venezuelanos no Brasil. Seus familiares sabendo da fronteira, tendem a vir. Serão 2 mil pessoas na rua, sobrecarrega para o sistema público, a maioria deles não tem dinheiro ou condições de se manter”, afirmou Denarium ao Metrópoles.

A fronteira entre o Brasil e a Venezuela está aberta por ambos os lados. Nas primeiras horas da ação militar, os venezuelanos fecharam parcialmente a passagem de pessoas, permitindo apenas o retorno de imigrantes aos seus países de origem.

Pelo lado brasileiro, não há indicativo pelo governo federal de fechamento da entrada de venezuelanos. “A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente suficiente lá, de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Há muitas notícias desencontradas”, afirmou o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, no sábado.

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Correspondente da CNN relata “sentimento de incerteza” na Venezuela

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Daniella Zambrano, correspondente da CNN na Venezuela, descreve clima de calma nas ruas, mas com população apreensiva sobre processo de transição política no país

A correspondente da CNN na Venezuela, Daniella Zambrano, relatou que o sentimento predominante entre a população venezuelana é de incerteza após a saída de Nicolás Maduro, retirado à força de seu quarto por forças especiais dos Estados Unidos durante uma operação militar no último sábado (3).

Diretamente da ilha de Margarita, no estado de Nueva Esparta, no oriente da Venezuela, a repórter descreveu um cenário de aparente normalidade nas ruas, bem diferente do dia anterior. “A situação hoje é que as ruas estão em calma e um panorama muito diferente a ontem. Ontem nós vimos longas filas nos postos de gasolina, no supermercado, nas drogarias, as pessoas estavam comprando tudo por temor ao que podia passar nos próximos dias“, explicou.

Segundo a correspondente, os voos internos foram retomados depois que os Estados Unidos levantaram as restrições, e as longas filas em postos de gasolina e supermercados já não são observadas. No entanto, o clima de apreensão permanece. “O sentimento é de incerteza. As pessoas não sabem como vai ser essa transição que anunciou Donald Trump“, afirmou Zambrano.

População dividida sobre transição política

A jornalista destacou que há uma divisão de opiniões sobre o processo de transição política. Ela mencionou que o governo americano indicou conversações com Delcy Rodríguez, vice-presidente venezuelana, mas isso gerou desconfiança em parte da população. “Para as pessoas, segue sendo o mesmo governo do Nicolás Maduro. Ela é do Partido Socialista Unido de Venezuela, então as pessoas ficaram surpreendidas, esperavam uma mudança brutal do governo”, relatou.

Por outro lado, alguns venezuelanos consideram que essa pode ser uma estratégia para garantir uma transição tranquila. Zambrano observou que os cidadãos que desejam mudanças no governo estão resguardados em suas casas, com medo de expressar seus verdadeiros sentimentos, lembrando da repressão ocorrida após as eleições de 2024, quando mais de 2 mil pessoas foram detidas.

Comunicação e informação limitadas

A correspondente também destacou as dificuldades de acesso à informação enfrentadas pelos venezuelanos. Segundo ela, a população se informa principalmente através das redes sociais, YouTube e canais internacionais, já que os canais nacionais estão censurados e apenas transmitem a informação oficial do governo.

“Em Venezuela os canais nacionais estão censurados, não transmitem a informação. E só repassam a informação que se transmite pelo canal do Estado, que é a linha governamental que só diz o que convém ao governo”, explicou Zambrano. Ela acrescentou que muitas páginas de notícias independentes são bloqueadas, sendo necessário o uso de VPN para acessá-las.

Quanto ao número de vítimas da operação militar, Zambrano informou que não há dados oficiais, mas médicos independentes contabilizaram cerca de 90 pessoas feridas, principalmente nas proximidades do complexo militar onde ocorreram as explosões. Extraoficialmente, fala-se em 40 mortos, em sua maioria militares, mas o governo venezuelano apenas confirma que existem vítimas fatais, sem especificar números.

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