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Indígena é preso em flagrante após matar pai e irmão de 12 anos com facada no pescoço em Feijó
Crime ocorreu nessa quinta-feira (7) na Aldeia Múltipla Etnia às margens do Rio Envira, em Feijó. Indígenas de aldeia próxima ao local do crime localizaram suspeito tentando fugir pela mata, o amarraram e chamaram a polícia.

Índio é preso em flagrante após matar o pai e o irmão de 12 anos com facada no pescoço em Feijó — Foto: Reprodução/Google Street View
Por Iryá Rodrigues
O indígena Joaquim Kulina, de 20 anos, foi preso na quinta-feira (7) depois de matar o pai, de 42 anos, e o irmão, de 12, com golpes de faca no pescoço.

O indígena da etnia Kulina, identificado como Joaquim, de 20 anos, foi preso em flagrante após ter matado o próprio pai e o irmão, na tarde de quinta-feira (7), na Aldeia Brasília, nas margens do Rio Envira, zona rural de Feijó.
O crime bárbaro ocorreu na Aldeia Múltipla Etnia, que fica às margens do Rio Envira, na zona rural de Feijó, no interior do Acre.
O delegado responsável pelo caso, Railson Ferreira, disse que a informação coletada no local foi de que o suspeito estava embriagado quando chegou no local onde o pai, Levi Kulina, estava deitado e começou uma discussão.
Ele reclamava de que o pai não ajudava com o trabalho, que só vivia bebendo e foi quando puxou a faca e desferiu um golpe no pescoço
A vítima morreu no local mesmo antes de receber socorro. Ao ver o pai morto, o irmão do suspeito, Dido Kulina, de apenas 12 anos, questionou o que tinha acontecido, reclamou da situação e chorou agarrado ao corpo do pai. Foi então que Joaquim Kulina pegou a mesma faca que tinha usado contra o pai e deu também um golpe no pescoço do irmão.
Ferido, o adolescente ainda correu por alguns metros, mas foi alcançado pelo irmão que terminou de matá-lo com uma corda enrolada em seu pescoço.
Após os crimes, o suspeito correu pela área de mata para tentar fugir e acabou sendo localizado por um outro grupo de indígenas de uma aldeia vizinha. Eles então o amarraram e chamaram a polícia.
“O representante da Funai procurou a Polícia Militar e eles vieram de imediato à delegacia. Então, montamos uma equipe com sete policiais civil e três policiais militares e fomos para o local. Chegando lá, constatamos que houve os dois óbitos, foi feito o relatório do local do crime e a PM foi buscar o autor dos fatos que estava em uma aldeia ao lado já amarrado por outros indígenas. Ele confessou que matou o pai e o irmão”, contou o delegado.
O indígena foi indiciado por duplo homicídio e, segundo o delegado, o inquérito já sendo concluído e vai ser encaminhado ao Poder Judiciário.

Joaquim foi preso e está a disposição da justiça na Delegacia de Feijó. O inquérito será entregue para a justiça nós próximos dias.
O crime ocorreu próximo a Aldeia Nova.
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Prefeitura de Assis Brasil apoia novo pacto de enfrentamento à violência contra a mulher
Nesta quarta-feira, dia 25, foi realizado no Ministério Público um importante encontro que marcou a apresentação e o fortalecimento do novo Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, iniciativa do Governo Federal em parceria com a Polícia Militar do Estado, com o apoio da Prefeitura de Assis Brasil.
A ação integra um conjunto de medidas estratégicas voltadas à redução dos índices de violência contra a mulher, promovendo a articulação entre os órgãos de segurança pública, justiça e assistência social. O objetivo é fortalecer a rede de proteção, ampliar o atendimento às vítimas e desenvolver políticas públicas mais eficazes no combate a esse tipo de crime.
A secretária municipal da Mulher, Francicleia Correia, destacou a importância da união entre os entes federativos e as instituições locais no enfrentamento à violência.
“Esse pacto representa um avanço significativo na proteção das mulheres. Quando unimos forças entre Governo Federal, Estado e Município, conseguimos ampliar a rede de apoio, fortalecer a prevenção e garantir que as vítimas tenham acolhimento e segurança”, afirmou a secretária.
A Prefeitura de Assis Brasil reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e o combate a qualquer forma de violência, colocando-se como parceira ativa nas ações que promovem segurança, dignidade e respeito.
A gestão municipal entende que a união entre Governo Federal, forças de segurança, Ministério Público e poder público municipal é fundamental para diminuir os índices de violência e construir uma sociedade mais justa e segura para todas.
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Deracre informa situação da obra da Orla do Rio Acre em Brasileia e aguarda regularização de convênio federal para prosseguir
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), informou nesta quarta-feira, 25, que a obra da Orla do Rio Acre, em Brasileia, está com 51,04% dos serviços executados e permanece paralisada desde abril de 2024, após a interrupção do fluxo financeiro do convênio federal. O investimento é de R$ 16,7 milhões, oriundos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.
O órgão mantém acompanhamento técnico e administrativo do contrato e já adotou as providências necessárias para viabilizar a continuidade da obra. O Deracre acionou a Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac) para solicitar ao Ministério das Cidades a regularização financeira indispensável à retomada dos serviços.

Foi elaborado relatório técnico com levantamento atualizado das condições da área e registro das intervenções executadas até a paralisação. O documento foi encaminhado à instituição financeira responsável pelo contrato para análise e encaminhamentos.
“Estamos acompanhando tecnicamente a situação. A falta de continuidade dos serviços ao longo do período pode ter influenciado no ocorrido. O relatório técnico é que vai orientar os encaminhamentos e a retomada da obra”, afirmou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

A proteção da margem foi executada conforme o projeto aprovado, utilizando o sistema bolsacreto, técnica que consiste na aplicação de mantas preenchidas com concreto para reforço do barranco do rio, dentro das normas de engenharia aplicáveis a esse tipo de intervenção. O Deracre destaca que, nas margens dos rios da região, são comuns os chamados “terras caídas”, fenômeno natural que provoca erosão nos barrancos em razão da dinâmica das águas. A avaliação técnica considera esse contexto e o fato de que a obra ainda não foi concluída.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.











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