Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Gladson Cameli garante diálogo permanente ao receber propostas do setor produtivo acreano
O senador Gladson Cameli (Progressistas), pré-candidato ao governo do Acre nas eleições 2018 participou na manhã desta sexta-feira (10) de um encontro com representantes de várias entidades do estado do Acre, entre elas a Federação do Comércio (Fecomércio), Federação da Indústria (Fieac), Federação da Agricultura e Pecuária (Faeac) e a Associação Comercial de Serviço e Agrícola (Acisa) e Associação Comercial do Alto Juruá (ACAJ), que entregaram ao senador e aos demais pré-candidatos majoritários, Major Rocha (PSDB); Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (MDB) um documento intitulado “Por Um Acre Mais Produtivo”.
O evento aconteceu no auditório da Fecomércio e reuniu centenas de empresários dos ramos pecuário, agrícola, comercial e industrial e foi aberto pelo presidente da Fecomércio no Acre, Leandro Domingos, que ressaltou a crise vivenciada atualmente pelo setor econômico e social, levando o estado a uma situação de decadência. “O estado vive à deriva e tem uma política para governantes”, disse ele, frisando que o próximo governante acreano deve trabalhar juntamente com os setores produtivos para gerar emprego e renda par as famílias acreanas.
O presidente da Federação da Agricultura, Assuero Veronez, lembrou em sua fala que o agronegócio é um dos principais caminhos para o crescimento, exemplificando várias regiões do país. “Nós precisamos destravar o estado porque os investimentos só vão para onde encontram acolhida, e eu não tenho dúvida que o setor rural pode dar uma resposta positiva para o momento de crise que vivenciamos atualmente e assim tirarmos o Acre do marasmo”, afirmou Veronez.
Ao se dirigir aos presentes, Gladson Cameli agradeceu a oportunidade de diálogo com os setores que tiveram a iniciativa de apresentar propostas para o desenvolvimento do estado e pontou vários eixos do Plano de Governo que será apresentado por ele durante o período eleitoral, garantindo um diálogo permanente com o setor produtivo e a sociedade acreana.
O senador lembrou que as propostas apresentadas à ele na manhã desta sexta-feira (10) já estão em mais de 90% contempladas em sua proposta de governo como as políticas de incentivo fiscal, geração de emprego e renda, legislação ambiental, entre outros. Ao finalizar sua explanação, o pré-candidato entregou às autoridades presentes uma cópia do seu Plano de Governo, afirmando que o documento encontra-se aberto para inserir as propostas do setor produtivo e outras categorias interessadas em contribuir para construção de um Acre para as pessoas.
O pré-candidato a vice-governador, Major Rocha e os pré-candidatos ao Senado, Sérgio Petecão e Márcio Bittar também fizeram uso da palavra e apresentaram suas ideias de desenvolvimento para o Acre.
Confira abaixo os principais pontos abordados pelo pré-candidato Gladson Cameli durante o encontro:
1. Adoção de uma linha de trabalho orientada pela geração de emprego e renda, através de parcerias e investimentos na produção, transformando o governo do estado em agente indutor de desenvolvimento;
2. Promover a readequação da estrutura governamental, investindo na capacitação de seus colaboradores, combatendo a ineficiência, a burocracia e o desperdício, além da modernização tecnológica para tornar os processos mais rápidos e eficientes;
3. Compromisso com a geração de emprego e renda através da criação e distribuição de riqueza;
4. Respeito as questões ambientais investindo no desenvolvimento sustentável que possibilite a melhora nos índices de qualidade de vida aliado ao crescimento financeiro;
5. Respeito aos valores da família. Reconhecimento da família como núcleo inicial da sociedade, proporcionando seu desenvolvimento integral através de uma rede de proteção e atendimento multidisciplinar;
6. Diálogo permanente com os atores produtivos do estado. Participação efetiva de entidades, sindicatos e representantes de todos os segmentos da sociedade na elaboração de diretrizes e ações que tornem o Acre mais transparente, eficiente e competitivo;
7. Abertura aos investimentos. Suporte para o crescimento da iniciativa privada em todos os níveis (microempreendedorismo, pequenos e médios negócios e grandes investimentos) como indutor do crescimento e desenvolvimento social.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.













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