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Gladson Cameli faz balanço da gestão e debate metas com equipe de governo

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Em um encontro bastante produtivo, o governador Gladson Cameli se reuniu, neste sábado, 9, com sua equipe de secretários, diretores e presidentes dos órgãos públicos estaduais para avaliar os avanços alcançados pelo governo do Acre, desde 2019, e ainda tratar sobre o plano de metas traçado para os próximos meses. São investimentos milionários, que tem como principal objetivo melhorar a vida da população.

Governador Gladson Cameli esteve reunido com membros de sua gestão neste sábado, 10 Foto: Marcos Vicentti/Secom

Ao fazer uso da palavra, Gladson lembrou dos compromissos firmados perante a sociedade e já cumpridos durante sua gestão. Um dos pontos levantados pelo governador diz respeito a retomada e conclusão de obras que estavam paradas há vários anos.

“Temos trabalhado muito para atingir nossos objetivos. Conseguimos inaugurar a verticalização do Pronto-Socorro de Rio Branco, a UPA de Cruzeiro do Sul e também concluímos as obras do Into depois de dez anos. Esses são apenas alguns exemplos daquilo que prometemos para o nosso povo. Recentemente, retomamos outras obras paralisadas, que somam R$ 120 milhões em investimentos”, afirmou.

A Saúde tem sido o principal desafio do atual governo. Há mais de um ano, o mundo passa pela maior crise sanitária da história. Desde o início da pandemia de Covid-19, o Acre tem combatido o vírus e priorizado salvaguardar vidas.

Chefe do Poder Executivo destacou avanços conquistados nos últimos dois anos e meio Foto: Marcos Vicentti/Secom

Em tempo recorde, o governo construiu dois hospitais de campanha e multiplicou por cinco o número de unidades de terapia intensiva (UTIs). O foco do momento é a campanha de vacinação contra a Covid-19, que tem recebido atenção especial por parte do Estado na distribuição do imunizante aos 22 municípios.

A administração de Gladson Cameli também fez história na Educação ao anunciar uma nova refeição na merenda escolar para cerca de 160 mil alunos da rede pública, que também serão contemplados com a distribuição gratuita do fardamento, assim que as aulas presenciais retornarem.

Já na área da Segurança Pública, os indicadores apontam forte redução da criminalidade. Isso é resultado de audaciosos investimentos realizados pelo governo acreano. Destaque para a contratação de quase mil novos policiais civis e militares, aquisição de novas viaturas, armamento e demais equipamentos para o uso desses profissionais.

Obras de infraestrutura são prioridade do governo

O governo do Estado já iniciou grandes obras de infraestrutura e se prepara para dar mais ordens de serviço. Na regional do Alto Acre, a construção do anel viário de Brasileia e Epitaciolândia é uma realidade. Orçado em R$ 60 milhões, o novo contorno da BR-317 terá 10,3 quilômetros de extensão e uma nova ponte sobre o Rio Acre.

Em Cruzeiro do Sul, a duplicação da rodovia AC-405, no trecho entre o aeroporto e a entrada da segunda maior cidade do estado, segue em ritmo acelerado. A obra de R$ 36 milhões vem sendo executada pelo Departamento de Estradas de Rodagens (Deracre).

Equipe da gestão de Gladson Cameli também falou sobre as principais metas de governo para os próximos meses Foto: Marcos Vicentti/Secom

Na zona rural, o Estado conta com R$ 94 milhões para o melhoramento e preparação de ramais para o recebimento de pavimentação. Além disso, por meio do programa Ramais do Acre, o governo, pelo terceiro ano consecutivo, firma parceria com as prefeituras municipais para a recuperação das estradas vicinais.

Muito em breve, o governador autorizará o serviço de pavimentação de 17,5 quilômetros do antigo acesso a Xapuri. O asfaltamento do ramal da estrada velha é uma antiga reivindicação dos produtores rurais da região. Os recursos para a obra são proveniente de uma emenda parlamentar de R$ 24,3 milhões destinadas pelo senador Marcio Bittar.

“Chegou a hora de trabalharmos ainda mais pela nossa população. Os recursos estão em caixa, já assinamos ordens de serviços para várias obras e muitas delas já estão sendo executadas. Não podemos perder tempo porque o verão está aí. Esse é só o começo de um grande pacote de obras, que lançaremos ao longo deste ano”, frisou o governador.

Na oportunidade, Cameli também ouviu as principais ações desempenhadas por sua equipe, assim como tomou conhecimento do plano de metas estipulados até o próximo ano. Presente na reunião, o secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Anderson Lima, destacou a realização do encontro, sobretudo pelo diálogo e disposição dos membros do governo em trabalhar pelo desenvolvimento do Acre.

“A participação em peso de todos os secretários demonstra a nossa união e compromisso com a sociedade, que acredita nesta gestão. O governador Gladson Cameli acerta quando propõe este tipo de reunião para avaliarmos o que já fizemos, corrigir nossas falhas e planejar as nossas próximas ações. Quem ganha com todo este empenho, com certeza, é a nossa população”, observou.

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Trigo em alta: preços seguem firmes no mercado brasileiro em meio a tensões internacionais e clima adverso

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O mercado brasileiro de trigo atravessa um período de lentidão, caracterizado por negócios pontuais e preços firmes em ascensão. De acordo com especialistas do setor, os preços atuais atingiram os patamares mais elevados desde julho de 2023, influenciados por uma série de fatores tanto no cenário internacional quanto doméstico.

Um dos principais fatores que têm pressionado os preços é o clima adverso na região do Mar Negro, uma área crucial para a produção mundial de trigo. As condições climáticas desfavoráveis estão comprometendo a safra, o que impacta negativamente a oferta global. Paralelamente, as tensões entre Rússia e Ucrânia, exacerbadas pela guerra em curso, geram incertezas no mercado, dificultando o fluxo de grãos e, consequentemente, elevando os preços.

Nos Estados Unidos, a situação também é preocupante. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados recentes indicando uma piora nas condições das lavouras de trigo de inverno, o que contribui para a alta nos preços internacionais do cereal. Além disso, o custo de importação do trigo para o Brasil tem aumentado significativamente, adicionando mais pressão sobre os preços internos.

Apesar da firmeza nos preços, a demanda por trigo no mercado brasileiro mantém-se cautelosa. Muitos moinhos possuem estoques suficientes para enfrentar boa parte da entressafra, o que os torna reticentes em realizar novas compras a preços elevados.

No Paraná, principal estado produtor de trigo no Brasil, a tonelada do cereal tipo 01 é cotada em média a R$ 1.433 no FOB interior. Este valor representa um aumento de 1,9% em relação à semana passada e de 7% em comparação com o mesmo período do mês anterior.

No Rio Grande do Sul, segundo maior produtor de trigo do país, a cotação média nas principais regiões de produção é de R$ 1.345 por tonelada. Esse valor indica um aumento de 1,5% em relação à semana passada e de 3,9% quando comparado ao mesmo período do mês anterior.

Com a combinação de fatores internacionais e domésticos pressionando os preços, a expectativa é que o mercado de trigo continue firme no curto prazo. No entanto, a demanda cautelosa dos moinhos e a sazonalidade da entressafra podem introduzir alguma volatilidade nos preços nas próximas semanas. A indústria permanece atenta às dinâmicas do mercado global e aos desdobramentos internos que possam afetar a oferta e demanda do trigo no Brasil.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio brasileiro bate recorde de R$ 1 trilhão em investimentos privados

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O setor agropecuário brasileiro atingiu um marco histórico: pela primeira vez, os investimentos privados ultrapassaram a marca de R$ 1 trilhão. Segundo dados do Boletim de Finanças Privadas do Agro do Ministério da Agricultura, divulgado nesta quarta-feira (22.05), o saldo total dos principais instrumentos de financiamento privado do agronegócio chegou a R$ 1,006 trilhão em abril deste ano.

Esse resultado representa um crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2023, quando o saldo era de R$ 775,69 bilhões. A alta é impulsionada principalmente pelas emissões de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Cédulas de Produto Rural (CPRs), que lideram a carteira de fomento privado ao setor.

Em abril de 2024, o estoque de LCAs atingiu R$ 469,01 bilhões, um aumento de 20% em relação a abril do ano passado. Desse total, R$ 234,5 bilhões são direcionados obrigatoriamente para financiamentos rurais na safra 2023/24, demonstrando a importância desses títulos na sustentação do crédito rural no país.

As LCAs são a principal fonte de recursos para o Plano Safra 2023/24. Dos R$ 347,2 bilhões liberados nos dez meses da temporada, mais de R$ 147 bilhões foram oriundos de captações desses títulos, quase metade do valor acessado pelos produtores no período.

As CPRs também registraram crescimento significativo, com um aumento de 39% no estoque, passando de R$ 238,8 bilhões em abril de 2023 para R$ 332,3 bilhões em abril deste ano. Apenas na safra 2023/24, foram registrados R$ 215,1 bilhões em novas CPRs.

Outro destaque do boletim é o crescimento dos Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagros). O patrimônio líquido dos Fiagros deu um salto de 174% em 12 meses, passando de R$ 12,8 bilhões em abril de 2023 para R$ 35 bilhões em abril deste ano. O número de fundos também cresceu, passando de 62 para 100 no período.

O aumento dos investimentos privados no agronegócio brasileiro é um indicador positivo da confiança do mercado no setor e da sua relevância para a economia do país. O crédito privado é fundamental para garantir a sustentabilidade do agronegócio e para impulsionar o seu crescimento.

Diante do cenário de restrição orçamentária e do foco em medidas para a reconstrução do Rio Grande do Sul após as chuvas e inundações que assolaram o Estado, as apostas no mercado financeiro são de que as fontes de recursos privados serão ainda mais relevantes para a próxima safra 2024/25.

Apesar da importância do crédito privado, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, tem repetido a necessidade de reforço do orçamento para equalização de juros e para ações da política agrícola, como mecanismos de apoio à comercialização.

Fonte: Pensar Agro

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Falta de arroz no estoque da Conab gera desespero e medidas equivocadas do governo, denuncia Izan Rezende

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Izan Rezende, denunciou nesta quarta-feira (22.05) a omissão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na gestão dos estoques de arroz, que resultou na necessidade de importação de um milhão de toneladas.

Veja os relatórios de estoque de arroz da Conab desde 1987, nunca faltou arroz nos armazens como nos últimos 2 anos:

Segundo Rezende, a Conab, empresa pública responsável por garantir a segurança alimentar do país, falhou em sua missão de armazenar arroz para suprir a demanda interna em momentos de crise. “A incompetência e ineficiência da gestão da Conab são as verdadeiras responsáveis pelo desespero do governo federal em importar arroz”, afirmou.

O presidente do IA ressalta que, em anos anteriores, a Conab mantinha estoques estratégicos de arroz, garantindo a regularidade do abastecimento à população. No entanto, nos últimos dois anos (2023 e 2024), a estatal negligenciou essa função crucial, deixando o país desabastecido.

VOCÊ TAMBÉM PODE CONSULTAR OS ESTOQUES DA CONAB, CLICANDO AQUI

“Essa falha da Conab gerou uma série de consequências negativas para o país”, alerta Rezende. A escassez de arroz no mercado interno provocou a especulação e o aumento de 30% nos preços do produto entre os países do Mercosul. Em um momento de crise econômica, essa alta impacta diretamente o bolso do consumidor brasileiro.

Para tentar solucionar o problema, o governo federal, em uma decisão considerada equivocada por Rezende, zerou o imposto de importação de arroz de países de fora do Mercosul até 31 de dezembro de 2024. “Essa medida, além de onerar o consumidor, prejudica ainda mais os produtores nacionais de arroz, que já estão sofrendo com a alta dos custos de produção”, critica o presidente do IA.

Diante da situação caótica, Izan Rezende cobra providências imediatas do governo federal. “É urgente que se faça uma profunda reforma na Conab, tirando os ‘Jabutis’ da gestão e profissionalizando a estatal”, defende. “Precisamos garantir que a Conab cumpra de fato seu papel de garantir a segurança alimentar do país, evitando que situações como essa se repitam no futuro”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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