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Fluminense tenta o empréstimo de Marrony, ex-Vasco e Atlético-MG

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Com as iminentes saídas de Fred e Luiz Henrique, Flu faz proposta para o Midtjylland, da Dinamarca, e aguarda retorno; clube dinamarquês tem interesse em venda

Com as iminentes saídas de Fred e Luiz Henrique no mês julho, o Fluminenseestá no mercado em busca de peças de reposição e tenta o empréstimo do atacante Marrony, ex-Vasco e Atlético-MG. O clube já fez proposta para o Midtjylland, da Dinamarca, e aguarda retorno.

A informação foi publicada primeiro pelo perfil Sangue do Encarnado e confirmada pelo ge, que apurou ainda que o jogador quer retornar ao Brasil, mas que a negociação não é simples. O clube dinamarquês tem interesse em vender o atacante e não de emprestar, por ter efetuado a compra junto ao Atlético-MG em agosto de 2021.

Marrony se apresenta ao Mitdjylland — Foto: Divulgação

Marrony se apresenta ao Mitdjylland — Foto: Divulgação

Marrony é natural de Volta Redonda, cidade no sul do estado do Rio. Foram por lá os primeiros gols. Da várzea na cidade natal, Marrony foi para São Januário em 2015, aos 16 anos.

Curiosamente, antes disso, teve uma rápida passagem pelo Cruzeiro. Era jovem, estava longe da família, não se adaptou e acabou voltando ao Rio, mas para a capital, para o Vasco, onde completou toda a formação e se profissionalizou.

Na base vascaína, Marrony (que tem o nome em homenagem ao cantor da dupla Bruno e Marrone) teve grande destaque em 2018, quando fez muitos gols. A profissionalização de Marrony foi no segundo semestre de 2018. Apareceu bem, marcou seu primeiro gol em seu quinto jogo, contra o Bahia, atuando como centroavante.

Cano e Marrony atuaram juntos no Vasco — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

Cano e Marrony atuaram juntos no Vasco — Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

A polivalência do jogador foi um dos atributos que chamou atenção do Atlético-MG. O atacante foi um pedido de Sampaoli, mas já estava na mira do Galo desde 2019. No total, Marrony fez 84 partidas e 11 gols com a camisa do Vasco antes de atuar no Galo – neste período jogou ao lado de Cano, hoje no Flu.

Pela equipe mineira, Marrony disputou 63 jogos e marcou 10 gols, conquistando o bicampeonato mineiro. Em agosto de 2021, o atacante foi vendido ao Midtjylland, da Dinamarca. O clube pagou 3 milhões de euros à vista e mais 1,5 milhão de euros em junho de 2022, totalizando 4,5 milhões de euros, cerca de R$ 28,3 milhões, pela transferência do atacante em definitivo.

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STJ remarca para 15 de abril julgamento de Gladson Cameli, réu por organização criminosa e corrupção

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Governador renunciou ao cargo nesta semana para disputar o Senado; STF tem maioria para anular provas do caso

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) remarcou para 15 de abril o julgamento do governador do Acre, Gladson Cameli (PP). Ele é alvo de ação penal por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação .

A ação penal investiga fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e formação de organização criminosa. Em maio de 2024, a Corte Especial do STJ aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) .

A ação começou a ser analisada pela Corte Especial em 17 de dezembro do ano passado, quando a relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, votou pela condenação de Cameli. Em seguida, o revisor do caso, ministro João Otávio Noronha, pediu vistas para analisar o processo, e o julgamento foi suspenso .

A Rede Amazônica Acre apurou que o julgamento será retomado no próximo dia 15 já com o voto do ministro João Otávio Noronha. O governador disse que não vai se manifestar sobre o julgamento .

Na última terça-feira (24), Gladson Cameli formalizou a renúncia ao cargo para disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026. A decisão foi comunicada por meio de mensagem enviada à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), com efeitos a partir do dia 2 de abril .

STF tem maioria para anular provas

Em meio ao julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria no dia 17 de dezembro de 2025 para anular as provas obtidas contra Cameli nesta investigação. Os ministros analisam um pedido da defesa, que alegou ilegalidade na investigação, já que medidas foram tomadas pela polícia local contra o governador sem o aval da Justiça, violando o foro por prerrogativa de cargo no STJ.

O relator, ministro Edson Fachin, votou pela rejeição do pedido da defesa e não identificou violação do foro.

O ministro André Mendonça abriu a divergência e votou pela nulidade de provas produzidas entre 25 de maio de 2020 e 12 de janeiro de 2021 e as que tenham ligação com elas. Para o ministro, nesse período houve usurpação da competência do STJ nas investigações.

O voto de Mendonça foi seguido por Nunes Marques e Dias Toffoli. Ainda falta o voto do ministro Gilmar Mendes.

Medidas cautelares

O governador teve medidas cautelares prorrogadas por mais 180 dias em decisão de novembro. Entre as medidas estão :

  • Proibição de falar com testemunhas e outros investigados no caso

  • Recolhimento do passaporte e proibição de deixar o Brasil

  • Bloqueio de bens e valores

Entenda o caso

A investigação, que teve início em 2019, foi conduzida pela Polícia Federal na Operação Ptolomeu . As denúncias envolvem a contratação da empresa Murano, com sede em Brasília, para prestar serviços ao governo do estado. A empresa teria subcontratado outra, localizada no Acre, que tem como sócio o irmão do governador, Gledson Cameli .

Segundo a acusação, essa contratação resultou em um esquema de favorecimento financeiro ao governador e a outros envolvidos, causando prejuízos aos cofres públicos. Mesmo se tornando réu, ele foi mantido no cargo .

Em dezembro do ano passado, ele prestou depoimento. Seus advogados de defesa disseram, à época, que iriam apontar falhas no processo. Eles pontuaram ainda sobre HDs apreendidos que, supostamente, não foram periciados, e um relatório de inteligência financeira com informações “inconsistentes” .

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Abertas as inscrições para capacitação que desenvolve líderes empresariais

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Turma do Lidere em Rio Branco tem início no dia 7 de abril

Empresários e gestores de empresas de pequeno porte que desejam desenvolver habilidades em liderança de alta performance podem se inscrever no Lidere, capacitação do Sebrae que terá início no dia 7 de abril, em Rio Branco.

A iniciativa é voltada para aqueles que lideram equipes e possuem uma estrutura operacional mais consolidada em suas empresas. A imersão conta com 32 horas de atividades práticas, divididas em dois módulos, além de 4 horas de sessões de coaching individual.

A analista do Sebrae, Ilmara Braga, destaca o impacto da liderança na produtividade de um negócio. “O Lidere mostra como desenvolver equipes, tomar decisões mais assertivas e alcançar alta performance. Se o empresário ou gestor busca mais resultados, precisa começar pela liderança”, afirma.

Durante a capacitação, os participantes terão acesso a ferramentas e práticas voltadas ao desenvolvimento de habilidades de gestão e liderança, com o objetivo de elevar o potencial de suas equipes e reconhecer talentos individuais.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas em ac.loja.sebrae.com.br, com investimento de R$ 505,00 que pode ser parcelado.

Programação
Workshop 1 – Autoliderança (7 e 8 de abril)
  • Parte 1: Lidere-se para liderar
  • Parte 2: Lidere pelo diálogo
Workshop 2 – Liderança para resultado (27 e 28 de abril)
  •  Parte 1: Lidere pelo exemplo
  •  Parte 2: Lidere líderes

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Segurança Pública realizará Operação CERCO II e reforça combate ao crime na fronteira entre Acre e Bolívia

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Ação integrada reúne forças brasileiras e bolivianas para enfrentar tráfico e organizações criminosas na região

A Operação CERCO II, coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, intensifica o combate à criminalidade transfronteiriça na faixa de fronteira entre o Acre e o Departamento de Pando.

A iniciativa reúne forças de segurança estaduais e federais, além de contar com cooperação internacional, promovendo uma atuação conjunta entre Brasil e Bolívia. O foco principal é ampliar o controle territorial, combater organizações criminosas e reduzir a circulação de ilícitos, como tráfico de drogas, armas e outros crimes comuns em regiões de fronteira.

A operação é dividida em fases que incluem planejamento integrado, execução de ações em campo e consolidação de resultados. Um dos momentos centrais é o chamado “Dia D”, quando há intensificação das ações simultâneas e reforço da presença das forças de segurança em áreas consideradas estratégicas.

De acordo com a Secretaria, a Operação CERCO II representa um avanço no modelo de segurança pública adotado no estado, ao priorizar a integração entre instituições, o uso de inteligência e a cooperação internacional como ferramentas para ampliar a eficácia no enfrentamento ao crime organizado na região.

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