Cotidiano
Filho de ex-juiz eleitoral dirigia BMW que matou jovem durante racha e estaria bêbado, diz polícia
Ícaro Pinto ainda não se apresentou à Polícia Civil. Jonhliane Souza ia para o trabalho quando foi atropelada na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco.

Jonhliane Souza foi atropela e morta quando seguia para o trabalho na manhã desta quinta-feira (6) — Foto: Arquivo da família
Por Aline Nascimento
O filho do ex-juiz eleitoral do Acre José Teixeira Pinto, Ícaro José da Silva Pinto, que atropelou e matou Jonhliane Paiva de Souza, de 30 anos, ainda não foi encontrado e nem se apresentou à Polícia Civil. As informações iniciais afirmam que o rapaz estaria bêbado na hora do acidente.
Ícaro Pinto dirigia o carro do pai no momento da batida e fugiu do local. Jonhliane seguia para o trabalho em uma motocicleta pela Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira (6), quando foi atropelada pelo carro dirigido por Ícaro Pinto.
Ainda segundo a polícia, os relatos apontam que o jovem fazia um racha com outro veículo quando atropelou e matou Johnliane.
O caso foi apurado inicialmente pela Departamento da Capital e do Interior da Polícia Civil. Porém, o inquérito foi repassado para a Delegacia da 1ª Regional da Polícia Civil. À Rede Amazônica Acre, o delegado que vai conduzir as investigações, Alex Danny, explicou que já foram coletadas as provas no local do acidente, perícia foi feita e a polícia também pegou as imagens das câmeras de segurança próximas do local.
“Mais uma tragédia que acontece no trânsito de Rio Branco e, provavelmente, provocada pela ingestão de bebida alcoólica. O procedimento foi atendido, preliminarmente, pela equipe comandada pelo delegado Cristiano Bastos. A equipe toda de perícia quanto de efetivo fez a coleta de informações e dados e das imagens de câmeras de segurança. O inquérito já foi instaurado, vai ficar a cargo da primeira regional. De fato, se confirma que o condutor do veículo era o Ícaro José da Silva Pinto, vamos tomar as medidas cabíveis do caso”, complementou.
O filho do ex-juiz eleitoral do Acre José Teixeira Pinto, Ícaro José da Silva Pinto, que atropelou e matou Jonhliane Paiva de Souza, de 30 anos, ainda não foi encontrado e nem se apresentou à Polícia Civil. As informações iniciais afirmam que o rapaz estaria bêbado na hora do acidente.
Ícaro Pinto dirigia o carro do pai no momento da batida e fugiu do local. Jonhliane seguia para o trabalho em uma motocicleta pela Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira (6), quando foi atropelada pelo carro dirigido por Ícaro Pinto.
Ainda segundo a polícia, os relatos apontam que o jovem fazia um racha com outro veículo quando atropelou e matou Johnliane.
O caso foi apurado inicialmente pela Departamento da Capital e do Interior da Polícia Civil. Porém, o inquérito foi repassado para a Delegacia da 1ª Regional da Polícia Civil. À Rede Amazônica Acre, o delegado que vai conduzir as investigações, Alex Danny, explicou que já foram coletadas as provas no local do acidente, perícia foi feita e a polícia também pegou as imagens das câmeras de segurança próximas do local.
“Mais uma tragédia que acontece no trânsito de Rio Branco e, provavelmente, provocada pela ingestão de bebida alcoólica. O procedimento foi atendido, preliminarmente, pela equipe comandada pelo delegado Cristiano Bastos. A equipe toda de perícia quanto de efetivo fez a coleta de informações e dados e das imagens de câmeras de segurança. O inquérito já foi instaurado, vai ficar a cargo da primeira regional. De fato, se confirma que o condutor do veículo era o Ícaro José da Silva Pinto, vamos tomar as medidas cabíveis do caso”, complementou.

Carro de luxo que bateu na vítima ficou parcialmente destruído — Foto: Rodilson Bradales/Arquivo pessoal
A reportagem tentou contato com o ex-juiz eleitoral, mas não obteve sucesso até a última atualização desta matéria. A reportagem também não conseguiu falar com a família da vítima.
Já a mãe do motorista, a professora Alcilene Gurgel afirmou que não está no estado acreano, soube do acidente, mas não tinha informações sobre o caso.
“Não tenho grandes detalhes, só vi o que o povo está falando e não tenho como adiantar nada. Estamos sem comunicação”, alegou.
Investigações
Ainda segundo a delegado, ainda não é possível afirmar se o motorista vai responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, ou doloso, quando há intenção. Ele acrescentou que tem 30 dias para concluir o caso.
“Estamos na fase preliminar de receber os relatórios policiais, documentos periciais e estamos solicitando a situação do veículo para fazer outras pericias. É uma situação muito triste, que traz uma comoção social, era uma moça que estava seguindo para o trabalho e é acometida por um acidente fatal como esse. Então, a Polícia Civil está sensibilizada ao caso e com certeza vamos encerrar no processo no prazo certo”, concluiu.
Comentários
Cotidiano
14 pessoas são condenadas por desvio milionário de combustíveis no Iapen
Segundo os autos do processo, o prejuízo aos cofres públicos foi estimado em R$ 4,3 milhões, em um dos maiores casos de fraude já apurados envolvendo a autarquia

Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares, cerca de dois mil litros de combustíveis, 12 veículos e aproximadamente R$ 30 mil em dinheiro. Foto: captada
Matheus Mello
As investigações da Polícia Civil do Acre resultaram na condenação de 14 pessoas envolvidas em um esquema de desvio de combustíveis do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen). Segundo os autos do processo, o prejuízo aos cofres públicos foi estimado em R$ 4,3 milhões, em um dos maiores casos de fraude já apurados envolvendo a autarquia. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (5).
O grupo foi alvo da Operação Ouro Negro, deflagrada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), que desarticulou uma associação criminosa responsável por desviar, em média, cerca de 10 mil litros de gasolina e óleo diesel por mês. A investigação começou após a identificação de um consumo de combustível muito acima dos padrões históricos e incompatível com a frota de veículos do Iapen.
As apurações apontaram que o então chefe do setor de transportes do instituto, ocupante de cargo comissionado, liderava o esquema. De acordo com a investigação, um segundo envolvido ficava responsável pela revenda do combustível desviado, enquanto outro atuava na captação de fazendeiros e empresários interessados em adquirir o produto por valores muito abaixo do mercado. À época, o litro do óleo diesel chegou a ser vendido por R$ 1,50.
Consta no processo que os desvios ocorreram entre 2018 e 2021. Para tentar dar aparência de legalidade à prática, um dos réus, identificado como J.J.P., emitia notas fiscais fictícias no sistema financeiro do Iapen. Em novembro de 2021, a Polícia Civil deflagrou a operação, cumprindo dois mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão.
Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares, cerca de dois mil litros de combustíveis, 12 veículos e aproximadamente R$ 30 mil em dinheiro. Também houve o bloqueio de contas bancárias dos investigados. Ao final do processo, a Vara de Delitos de Organizações Criminosas julgou procedente a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre, condenando os 14 réus pelos crimes de associação criminosa, peculato-desvio e receptação.
O coordenador da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC), delegado Pedro Paulo Buzolin, destacou a importância do resultado alcançado. “Esse resultado é fruto de um trabalho técnico, persistente e integrado da Polícia Civil. A investigação conseguiu desmontar uma estrutura criminosa que causou um prejuízo milionário ao Estado e mostrar que desvios de recursos públicos não ficarão impunes. É uma resposta clara à sociedade de que o crime organizado e a corrupção serão combatidos com rigor”, afirmou.

A investigação começou após a identificação de um consumo de combustível muito acima dos padrões históricos e incompatível com a frota de veículos do Iapen. Foto: captada
Comentários
Cotidiano
Empresários e fazendeiros compravam combustíveis desviados do Iapen em esquema milionário
A associação criminosa foi responsável por desviar, em média, cerca de 10 mil litros de gasolina e óleo diesel por mês

A associação criminosa foi responsável por desviar, em média, cerca de 10 mil litros de gasolina e óleo diesel por mês. Foto: captada
Matheus Mello
A Polícia Civil do Acre revelou nesta quinta-feira (5) que 14 pessoas foram condenadas por um esquema de desvio de combustíveis do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen). De acordo com as investigações, o prejuízo aos cofres públicos foi estimado em R$ 4,3 milhões, em um dos maiores casos de fraude já apurados na instituição.
A investigação começou após a identificação de um consumo de combustível muito acima dos padrões históricos e incompatível com a frota de veículos do Iapen.
As apurações apontaram que o então chefe do setor de transportes do instituto, ocupante de cargo comissionado, liderava o esquema. De acordo com a investigação, um segundo envolvido ficava responsável pela revenda do combustível desviado, enquanto outro atuava na captação de fazendeiros e empresários interessados em adquirir o produto por valores muito abaixo do mercado. À época, o litro do óleo diesel chegou a ser vendido por R$ 1,50.
A associação criminosa foi responsável por desviar, em média, cerca de 10 mil litros de gasolina e óleo diesel por mês. Segundo a polícia, os desvios ocorreram entre 2018 e 2021. Para tentar dar aparência de legalidade à prática, um dos réus, identificado como J.J.P., emitia notas fiscais fictícias no sistema financeiro do Iapen. Em novembro de 2021, a Polícia Civil deflagrou a operação, cumprindo dois mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão.
Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares, cerca de dois mil litros de combustíveis, 12 veículos e aproximadamente R$ 30 mil em dinheiro. Também houve o bloqueio de contas bancárias dos investigados. Ao final do processo, a Vara de Delitos de Organizações Criminosas julgou procedente a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre, condenando os 14 réus pelos crimes de associação criminosa, peculato-desvio e receptação.
Comentários
Cotidiano
Polícia Civil recupera 54 botijas de gás em menos de 24 horas em Cruzeiro do Sul
Todo o material recuperado foi devidamente restituído ao legítimo proprietário, reduzindo de forma significativa os prejuízos causados pela ação criminosa

Durante a operação, foi preso em flagrante por receptação o nacional F. C. S. O., que foi conduzido à Delegacia de Polícia para a adoção das providências legais cabíveis. Foto: captada
A atuação conjunta de dois núcleos estratégicos da Polícia Civil do Acre — o Núcleo Especializado em Investigação Criminal (NEIC) e o Núcleo Especializado em Investigação de Crimes Patrimoniais (NEPATRI) — resultou em uma resposta rápida e eficiente no combate aos crimes patrimoniais em Cruzeiro do Sul.
Após o registro de um furto ocorrido em um estabelecimento comercial do município, as equipes iniciaram diligências investigativas pautadas na integração operacional, troca contínua de informações e trabalho técnico especializado, o que possibilitou, em menos de 24 horas, a localização da maior parte dos objetos subtraídos.
Como resultado da ação policial, os investigadores chegaram a três locais distintos, situados nos bairros Cruzeirão, Remanso e São José, onde foi possível apreender 54 das 59 botijas de gás furtadas. Todo o material recuperado foi devidamente restituído ao legítimo proprietário, reduzindo de forma significativa os prejuízos causados pela ação criminosa.
Durante a operação, foi preso em flagrante por receptação o nacional F. C. S. O., que foi conduzido à Delegacia de Polícia para a adoção das providências legais cabíveis.
A Polícia Civil informa que as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os autores do furto, reforçando o compromisso institucional com a elucidação completa dos fatos.
A ação evidencia a importância da atuação integrada entre núcleos especializados da Polícia Civil, confirmando que o trabalho coordenado, técnico e estratégico é fundamental para o enfrentamento eficaz da criminalidade.
A Polícia Civil do Acre reafirma seu compromisso com a segurança da população, a defesa do patrimônio e o combate contínuo ao crime, atuando de forma firme, integrada e eficiente em benefício da sociedade.

A Polícia Civil informa que as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os autores do furto. Foto: captada

Você precisa fazer login para comentar.