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Ex-diretor de Assistência Social e Direitos Humanos do AC é investigado por assédio moral e perseguição
Sandro Ricardo Rocha dos Santos era diretor na Secretaria de Assistência Social dos Direitos humanos e de Política para as Mulheres do Acre (SEASDHM) quando foi denunciado em setembro de 2020 ao MP-AC. Defesa nega crimes.

Ministério Público do Acre investiga ex-diretor por assédio moral e perseguição a funcionários — Foto: Divulgação/MP-AC
O ex-diretor na Secretaria de Assistência Social dos Direitos humanos e de Política para as Mulheres do Acre (SEASDHM) Sandro Ricardo Rocha dos Santos é investigado por assédio moral pelo Ministério Público do Estado (MP-AC). O ex-servidor é investigado desde setembro de 2020 quando o órgão recebeu uma denúncia de funcionários da pasta.
Na época, o MP-AC começou a investigar o caso por meio de uma denúncia fato. Já em junho desse ano, o órgão instaurou um procedimento preparatório para seguir com a apuração.
Além do assédio moral, a denúncia relatava que Santos perseguia os funcionários públicos.
“O diretor utiliza as seguintes citações: funcionário público é acomodado e folgado, nessa diretoria ninguém trabalha; já tem projeto de lei que vai acabar com esses privilégios e mordomia dos efetivos; funcionário público só quer saber do salário na conta do final do mês; quero funcionários que trabalhem de verdade; etc.”, diz parte da denúncia.
Ainda segundo o documento, o ex-diretor ameaçava quem discordava dele e se apresentava como ‘irmão do governador de Rondônia e amigo pessoal do governador, sempre tentando intimidar os funcionários com seu poder e influência.’
Ao G1, Sandro Ricardo dos Santos falou que foi exonerado do cargo em junho desde ano. Segundo ele, o processo chegou a ser arquivado em dezembro de 2020 porque não foi achada a pessoa que fez a denúncia. Ele falou que soube da instauração do procedimento pela reportagem, mas afirmou está à ‘disposição para qualquer esclarecimento’.
O governo do Acre falou que ainda não foi notificado do procedimento, mas tem conhecimento da investigação.
O advogado do ex-diretor, Romano Gouveia, afirmou que não há nenhuma comprovação que prove o assédio cometido por Santos. Para ele, o cliente é vítima de uma perseguição política e questionou ainda o motivo da investigação ter sido desarquivada.
“Não temos uma gravação, um áudio, uma filmagem e nada disso em desfavor do Sandro. A grande questão é de que o Sandro é o irmão do governador de Rondônia e o governo não está mais alinhado com o governador. Por que o processo não deu continuidade desde cedo se era tão grave? Processo não é brincadeira”, argumentou.
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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero
Sandra Assunção
Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.
Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.
Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.
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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.
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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado
Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.
A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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