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Estado destina equipamentos e fará reforma e ampliação no hospital de Xapuri
Inaugurado em 22 de março de 1967, o Hospital Epaminondas Jácome faz parte da história do munícipio de Xapuri. A unidade, referência para os moradores da localidade que necessitam de atendimento hospitalar, representa também o acolhimento e a prestação de serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) promovido por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre).

Hospital Epaminondas Jácome recebeu a visita do secretário de Saúde do Estado, Alysson Bestene e equipe Foto: Odair Leal/Secom.
E pensando no bem-estar da população local, o governo do Estado, com a atuação da Sesacre, elaborou um projeto que irá garantir não somente a reforma como também a ampliação do hospital e a implantação de um laboratório.
“Esse é um dos projetos do governador Gladson Cameli, e estamos empenhados em promover de forma efetiva a melhoria da saúde como um todo, não apenas na parte estrutural, como também de assistência e acolhimento à população acreana”, ressalta o secretário Alysson Bestene.

Secretário verificou os últimos detalhes antes da entrega do laboratório de análises clínicas que está sendo montando no hospital Foto: Odair Leal/Secom.
O gerente-geral do Hospital Epaminondas Jácome, Josimar Silva, explica que “o projeto representa uma conquista de muitos anos, haja vista que nossa unidade é antiga e tem necessidade de uma reforma nesse momento para que a gente possa levar à comunidade um atendimento de qualidade”, enfatiza.
O secretário de Saúde, Alysson Bestene, esteve presente com sua equipe na unidade nesta quinta-feira, 15, para verificar os últimos detalhes antes da entrega do laboratório de análises clínicas que está sendo montando no hospital.
Implantação do laboratório
“A previsão é de entregar o laboratório no próximo mês, junto com o governador Gladson. Fazer parte desse momento me deixa extremamente feliz, pois poder contribuir com a história de melhoria desse hospital é algo significativo no trabalho como gestor”, relata o secretário.
“Estamos em um grande momento em virtude da abertura do nosso laboratório. Já se passaram mais de 20 anos e nunca conseguimos ter um funcionando dentro do hospital. Isso é um ganho, além de ser necessário, ajuda a parte clínica de enfermagem no diagnóstico das enfermidades dos nossos pacientes dentro da própria unidade”, comemora Josimar Silva.
Equipamentos
Outro ponto de suma importância para a assistência à saúde, que beneficia tanto os profissionais como os usuários do SUS, foi a entrega dos equipamentos, realizada pela Sesacre.
Para o Hospital Epaminondas Jácome foi destinado R$ 1,5 milhão. São 18 camas fawler, 15 escadas de 2 degraus, 15 mesas de cabeceira, 15 suportes de soro, 10 esfigmomanômetros, 10 estetoscópios, 1 otoscópio, 1 oxímetro, 5 suportes de hamper , 3 aspiradores, 1 aparelho de raio x, 1 autoclave 100 litros, 5 bancos mocho, 1 agitador de kline, 1 banho maria, 1 macrocentrifuga, 1 centrífuga, 1 contador de células, 1 microscópio, 1 cadeira para coleta de sangue, 1 homogeneizador de bolsa de sangue, 1 refrigerador, 3 bombas de infusão e 2 monitores multiparâmetro.
“Desde já agradeço ao governador, ao secretário Alysson Bestene e ao deputado Antônio Pedro, por ter esse olhar diferenciado pela unidade de Xapuri, pois recebemos mais de R$ 1 milhão de reais em equipamentos”, pontua o gerente-geral.
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PM evita “tribunal do crime” em Marechal Thaumaturgo e resgata três vítimas mantidas em cárcere
Quatro suspeitos foram detidos; grupo pretendia julgar e punir vítimas por furto de celular; anotações apontam cobrança de dívidas do tráfico

Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos. Foto: captada
Uma ação rápida da Polícia Militar evitou o que poderia terminar em violência grave na tarde desta terça-feira (17), no município de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá. Quatro pessoas foram detidas suspeitas de participação em um chamado “tribunal do crime”, prática ilegal associada a facções criminosas.
Segundo informações repassadas pela PM, os agentes chegaram até o local após denúncia. Ao se aproximarem do imóvel, no bairro Poeirinha, houve uma tentativa de fuga em massa. Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos.
No interior da casa, três pessoas eram mantidas contra a própria vontade. Elas estavam sendo acusadas de envolvimento no furto de um telefone celular e aguardavam a decisão do grupo, que, conforme apurado, previa punições físicas como forma de “disciplina” .
Entre as vítimas, estava uma mulher que havia ido ao local na tentativa de proteger o irmão. Mesmo afirmando acreditar na inocência dele, ela chegou a se comprometer a arcar com o prejuízo do aparelho desaparecido para evitar agressões .
Suspeita confessa participação em facção
Durante a abordagem, uma das suspeitas assumiu participação na organização criminosa e relatou que teria recebido ordens para conduzir o “julgamento”. Ela também revelou atuar na cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas na região. Com ela, os policiais encontraram anotações que somavam mais de R$ 7 mil em débitos atribuídos a terceiros .
Dois adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Todos, juntamente com as vítimas, foram encaminhados à delegacia da cidade para os procedimentos legais .
Alerta da PM
O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar reforçou a importância da participação da população no combate ao crime, destacando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 190 .
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Polícia Civil prende mulher condenada a mais de 11 anos por tráfico de drogas e associação criminosa em Manoel Urbano
Investigação teve início em 2023 com denúncias anônimas; durante busca, foram apreendidas cocaína, crack, munições e carabina adulterada

A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição. Foto: captada
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira (17), oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher identificada pelas iniciais J.R.S., de 31 anos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.
As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.
Apreensões
No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico dos oficiais de polícia civil, que atuaram de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.
Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre no enfrentamento ao tráfico.
Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.
Pena
Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.
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Homem com tornozeleira eletrônica é preso por tráfico de drogas em Cruzeiro do Sul
Suspeito tentou fugir ao avistar viatura e foi capturado após perseguição no bairro João Alves

imagem ilustrativa



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