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Discussão por ciúmes termina com duas mulheres esfaqueadas em prédio abandonado

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Confronto ocorreu em prédio abandonado na Estrada de Porto Acre.

Uma briga por ciúmes deixou Raquel Feitosa da Silva, 22 anos, e Patrícia Silva do Carmo, 33, feridas a golpes de faca na tarde desta segunda-feira (25) em um prédio abandonado no km 1 da AC-10, na entrada do Conjunto Adalberto Sena, em Rio Branco. As duas foram socorridas e levadas ao pronto-socorro com ferimentos graves, mas estão em estado de saúde estável.

Segundo a polícia, Patrícia estava no local consumindo entorpecentes na companhia do marido de Raquel, quando esta chegou e os flagrou juntos. Tomada pelo ciúme, Raquel atacou Patrícia com uma faca, atingindo-a no peito, pescoço e braços. O marido de Raquel, ao perceber que a situação poderia ser fatal, golpeou a própria esposa na coxa esquerda e fugiu em seguida, deixando ambas feridas no local.

Marido intervém durante briga e agrava violência antes de fugir.

Gritos vindos do prédio chamaram a atenção de moradores, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Duas ambulâncias foram enviadas ao local para prestar os primeiros socorros e conduzir as mulheres ao pronto-socorro de Rio Branco.

Policiais militares estiveram na cena do crime, coletaram informações e realizaram buscas pela região para localizar o marido de Raquel, mas ele não foi encontrado.

Polícia Civil investiga envolvimento de drogas no caso.

Após receber alta médica, Raquel e Patrícia serão encaminhadas à delegacia para esclarecimentos. A Polícia Civil investiga o caso, que envolve violência doméstica, uso de entorpecentes e possíveis antecedentes criminais.

O episódio ressalta a complexidade de situações envolvendo conflitos interpessoais agravados por questões emocionais e sociais, como o consumo de drogas e a ocupação irregular de espaços urbanos.

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Investigação da Polícia Civil resulta em prisões por roubo e crime organizado em Mâncio Lima

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Polícia Civil avança nas investigações e prende mais um suspeito de participação em roubo com violência em Mâncio Lima. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Mâncio Lima, cumpriu, nesta semana, dois mandados de prisão relacionados a crimes graves ocorridos no município.

Em uma das ações, os policiais civis deram cumprimento a um mandado de prisão contra um homem acusado de participação em um roubo ocorrido em julho do ano passado, em uma chácara de Mâncio Lima. Na ocasião, cinco indivíduos armados invadiram a residência de um professor e chegaram a trocar tiros com a vítima, que conseguiu se esconder em um dos banheiros do imóvel.

Foragida da Justiça é localizada e presa pela Polícia Civil após trabalho de investigação em Mâncio Lima. Foto: cedida

Ainda na época do crime, um dos suspeitos foi preso após ser baleado, e posteriormente outros dois envolvidos também foram capturados. Com a prisão realizada agora, já são quatro os envolvidos detidos. De acordo com o delegado Marcílio Laurentino, as investigações apontam que o crime contou com a participação de seis pessoas, sendo que dois suspeitos ainda estão foragidos. “Esses dois indivíduos que faltam ser localizados atuaram dando apoio à ação criminosa e possuem mandados de prisão em aberto pelo crime de tentativa de latrocínio”, explicou o delegado.

Em outra ocorrência, a Polícia Civil cumpriu, na manhã da última quarta-feira, 28, um mandado de prisão contra uma mulher envolvida com organização criminosa. Ela foi investigada em 2020 pela Polícia Civil, juntamente com o companheiro e outros indivíduos, tendo sido julgada e condenada pela Justiça.

O companheiro da mulher foi preso na tarde de terça-feira, 27, pela Polícia Militar em Mâncio Lima. Já na manhã seguinte, os policiais civis receberam informações sobre o paradeiro da foragida e se deslocaram rapidamente até o local indicado, onde efetuaram a prisão.

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Polícia Civil do Acre realiza duas prisões em operações de combate a facções criminosas

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Polícia Civil avança na investigação do fluxo financeiro de organizações criminosas. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou duas prisões importantes no início desta semana durante ações distintas de enfrentamento às organizações criminosas que atuam no estado. As prisões ocorreram no âmbito das operações “Cartório Central” e “Casa Maior”, ambas voltadas ao combate de crimes como extorsão, tráfico de drogas e arrecadação ilícita de recursos.

No primeiro caso, a PCAC, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deu cumprimento a dois mandados de prisão que integram a megaoperação “Cartório Central”, deflagrada simultaneamente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Acre e São Paulo. No Acre, os alvos foram localizados e presos em cumprimento às ordens judiciais expedidas no curso da investigação.

A operação “Cartório Central” tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que mantinha um sistema próprio de arrecadação e repasse financeiro, incluindo cobrança de dívidas ilícitas, comércio de drogas e imposição de regras internas aos integrantes. “Essas organizações criam estruturas paralelas para controlar territórios e movimentar grandes volumes de dinheiro ilícito, e nosso trabalho é justamente quebrar essa engrenagem financeira e operacional”, destacou o coordenador da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), Pedro Paulo Buzolin.

Já a segunda ação integra a operação “Casa Maior”, na qual a Polícia Civil com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) cumpriu um mandado de prisão e dois mandados de busca e apreensão, todos em Rio Branco. O preso é investigado por extorquir comerciantes do bairro Estação Experimental, exigindo pagamentos ilegais para permitir o funcionamento dos estabelecimentos.

Durante as buscas, os policiais apreenderam materiais com anotações financeiras e panfletos relacionados a empréstimos de dinheiro a juros. Segundo Buzolin, as investigações seguem em andamento. “Estamos aprofundando a análise do material apreendido para identificar o fluxo financeiro, outros envolvidos e ampliar a responsabilização criminal, com previsão de novas fases da operação”, concluiu.

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Polícia Civil participa da renovação do termo de cooperação da FICCO no Acre

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Polícia Civil participa da renovação do termo de cooperação da FICCO no Acre

Na manhã desta quarta-feira, 28, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, na sede da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), da assinatura do termo de cooperação técnica entre as forças de segurança, garantindo a continuidade dos trabalhos da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) no estado.

A FICCO é uma força-tarefa composta pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar, Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuam de forma integrada, estratégica e coordenada no combate ao crime organizado, com foco na repressão qualificada e na troca de informações.

O acordo de cooperação é formalizado periodicamente junto à Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e ao Ministério da Justiça, assegurando respaldo legal, administrativo e operacional para o desenvolvimento das ações conjuntas entre as instituições participantes.

A renovação do termo reforça o compromisso das forças de segurança com a integração institucional, a inteligência policial e a execução de operações coordenadas, consideradas fundamentais para ampliar a eficiência das investigações e das ações de repressão ao crime organizado no Acre.

Durante a assinatura, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da FICCO para a segurança pública do estado. “A Força Integrada representa um modelo eficiente de atuação conjunta, no qual cada instituição contribui com sua expertise. Essa cooperação fortalece as investigações, amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e garante ações mais efetivas no combate ao crime organizado”, afirmou.

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