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Dia do Médico: conheça os heróis acreanos que dedicam suas vidas ao cuidado das pessoas

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No Acre, são 860 médicos e 682 médicas. A média de idade desses profissionais é de 43 anos, enquanto a média do tempo de formado chega a 14,69 anos. Na distribuição pelo território, verifica-se 1.164 médicos atuando na capital, Rio Branco, ou seja, 75% do total, e 378 no interior

Desde o início da década de 1990, a quantidade de médicos mais que quadriplicou, passando de 131.278 para a atual, registrada em janeiro de 2024

Tião Maia, ContilNet

Afinal, a medicina é uma profissão que exige dedicação, conhecimento científico e, acima de tudo, um profundo senso de humanidade. Os médicos são responsáveis por diagnosticar doenças, prescrever tratamentos, realizar procedimentos cirúrgicos e oferecer acompanhamento aos pacientes em todas as fases de suas vidas. Quando dedicados e comprometidos, podem ser comparados, sem favor algum, a anjos na terra.

No Acre, são 860 médicos e 682 médicas. A média de idade desses profissionais é de 43 anos, enquanto a média do tempo de formado chega a 14,69 anos. Na distribuição pelo território, verifica-se 1.164 médicos atuando na capital, Rio Branco, ou seja, 75% do total, e 378 no interior. A maioria dos médicos não tem Registro de Qualificação de Especialidade Médica (RQE): 942. Outros 600 são especialistas (têm RQE).

Com mais médicos, Rio Branco se destaca com uma média de densidade médica quatro vezes superior à registrada no interior do estado. Na capital, são 3,13 médicos para cada mil habitantes. Já no interior, é 0,80 por mil habitantes.

A Demografia Médica 2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM) revela que, nunca antes na história, o País contou com tantos médicos como atualmente. O levantamento mostra que o Brasil tem hoje 575.930 médicos ativos, uma das maiores quantidades do mundo. O número resulta em uma proporção de aproximadamente 2,81 registros de médicos por mil habitantes, a maior já registrada pelo País.

Desde o início da década de 1990, a quantidade de médicos mais que quadriplicou, passando de 131.278 para a atual, registrada em janeiro de 2024. Este crescimento, impulsionado por fatores como a expansão do ensino médico e a crescente demanda por serviços de saúde, representa um aumento absoluto de 444.652 médicos e de 339%, em termos percentuais.

A Demografia Médica 2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM) revela que, nunca antes na história, o País contou com tantos médicos como atualmente

Comparando os crescimentos da população em geral e a população médica, é possível ver que o número de médicos aumentou oito vezes mais do que o da população em geral durante esse período. Em termos absolutos, a população brasileira expandiu-se de 144 milhões em 1990 para 205 milhões em 2023, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No entanto, a profissão médica enfrenta diversos desafios, como a crescente demanda por atendimento, a complexidade das doenças, a necessidade de atualização constante e a pressão emocional de lidar com a vida e a morte. Além disso, os médicos também enfrentam dificuldades relacionadas à burocracia, à falta de recursos e à violência cada vez mais crescente, seja por problemas do cotidiano ou em guerras declaradas, como as registradas no momento em várias partes do mundo, cujas vítimas, as que sobrevivem, acabam tendo que ser cuidadas por mãos médicas, muitas vezes tão aflitas quanto quem está em meio aos bombardeios.

Em meio a tantos desafios, surge mais um: a chamada era tecnológica, com modernidades como consultas online em tempos de Inteligência Artificial (IA) e até a realização de cirurgias feitas por robôs. Mesmo assim, quem está no meio, profissionais antigos e os que estão chegando ao mercado, diz que o futuro da medicina é promissor.

Célia Rocha: uma sobrevivente que já derramou sangue, literalmente, pela medicina no Acre

Profissionais antigos como a pneumologista Célia Rocha, nascida em João Pessoa e formada na turma de 1977 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), vieram à Amazônia como turistas para conhecer a famosa maior floresta tropical do mundo. De repente, viu-se no Acre. Bebeu das águas barrentas do rio Acre e, em outubro de 1980, abriria uma clínica em Rio Branco.

Célia Rocha é pneumologista e uma das maiores referências na sua área de atuação/Foto: Reprodução

Os pacientes acreanos ganhariam uma profissional com residência feita na Policlínica Geral do Rio de Janeiro e pós-graduação na PUC do Rio de Janeiro. Ela é uma das sobreviventes do fatídico voo da Rico Linhas Aéreas, cujo avião caiu prestes a pousar no aeroporto de Rio Branco, em 30 de agosto de 2002, após 44 cirurgias em três meses numa UTI em São Paulo. Ela retornava de uma atividade profissional em Cruzeiro do Sul naquele avião que não completaria seu voo e deixou 23 mortos, oito feridos gravemente, como Clia Rocha. Se há, portanto, uma profissional de medicina que pode dizer ter derramado ou dado literalmente o sangue pela medicina no Acre, essa pessoa é Célia Rocha.

“Vim conhecer a Amazônia fazendo turismo. Daí, gostei da hospitalidade do povo e fiquei no Acre. Comecei a clinicar em Rio Branco, instalei consultório em outubro de 1980. Sou especialista em Doenças Pulmonares. Faço no meu consultório o exame de espirometria, essencial para quem tem patologia respiratória. Esse exame avalia o pulmão funcionando”, revela.

Célia Rocha, no entanto, não teme o avanço da tecnologia na área médica. “O que me preocupa é, a meu ver, a má formação de médicos sem empatia com o paciente. O que mais ouço são reclamações de que alguns colegas mal olham para o paciente, não sentem suas dores e vão logo passando receita como um desencargo, um desafogo e sem um diagnóstico mais apurado. Isso, sim, me preocupa”, diz a experiente profissional.

Zico Bronceado: o político que virou sacerdote da medicina

O médico João Antônio Bronzeado, 44 anos, acreano de Brasileia, fez o caminho inverso ao de sua colega Célia Rocha. É um desses médicos novos, mas ressalta que ele, particularmente, vindo de uma família de origem humilde, prefere trabalhar para os mais pobres, ao lado de quem se sente bem à vontade.

João Antônio Bronzeado é acreano de Brasileia. Foto: Reprodução

Depois de ter sido vereador e deputado federal pelo PT do Acre, o político que atendia pelo nome de Zico Bronzeado decepcionou-se com a atividade e percebeu que, como médico, poderia ajudar melhor aos que precisam. Hoje, ele trabalha na saúde indígena no interior do Amazonas. “Hoje sou muito mais realizado como médico”, diz ele, formado em medicina na cidade de Cobija, na fronteira com Brasileia.

Caminhos não menos diferentes daqueles percorridos por Bronzeado foram os de outro político – se não propriamente um político, mas filho de um desses mestres locais da atividade, o ex-deputado estadual Chico Sombra, que exerceu quatro mandatos na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Nixon Lopes Pessoa, ou Nixon Sombra, formado há seis anos pela Unifranz, uma universidade de Cochabamba, na Bolívia, fez seu revalida na Universidade Gurupi, em Tocantins, e trabalha atualmente na região de Envira e Tarauacá, no interior do Acre.

Pedro Mariano: “Não escolhi a medicina; com certeza, foi uma força maior que me escolheu.”

Um caso não diferente dos demais é o de Pedro Mariano, formado pela Ucebol (Universidade Cristiana da Bolívia), em Santa Cruz de La Sierra, em 2019, e com revalida feito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), cujas provas foram aplicadas em Brasília. Os três jovens acreanos que passaram pela Bolívia, como quase 80% dos médicos acreanos, pensam como Célia Rocha em relação ao futuro da profissão e à tecnologia.

“A medicina me escolheu”, diz Pedro Mariano/Foto: Reprodução

 

“O avanço da tecnologia na medicina é de fundamental importância para diagnóstico precoce, medidas preventivas e tratamento, além de acesso à saúde de pessoas de lugares remotos, como é o caso do nosso Acre, onde a tecnologia facilita de forma adequada o atendimento”, resume Nixon Pessoa.

Nixon também formou na Bolívia. Foto: cedida 

Pedro Mariano, com a palavra, sobre o mesmo assunto:

“Eu costumo dizer que não fui eu que escolhi a medicina, foi ela que me escolheu. Com certeza, foi uma força maior.” E acrescenta: “O futuro chegou e só vejo benefícios nisso. Acredito que nunca uma máquina substituirá uma anamnese e exame físico humano. Amo servir o meu próximo com esse grande sacerdócio que é a medicina.”

Presidente do CRM também foi formada na Bolívia e diz que o importante não é a origem do profissional, e sim a forma como trabalha. A influência do ensino da medicina da Bolívia na formação de médicos brasileiros, especialmente acreanos, não oferece qualquer risco à população que precisa de atendimento, afirma a presidente do Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC), Leuda Maria da Silva Davalos – ela própria formada há 20 anos na Universidade Federal de São Francisco Xavier, de Sucre, na Bolívia. “É uma universidade pública, que só aceita estrangeiros a partir de um convênio com universidades federais de outros países. Entrei nessa cota”, disse Leuda.

A presidente do CRM-AC formou na Bolívia. Foto: assessoria 

“O que mais motiva a ser médico, especialmente nos dias de hoje, é o poder de fazer a diferença na vida das pessoas em momentos tão vulneráveis. Vivemos uma era de avanços tecnológicos impressionantes, que transformam o diagnóstico e o tratamento, trazendo benefícios imensos para a medicina. Com essa evolução, é fundamental que os médicos estejam sempre se renovando, acompanhando as novas tecnologias, mas sem perder de vista o essencial: a relação humana com o paciente. A tecnologia é uma aliada poderosa, mas o vínculo, a escuta atenta e a empatia continuam sendo o coração da nossa profissão. Isso é o que realmente faz a diferença”, acrescenta ela.

Fabrício Lemos, o padeiro do Bairro da Conquista que virou médico e empresário

Se a medicina é capaz de tornar melhor a vida de quem recebe seus benefícios, também é transformadora na vida daqueles que a praticam com amor e dedicação. É o que pensa o médico Fabrício Lemos. Aos 44 anos, acreano de Rio Branco e também formado na Bolívia, Lemos é o mais novo de uma família de quatro irmãos, de origem muito pobre e que vivia de vender pão no bairro da Conquista, na época o coração da periferia da capital. Ele e seus irmãos ajudavam no sustento da família vendendo pão de porta em porta, numa bicicleta que ora empurravam, ora montavam, numa vida de muitas lutas.

Formado há 16 anos, Lemos tem o irmão mais velho como empresário do ramo da agropecuária – Maurício Lemos, criador de bois da raça Nelore, e outros dois irmãos, um que está se formando em medicina com sua ajuda e outro já trilhando também o ramo empresarial. “Nada mal para quem vendia pão, hein?”, ele pergunta, rindo. Sim, nada mal.

Médico Fabrício Lemos. Foto: arquivo pessoal

O que esperar da medicina do futuro em meio à tecnologia? O que todos esses profissionais têm em comum é um passado de lutas e a preocupação com o futuro. Um futuro de novas tecnologias, como a inteligência artificial e a medicina de precisão, transformando a forma como os médicos trabalham e oferecem cuidados aos seus pacientes. Além disso, a crescente conscientização da população sobre a importância da prevenção e do cuidado com a saúde também contribui para um futuro mais saudável.

De acordo com dados do CFM, em 2024, o Brasil possui uma densidade de 2,81 médicos para cada mil habitantes. A média de idade dos profissionais é de 45,67 anos, refletindo a experiência acumulada ao longo de anos de formação e prática médica. Esses dados revelam não apenas a quantidade de médicos disponíveis, mas também um esforço contínuo para atender à demanda crescente por serviços de saúde de qualidade, em um contexto marcado por desafios como a distribuição desigual de profissionais pelo país e a necessidade de atualização constante dos conhecimentos médicos.

O Acre tem 1.513 médicos, com uma média de 1,83 profissional para cada grupo de mil pessoas. A quantidade de médicos no Acre duplicou de 2010 para cá, segundo dados da Demografia Médica 2024 elaborada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O levantamento, divulgado em abril deste ano, aponta que o estado tinha 750 médicos há 14 anos e agora conta com 1.542 profissionais. Com isso, a densidade por mil habitantes também duplicou: passou de 0,92 para 1,82 médicos por cada grupo de mil pessoas.

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Palmeiras domina São Paulo e garante vaga na final do Paulistão

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Com gols de Maurício e Flaco López, Verdão faz 2 a 1 no Choque-Rei e buscará o título contra o Novorizontino

Mauricio, do Palmeiras, comemora seu gol contra o São Paulo FC, durante partida válida pela semifinal, do Campeonato Paulista, na Arena Barueri. (Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon)

Placar

O Palmeiras confirmou sua hegemonia estadual e garantiu, na noite deste domingo, 1º, sua vaga na grande decisão do Campeonato Paulista. Em um clássico disputado na Arena Barueri, o time alviverde superou o São Paulo por 2 a 1, alcançando sua sétima final consecutiva na competição. Com um início avassalador e eficiência nos momentos decisivos, os mandantes construíram a vitória com gols de Maurício e Flaco López, resistindo à pressão final após o desconto de Calleri.

Início fulminante dita o ritmo

A estratégia do Palmeiras ficou clara logo nos primeiros minutos: pressionar e resolver rápido. Aos 7 minutos, a tática surtiu efeito. Vitor Roque, atuando como garçom, encontrou Maurício na área. O meia bateu seco, sem chances para o goleiro Rafael, abrindo o placar e explodindo a torcida na Arena Barueri. O gol cedo desestabilizou o Tricolor, que viu o adversário controlar as ações e criar as melhores oportunidades.

O domínio alviverde quase resultou em uma vantagem maior ainda na primeira etapa. Maurício, inspirado, quase marcou o segundo aos 30 minutos, e Piquerez desperdiçou um contra-ataque perfeito pouco antes do intervalo. O São Paulo, com dificuldades na criação, limitou-se a tentativas esporádicas que pararam na segura defesa comandada por Gustavo Gómez e Murilo.

Golpe fatal e reação tardia

O segundo tempo manteve a intensidade, com polêmicas e emoção. O São Paulo reclamou de um pênalti por toque de mão de Gustavo Gómez aos 51 minutos, mas a arbitragem mandou o jogo seguir. Aproveitando o momento de instabilidade do rival, o Palmeiras foi letal. Aos 58 minutos, Flaco López recebeu na área, dominou e finalizou com precisão para ampliar o marcador para 2 a 0, parecendo encaminhar uma classificação tranquila.

No entanto, o clássico ganhou contornos dramáticos na reta final. Aos 68 minutos, Marlon Freitas derrubou Bobadilla dentro da área. Jonathan Calleri assumiu a responsabilidade e converteu a penalidade, recolocando o Tricolor no jogo. O gol inflamou os ânimos, gerando uma série de cartões amarelos e expulsão no banco de reservas do Palmeiras. Apesar da pressão final e dos sete minutos de acréscimos, o Verdão soube sofrer e segurar o resultado.

Com a vitória no Choque-Rei, o Palmeiras avança para enfrentar o Novorizontino na grande final, buscando mais um troféu para sua galeria. Ao São Paulo, resta lamentar os erros defensivos e focar no restante da temporada após a eliminação na semifinal.

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Adesg e Independência disputam partida importante nas duas partes da tabela

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José Costa Lima apita Adesg e Independência. Os auxiliares serão Douglas Rêgo e Roseane Amorim. Foto Sueli Rodrigues: Eduardo(bola) vai enfrentar a sua ex-equipe em jogo decisivo

Adesg e Independência fecham nesta segunda, 2, a partir das 18 horas, no Tonicão, a 6ª rodada da fase de classificação do Campeonato Estadual Sicredi de 2026. A Adesg soma 5 pontos na 5ª colocação e o Independência é 6º com 4 pontos. A partida é importante nas duas partes da tabela, quem vencer segue com poucas chances de classificação para semifinal e derrotado vai lutar contra o rebaixamento na última rodada da primeira fase.

Adesg

Depois da derrota para o Rio Branco, a Adesg passou por mudanças na comissão técnica e no elenco. Erismeu Silva assumiu o comando da equipe e atletas foram dispensados. 

“É um jogo para fugir do rebaixamento e manter as chances de classificação. Estamos em uma situação difícil, mas matematicamente ainda pode disputar a semifinal”, declarou Erismeu Silva

Independência

Após a eliminação na Copa do Brasil, o Independência vai tentar se manter com chances no Estadual.

O técnico Ivan Mazzuia confirmou Pittel na vaga de Caíque Gomes no ataque, mas os 11 titulares do Tricolor serão confirmados somente no Tonicão.

Trio de arbitragem

José Costa Lima apita Adesg e Independência. Os auxiliares serão Douglas Rêgo e Roseane Amorim.

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Furacão do Norte e Rei Artur empatam e seguem invictos na 11ª Copinha Arasuper

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Foto João Valente: Furacão do Norte e Rei Artur fizeram um jogo bem disputado

Furacão do Norte e Rei Artur empataram por 0 a 0 neste domingo, 1º de março, no ginásio do Sesc, em um duelo válido pela 1ª fase da 11ª Copinha Arasuper de Futsal, no Sub-10. As duas equipes seguem invictas na competição e são favoritas ao título de 2026.

Os outros resultados da categoria foram: Furacão do Norte B 2×0 Santinha, Arena do Urubu 4×3 Boleiros Mirim e Flamenguinho 2×1 Xavier Maia. 

Resultados do Sub-12

Escolinha da Conquista 2×1 Cruz Azul

Furacão do Norte 2×0 Escola Galvez

Camisa 11 2×0 Santinha

Flamenguinho 6×0 Barcelona do Calafate

Sub-14

Botafogo 4×1 Flamenguinho

PSC 4×2 Meninos de Ouro

Conquista 2×0 Santinha

Escola Galvez 3×0 Amigos Solidários

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