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Deracre apresenta vídeo com maquete digital da 6ª ponte do Arco Viário de Rio Branco

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O processo licitatório é coordenado pelo Deracre, com apoio do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Parte das intervenções também conta com financiamento da Caixa Econômica Federal

Sexta ponte sobre o Rio Acre avança para fase de contrato após licitação concluída. Foto: Ascom/Deracre

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), divulgou nesta segunda-feira, 5, um vídeo com maquete digital da sexta ponte sobre o Rio Acre, na região do Belo Jardim, estrutura que integra uma das fases do Arco Viário de Rio Branco.

O material audiovisual detalha o projeto da obra e evidencia o avanço do empreendimento, que já teve o processo licitatório concluído, com empresa vencedora definida, e segue para a fase de assinatura do contrato.

A licitação para contratação da empresa responsável pelo projeto de execução da sexta ponte foi finalizada pelo Deracre. O contrato será formalizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração (Sead) e a Secretaria Adjunta de Compras, Licitações e Contratos (Selic).
Após a assinatura do contrato, será emitida a ordem de serviço para a mobilização do canteiro de obras e a elaboração do projeto executivo. A previsão é que os trabalhos tenham início no próximo verão amazônico. A execução da ponte terá prazo contratual de 24 meses.

Projeto da sexta ponte do Arco Viário detalha estrutura estratégica para mobilidade da capital. Foto: Ascom/Deracre

De acordo com a presidente do Deracre, Sula Ximenes, o projeto de implantação do Arco Viário de Rio Branco está finalizado desde maio de 2024 e avança de forma integrada às demais frentes de serviço.
“Temos uma equipe empenhada trabalhando para que essa grande obra, que deve melhorar o tráfego na capital, seja iniciada neste verão”, afirma.
Neste primeiro momento, será executada a sexta ponte, obra que compõe o Lote 3 do Arco Viário. A estrutura terá 326 metros de extensão e investimento estimado em R$ 73 milhões, sendo considerada estratégica para a reorganização do fluxo viário da capital, ao criar uma nova ligação sobre o Rio Acre.
O processo licitatório é coordenado pelo Deracre, com apoio do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Parte das intervenções também conta com financiamento da Caixa Econômica Federal.
Arco Viário de Rio Branco
O Arco Viário de Rio Branco já alcançou 30% de execução e representa um dos maiores investimentos em mobilidade urbana da capital, com valor total que ultrapassa R$ 101 milhões, provenientes de operação de crédito e de emenda parlamentar. O investimento contempla a pavimentação da via e a construção da sexta ponte sobre o Rio Acre.
Mesmo durante o período de inverno, os serviços mantiveram ritmo de execução. Segundo a presidente do Deracre, as condições climáticas registradas em parte do período permitiram o avanço das frentes de trabalho.

Sexta ponte do Arco Viário integra Lote 3 e amplia reorganização do tráfego urbano. Foto: Ascom/Deracre

“Mesmo durante o período de inverno, conseguimos manter o avanço da obra, já que não houve chuvas tão intensas. A previsão é concluir a etapa de pavimentação até o fim do verão seguinte”, destaca.

Além do impacto direto na mobilidade urbana, a obra também contribui para a geração de postos de trabalho e renda. Nesta etapa, cerca de 75 postos de trabalho diretos estão sendo gerados, além dos indiretos.
A nova via foi projetada majoritariamente para cruzar propriedades rurais e áreas de pastagem, sobrepondo-se, em alguns trechos, a estradas vicinais. Com isso, o projeto amplia a trafegabilidade e fortalece o escoamento da produção rural, conectando diferentes regiões de Rio Branco.
O projeto do Arco Viário está dividido em quatro lotes:
•Lote 1: BR-364, da Vila Custódio Freire até a rodovia AC-10;
•Lote 2: Entroncamento da rodovia AC-10 até a Estrada do Quixadá;
•Lote 3: Entroncamento da Estrada do Quixadá até a sexta ponte;
•Lote 4: Da sexta ponte até a BR-364.
Vídeo assessoria:

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Cesta básica fica 5,18% mais barata em Rio Branco entre dezembro e janeiro, aponta Fecomércio

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Redução de R$ 34,82 no custo mensal beneficia famílias de baixa renda; leite e batata lideram quedas, mas macarrão e tomate têm altas pontuais

Na análise comparativa de médio prazo, que contempla o período de outubro de 2025 a janeiro de 2026, o custo da cesta básica apresentou queda acumulada de 4,31%. Foto: ilustrativa

A cesta básica em Rio Branco apresentou redução de 5,18% entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, passando de R$ 671,81 para R$ 636,99, segundo pesquisa da Fecomércio/AC. A queda representa uma economia de R$ 34,82 no orçamento mensal das famílias de baixa renda. No período de outubro a janeiro, a retração acumulada foi de 4,31%.

Os itens que mais contribuíram para a baixa foram leite longa vida (-32,14% em quatro meses), batata inglesa (-25,61%), café em pó (-16,10%) e margarina (-12,51%). Entre dezembro e janeiro, também houve redução no preço da carne bovina, feijão, arroz e farinha. Por outro lado, o macarrão teve alta expressiva de 70,74% e o tomate subiu 63,90% no mesmo intervalo, reflexo de fatores sazonais e de oferta.

Segundo o assessor da presidência da Fecomércio, Egídio Garó, o cenário indica estabilidade com tendência de alívio no custo alimentar no início de 2026. A pesquisa monitora 15 produtos essenciais e serve como referência para o acompanhamento econômico e social na capital acreana.

Quedas mais expressivas (outubro/2025 a janeiro/2026):
  • Leite longa vida: -32,14%

  • Batata inglesa: -25,61%

  • Café em pó: -16,10%

  • Margarina: -12,51%

Itens que encareceram (dezembro a janeiro):
  • Macarrão: alta de 70,74%

  • Tomate: aumento de 63,90%
    (Reflexo de fatores sazonais e oferta reduzida)

Análise de médio prazo:

No período de outubro/2025 a janeiro/2026, a cesta básica acumulou queda de 4,31% – movimento considerado favorável ao poder de compra da população de menor renda.

O levantamento monitora 15 produtos essenciais em supermercados da capital e estima o custo mensal para alimentar até três adultos (ou dois adultos e duas crianças). Segundo o assessor da Fecomércio, Egídio Garó, os dados indicam “cenário de estabilidade com tendência de alívio no custo alimentar”. A entidade reforça a importância do monitoramento contínuo como ferramenta de análise econômica e social.

A redução nos preços está associada à safra de hortifrúti, maior oferta de proteínas e à estabilidade do dólar, que impacta itens como óleo e arroz. No entanto, altas pontuais como a do macarrão mostram a vulnerabilidade a choques de oferta.

A Fecomércio manterá a pesquisa mensal e deve ampliar a divulgação para municípios do interior. Enquanto isso, economistas alertam que a queda na cesta básica pode não se refletir igualmente em outros itens do orçamento familiar, como energia e transporte.

A cesta básica mais barata é um alívio imediato para famílias, mas especialistas lembram que o Acre ainda tem um dos custos de vida mais altos da região Norte, pressionado por logística difícil e alta tributação.

O custo da cesta básica em Rio Branco apresentou queda de 5,18% entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, passando de R$ 671,81 para R$ 636,99. Foto: captada 

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Prefeitura de Rodrigues Alves exonera 122 servidores de cargos em comissão em única publicação

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Medida, assinada pelo prefeito Salatiel Magalhães (PSD), atinge setores administrativos, saúde, meio ambiente e finanças. Município cita “reorganização administrativa” como justificativa

As demissões abrangeram profissionais que atuavam em setores administrativos, de saúde, meio ambiente, finanças, entre outros, e inclui assessores, gerentes, diretores e até subsecretários. Foto: captada

Com Victor Lebre

O município de Rodrigues Alves, no interior do Acre, publicou em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (5) a exoneração de 122 ocupantes de cargos em comissão. A medida, assinada pelo prefeito Salatiel Magalhães (PSD), atinge profissionais de setores como administração, saúde, meio ambiente, finanças, além de assessores, gerentes, diretores e subsecretários.

Em nota, a gestão municipal justificou a decisão como parte de uma “reorganização administrativa” decorrente de projeto de lei que definiu novos parâmetros para ocupação de cargos. “Em razão da reorganização administrativa implementada, tornou-se juridicamente necessária a exoneração dos ocupantes dos cargos anteriormente existentes (…) não havendo qualquer natureza punitiva ou pessoal nos atos praticados”, afirmou. A administração ressaltou o caráter precário e de livre exoneração inerente aos cargos em comissão.

Gestão atribui reorganização a projeto de lei que definiu parâmetros para a ocupação de cargos. O documento é assinado pelo prefeito Salatiel Magalhães (PSD). Foto: captada 

Lei reorganiza cargos

A lei citada pela gestão do município foi sancionada no dia 30 de dezembro de 2025, e trata de organização da estrutura administrativa de Rodrigues Alves. A legislação extingue os cargos em comissão que foram alvos das exonerações.

O texto também traz, em anexo, o quadro com a remuneração prevista para cada cargo em comissão mantido após a reorganização.

Os vencimentos variam de um salário mínimo a R$ 6,1 mil.

Quadro de remunerações de cargos em comissão de Rodrigues Alves, no Acre. Foto: Reprodução

Nota da Prefeitura de Rodrigues Alves

A Prefeitura Municipal de Rodrigues Alves, no exercício de sua competência constitucional e legal, vem a público prestar esclarecimentos acerca das exonerações dos ocupantes de cargos em comissão realizadas recentemente no âmbito da Administração Pública Municipal.

As referidas exonerações decorrem de alteração na estrutura administrativa dos cargos em comissão, promovida por meio de Projeto de Lei (PL) regularmente aprovado, o qual redefiniu quantitativa e qualitativamente a organização dos cargos de livre nomeação e exoneração, em observância aos princípios que regem a Administração Pública.

Em razão da reorganização administrativa implementada, tornou-se juridicamente necessária a exoneração dos ocupantes dos cargos anteriormente existentes, como medida indispensável à adequação da nova estrutura legal, não havendo qualquer natureza punitiva ou pessoal nos atos praticados, os quais se fundamentam no caráter precário, transitório e de livre exoneração inerente aos cargos em comissão.

Cumpre destacar, ainda, que a medida integra um conjunto de ações administrativas voltadas à contenção e racionalização de despesas públicas, com o objetivo de adequar o Município aos limites constitucionais e legais, especialmente aqueles previstos no art. 169 da Constituição Federal e na Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), notadamente quanto ao controle e à redução dos gastos com pessoal.

Dessa forma, os atos de exoneração observam estritamente os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no art. 37 da Constituição Federal, bem como os parâmetros da responsabilidade fiscal e do interesse público primário.

A Administração Municipal reafirma seu compromisso com a regularidade dos atos administrativos, o equilíbrio das contas públicas e a transparência da gestão, colocando-se à disposição dos órgãos de controle e da sociedade para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.

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Acre recebeu R$ 643,9 milhões em emendas parlamentares da União em 2025

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Maior parte dos recursos veio de emendas individuais e foi destinada a áreas estratégicas da administração estadual

Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real,Cédulas do real • Marcello Casal JrAgência Brasil

O estado do Acre recebeu R$ 643,9 milhões em transferências da União por meio de emendas parlamentares ao longo de 2025. Os dados são do Tesouro Nacional e estão disponíveis na plataforma Tesouro Transparente. Os recursos foram repassados por meio de emendas individuais e de bancada, beneficiando órgãos estaduais e diferentes áreas consideradas estratégicas da administração pública.

Do montante total transferido, a maior parcela corresponde às emendas individuais, que somaram aproximadamente R$ 447 milhões, o equivalente a cerca de 69% do volume recebido pelo Estado. As emendas de bancada responderam por cerca de R$ 196,8 milhões do total.

Segundo os dados oficiais, a maior parte dessas transferências não se caracteriza como transferência especial, o que indica que os recursos possuem destinação específica. Em geral, os valores são vinculados a investimentos em infraestrutura, custeio de serviços públicos e ações voltadas ao fortalecimento institucional dos órgãos estaduais.

As emendas parlamentares representam uma importante fonte de financiamento para estados e municípios, contribuindo para a execução de políticas públicas e projetos que complementam o orçamento estadual.

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