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Cúpula do MDB fecha acordo e anuncia apoio a Mailza para governo do Acre até 15 de dezembro
Governo deve oferecer Funtac, moeda de troca em negociação que força rompimento com senador Márcio Bittar; aliados de Gladson Cameli articulam aliança para eleição

O presidente da agremiação, Vagner Sales revela que maioria dos dirigentes, defende apoio à pré-candidatura de Mailza Assis. Foto: captada
Em um movimento que altera o cenário político do Acre, o MDB decidiu internamente apoiar a pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. O anúncio oficial será feito até 15 de dezembro, segundo revelou um importante membro da cúpula do partido.
A negociação tem um preço claro: o comando da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac). Para concretizar o acordo, o governador Gladson Cameli terá que romper com o senador Márcio Bittar, já que a fundação é atualmente presidida por João Paulo Bittar, filho do parlamentar.
O deputado estadual Tanizio Sá afirmou que a maioria dos dirigentes do partido, incluindo o presidente da agremiação, Vagner Sales, é a favor de uma aliança com o governo Gladson Cameli.

Deputado Tanizio Sá revela que maioria dos dirigentes, incluindo o presidente do partido, defende apoio à pré-candidatura de Mailza Assis. Foto: captada
A declaração do parlamentar confirma o movimento interno do partido que deve culminar com o anúncio oficial de apoio à pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado até 15 de dezembro. A revelação expõe a união da cúpula emedebista em torno da estratégia política que tem como moeda de troca o comando da Funtac e implica no rompimento com o senador Márcio Bittar.

Bittar vira alvo de governistas após resistir a candidatura de Mailza ao governo do Acre. Foto: captada
A resistência do senador Márcio Bittar em apoiar a pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do Acre está causando mal-estar entre os aliados do Palácio Rio Branco. O incômodo é mais evidente no grupo próximo a Mailza, que vê na oposição do parlamentar um obstáculo aos planos de sucessão.
O atrito revela uma divisão na base do governador Gladson Cameli no momento em que o MDB se prepara para oficializar seu apoio a Mailza. A situação coloca Bittar em rota de colisão com demais governistas, que pressionam por um alinhamento unânime em torno da candidatura da vice-governadora.
O acordo explica a declaração recente de Mailza, que evitou afirmar apoio a Bittar e ressaltou lealdade apenas a Gladson, sinalizando que a chapa será formada por “parceiros que peguem na sua mão” – agora incluindo o MDB.

Governador confirma aliança após reunião entre emedebistas e vice-governadora; partido deve engrossar base de sustentação da pré-candidatura. Foto: captada
O governador Gladson Cameli oficializou a entrada do MDB no governo do Acre, confirmando que o partido deve integrar a base de sustentação do Palácio Rio Branco. A declaração foi dada após o encontro entre dirigentes emedebistas e a vice-governadora Mailza Assis, deixando claro o objetivo central da aliança: consolidar o apoio à pré-candidatura de Mailza ao governo do estado.
A movimentação política, articulada pessoalmente por Gladson, representa uma vitória para o grupo da vice-governadora e um duro revés para o senador Márcio Bittar, que se mantém resistente à candidatura. Com a entrada do MDB, a base aliada de Mailza ganha força institucional crucial para a sucessão.

O presidente do MDB definiu internamente que irá anunciar apoio à pré-candidatura de Mailza Assis ao governo do Acre até o dia 15 de dezembro. Foto: captada
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Ipem divulga calendário de verificação de taxímetros em Rio Branco com mudança na periodicidade
Procedimento passa a ser bienal e profissionais terão isenção da taxa por cinco anos; prazos variam conforme final da permissão e vão até outubro

O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes
Ipem define cronograma para verificação de taxímetros e mototaxímetros na capital
O Instituto de Pesos e Medidas do Acre (Ipem) divulgou nesta terça-feira (31) o calendário anual de renovação e verificação de taxímetros e mototaxímetros para condutores que atuam em Rio Branco. A medida segue determinação da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), conforme a Portaria nº 003/2026, publicada em 13 de janeiro no Diário Oficial.
De acordo com o cronograma, os prazos de regularização variam conforme o número final da permissão ou autorização dos profissionais. Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril. O processo segue até outubro, encerrando com os permissionários de final 0, cujo prazo termina em 30 de outubro. Todos os procedimentos são regulamentados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Verificação bienal e isenção de taxas
Uma mudança importante foi introduzida pela Medida Provisória nº 1.305, de 2025, que alterou a periodicidade da verificação: antes anual, o procedimento passa a ser realizado a cada dois anos. Apesar da alteração, a obrigatoriedade continua para profissionais com certificados vencidos ou próximos do vencimento.
Além disso, a norma prevê isenção da taxa de verificação inicial e das subsequentes por cinco anos, visando reduzir custos para os condutores sem comprometer a fiscalização e a qualidade do serviço prestado.
O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes, como Rio Branco, para garantir o equilíbrio nas relações de consumo. A sede do órgão está localizada na Rua Major Gesner, nº 177, bairro Distrito Industrial, próximo ao Posto Tucumã, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h30.
Para esclarecimentos, os condutores podem entrar em contato com a Ouvidoria Nacional do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818.

Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril
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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira
Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores
Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira
O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.
Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:
“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.
A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.
“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.
Opções amplas e decisão estratégica
Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.
Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada
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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom
Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada
Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa
O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.
Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.
“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.
Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.
Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada

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