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Crianças indígenas de 5 a 11 anos já começaram a ser vacinadas contra a Covid-19 em aldeias no Acre

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Dsei Alto Rio Juruá começou a vacinar as crianças indígenas Katukinas nesta quinta-feira (17) — Foto: Arquivo/Dsei Alto Rio Juruá

 

Por Aline Nascimento, g1 AC

As crianças indígenas de 5 a 11 anos já começaram a tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19. O Distrito Sanitário Especial Alto Rio Juruá começou a imunização nesta quinta-feira (17) na aldeia Katukina, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre.

No estado, mais de 6,4 mil crianças indígenas devem tomar a vacina, conforme dados dos Dseis Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá.

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A coordenação do Dsei Alto Rio Juruá informou que a distribuição da vacina pediátrica aos polos base iniciou nessa quarta (16) e o atendimento ao público infantil nesta quinta. Na região, a previsão é de vacinar 3.912 crianças indígenas.

“Nos outros territórios estão entrando em área agora. Só os Katukinas que conseguimos começar hoje. Amanhã [sexta,18] começam a vacinar os Puyanawas”, disse a coordenadora do distrito, Iglê Monte.

No final de janeiro, a coordenação dos dois distritos chegou a informar que a imunização do público infantil começaria no início de fevereiro.

Dsei Alto Rio Purus

As equipes do Dsei Alto Rio Purus começaram a vacinar o público infantil na Aldeia São Paulino, terra indígena dos Jaminawas, em Sena Madureira, no interior do estado, no dia 31 de janeiro. Além da cidade acreana, foram imunizadas na mesma data crianças de áreas indígenas em Extrema (RO) e Boca do Acre (AM).

Nesta quinta (17), a imunização é feita nas aldeias de Assis Brasil. As doses para as equipes de Pauini (AM) chegam nesta sexta (18). Já Santa Rosa do Purus, uma das cidades isoladas do Acre, deve ser atendida apenas no próximo envio de imunizantes.

O distrito é responsável pelo atendimento dos grupos indígenas das etnias Apurinã, Jamamadi, Jaminawa, Kaxarari, Kaxinawá, Kulina e Manchineri, divididos em sete municípios, sendo quatro do Acre, dois do Amazonas e um de Rondônia.

A coordenadora Carla Mioto informou que deve divulgar uma parcial de crianças atendidas apenas na próxima semana. O Dsei Alto Rio Purus vai vacinar 2.531 crianças indígenas.

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Polícia Civil inicia primeira fase da Operação Mobile 2026 com intimação de mais de 400 pessoas no Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), dará início à primeira fase da “Operação Mobile 2026”, que consiste na intimação de mais de 400 pessoas que estão em posse de aparelhos celulares com registro de roubo ou furto.

Nesta etapa inicial, o foco da operação é identificar os usuários desses aparelhos e formalizar as intimações para que, em seguida, os celulares possam ser recolhidos e posteriormente restituídos às verdadeiras vítimas.

As intimações estão sendo realizadas por meio de mensagens via WhatsApp, utilizando dois contatos oficiais da Polícia Civil: (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060. A PCAC reforça que apenas esses números estão sendo utilizados para o envio das mensagens e orienta que a população fique atenta a esses contatos.

O delegado e diretor do DPCI, Roberth Alencar, alerta que quem receber a mensagem pode ficar tranquilo. “Se a pessoa foi intimada por esses contatos, não é trote. É importante comparecer à Polícia Civil para que possamos dar andamento ao procedimento e devolver o aparelho ao verdadeiro dono”, destacou.

A Operação Mobile é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), e integra o conjunto de ações do grupo de trabalho responsável pela criação do Protocolo Nacional de Recuperação de Celulares.

A Polícia Civil reforça que as pessoas que receberem mensagens exclusivamente dos números (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060 devem atender à intimação e comparecer conforme as orientações recebidas.

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Genro e sogro são presos após ataque com terçado no bairro Cruzeirão, em Cruzeiro do Sul

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Discussão em residência terminou em agressões; idoso ficou ferido e precisou de atendimento médico

Foto ilustrativa/internet

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na noite deste domingo (8), em Cruzeiro do Sul, Altevir, de 41 anos, e José Maria, de 66 anos, genro e sogro, suspeitos de envolvimento em uma ocorrência de lesão corporal com uso de terçado, no bairro Cruzeirão.

Segundo relato de Altevir à polícia, ele estava em sua residência ingerindo bebida alcoólica e ouvindo som quando o padrasto de sua esposa, José Maria, chegou ao local com a intenção de beber junto. O genro afirmou que recusou a presença do idoso na casa, alegando que, anos atrás, já havia sido ferido por ele com uma facada, fato que quase lhe causou a morte.

Diante da negativa, José Maria teria se exaltado, pegado um terçado e chamado Altevir para a via pública. Ainda conforme o relato, o idoso teria ameaçado o genro dizendo: “Agora eu vou te matar”, avançando em sua direção e atingindo seu ombro com o golpe.

Após conseguir se esquivar de novos ataques, Altevir reagiu e desferiu chutes na região da cabeça do sogro, que caiu desacordado. No momento da chegada da guarnição, José Maria estava dentro de uma residência, visivelmente embriagado, apresentando sangramento intenso pelo nariz, fala arrastada e dificuldade de comunicação.

A Polícia Militar deu voz de prisão aos dois envolvidos. O idoso precisou ser encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico. O caso foi encaminhado às autoridades competentes para as providências legais.

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Polícia Civil identifica autor de homicídio no bairro Belo Jardim e confirma ligação com outros crimes

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Suspeito conhecido como “De Menor” foi preso preventivamente; arma apreendida foi usada no assassinato de Genilson Bonfim Mendonça Júnior

Elenildo de Oliveira Dantas, o “De menor, de altíssima periculosidade.

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), concluiu que Elenildo de Oliveira Dantas, conhecido como “De Menor”, de 19 anos, foi o autor do homicídio que vitimou Genilson Bonfim Mendonça Júnior, de 23 anos, no bairro Belo Jardim, em Rio Branco. O suspeito foi preso na semana passada no bairro Papouco, em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

O crime ocorreu em uma área considerada de alto risco da capital acreana, marcada por disputas territoriais ligadas ao tráfico de drogas. Sete dias após o homicídio, Elenildo voltou a agir na mesma região, praticando um assalto. Durante a fuga, houve perseguição policial e troca de tiros com a Polícia Militar. O suspeito foi atingido no ombro por um disparo de fuzil. Um adolescente de 16 anos, que o acompanhava na motocicleta, também foi baleado e morreu após cair do veículo e sofrer traumatismo craniano.

Genilson Bonfim Mendonça Júnior foi a última vítima atribuída ao suspeito. O homicídio aconteceu no início da noite de 10 de agosto do ano passado. Segundo as investigações, Genilson, que trabalhava como pintor, saiu de casa para comprar cigarros em um estabelecimento localizado na Rua 15 de Novembro, no bairro Belo Jardim. Enquanto aguardava atendimento, sentado sobre a bicicleta, um carro preto se aproximou e um dos ocupantes efetuou os disparos.

A vítima foi atingida nas costas e no lado esquerdo do peito. Mesmo ferida, ainda tentou fugir em direção a um beco próximo, mas caiu e morreu no local.

Genilson Bonfim Júnior sua última vítima.

De acordo com a DHPP, testemunhas já apontavam Elenildo como autor do crime. A confirmação veio após exame de balística, que constatou que o revólver calibre 38 apreendido com o suspeito, durante a ocorrência posterior, foi o mesmo utilizado no homicídio.

“De Menor” permanece custodiado no Complexo Penitenciário de Rio Branco, à disposição da Justiça. Ele deverá passar por audiência de instrução e julgamento na Vara do Tribunal do Júri, que decidirá sobre a pronúncia para julgamento popular. Por se tratar de réu preso e considerado de alta periculosidade, a expectativa é de que o julgamento ocorra ainda neste semestre.

Com Informações de AC24horas

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